Quarta, 21 Novembro 2018
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Policia Federal prende deputados da ALERJ suspeitos de ligação com esquema de Cabral

Agentes da Polícia Federal e procuradores da República estão nas ruas, desde as primeiras horas da manhã desta quinta-feira, para cumprir 22 mandados de prisão expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2). Dez deles contra deputados estaduais do Rio de Janeiro, sendo que três deles já estão presos. A PF cumpre mandados em gabinetes da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e no Palácio Guanabara. Até o momento a PF já teria prendido os deputados Andrê Corrêa (DEM), de Valença, e Chiquinho da Mangueira (PSC). Outros cinco parlamentares são procurados. O atual secretário de Governo de Pezão, Affonso Monnerat, também foi preso.

A operação conta com a participação do Ministério Público Federal (MPF) e o apoio da Receita Federal. Um ano depois da Operação “Cadeia Velha” , que prendeu o então presidente da Alerj, Jorge Picciani , e outros dois deputados, novas denúncias de corrupção envolvendo o Parlamento fluminense respaldam agora a Operação “Furna da Onça”, que expõe um esquema de compra de votos com dinheiro de propina e distribuição de cargos iniciado no primeiro governo de Sérgio Cabral, em 2007, e mantido até hoje, de acordo com as investigações. Em decisão histórica, cinco desembargadores da 1ª Seção Especializada do TRF-2 assinam os 22 mandados de prisão - o único a não assinar dos seis integrantes estava em licença médica.

A operação foi batizada de Furna da Onça em alusão a uma pequena sala, nos fundos do plenário do Palácio Tiradentes, sede da Alerj, onde os deputados se reúnem para conversas reservadas antes e durante as votações.

Informações O Globo 

Foto: Marcio Alves / O Globo

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