Sexta, 27 Novembro 2020
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A Operação Lei Seca voltou às ruas há 1 mês e abordou 4.416 motoristas em 165 blitzes em diferentes regiões do estado do Rio de Janeiro. Desde a retomada, 469 condutores foram flagrados com sinais de alcoolemia e ficaram impedidos de continuar dirigindo. Os casos de alcoolemia representam 10,6% dos motoristas abordados. Antes da suspensão das blitzes por conta da pandemia, a média era de 4%.

Desde o retorno, a cidade com maior índice de motoristas alcoolizados foi São Pedro da Aldeia. A blitz, que aconteceu durante o feriado de Finados, registrou 33% de motoristas com sinais de alcoolemia. Dos 36 motoristas abordados, 12 foram reprovados no bafômetro ou se recusaram a realizar o teste.

As ações de fiscalização da Lei Seca estavam suspensas desde 18 de março devido à pandemia da Covid 19. A Operação retornou em 8 de outubro adotando novos procedimentos que foram orientados pela Secretaria Estadual de Saúde para não expor a risco de contaminação os agentes e nem a população. As ações de educação também voltaram a acontecer nos bares, praças, parques para reforçar a mensagem de "nunca dirigir depois de beber!".

Como funciona a nova blitz

Neste novo modelo da blitz é feita uma triagem com o uso de etilômetro passivo, sem necessidade de sopro e sem contato com o motorista. Sendo detectada a presença de álcool é realizada uma segunda triagem, e caso o resultado dê positivo novamente é realizado o tradicional teste do bafômetro com o bocal descartável e todos os procedimentos de higiene.

Após o uso dos aparelhos eles são higienizados com hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária).

Durante a abordagem o motorista e o policial ficam separados por uma barreira protetora de plástico transparente. Neste momento o motorista apresenta os documentos para que o agente do Detran faça imediatamente a verificação.

Em todas as blitzes são disponibilizados totens de álcool em gel com acionamento via pedal para os motoristas abordados e para os agentes que atuam na operação.

A reorganização na estrutura da blitz da Lei Seca leva em consideração um maior distanciamento entre as pessoas. Todos os profissionais utilizam máscaras e protetor facial (face shield).

O advogado barrense Flávio Lima de Medeiros foi acometido de um mal subido e morreu durante atendimento médico (Foto: Papagoiaba)

Na manhã desta quarta-feira (11), o advogado barrense Flávio Lima de Medeiros morreu após um mal subido enquanto pedalava pela Estrada Vereador Chequer Elias, no bairro Vila Helena, em Barra do Piraí.

Segundo os agentes da Guarda Municipal que ajudaram a prestar socorro, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) chegou ao local rapidamente, porém, a vítima não resistiu e veio a falecer durante o atendimento. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Barra do Piraí, para perícia. Ainda não há confirmação da causa da morte.

O governo federal liberou R$ 21,6 milhões para ações de Defesa Civil no Amapá. O estado enfrenta problemas no fornecimento de energia elétrica desde o dia 3 de novembro, quando um incêndio em uma subestação provocou um apagão em 13 dos 16 municípios do estado, incluindo a capital Macapá. Com isso, outros serviços à população também foram prejudicados, como fornecimento de água e comunicações, além do impacto em setores essenciais, como saúde e segurança pública. A informação é da Agência Brasil. 

A liberação dos recursos foi autorizada por meio de duas portarias do Ministério do Desenvolvimento Regional, publicadas ontem (10) em edição extra do Diário Oficial da União. Em publicação nas redes sociais, o governador do Amapá, Waldez Góes, informou que os recursos serão utilizados para locação de geradores e compra de combustível.

De acordo com o último comunicado do Ministério de Minas e Energia, na segunda-feira (9) foi possível alcançar cerca de 70% do atendimento de energia ao estado. Até que a capacidade operacional seja totalmente restabelecida, o fornecimento será permanente para áreas prioritárias, como hospitais e abastecimento de água. Para os demais consumidores haverá rodízio, considerando a capacidade de atendimento.

A Defensoria Pública do Rio e o Instituto Alziras lançaram na última sexta-feira (6) o Observatório da Intolerância Política. O objetivo é coletar dados sobre os casos de violência e intolerância política, principalmente contra mulheres, ocorridos durante o período eleitoral de 2020 no Estado do Rio de Janeiro e, partir daí, produzir um estudo que colabore para o enfrentamento de um grave problema social, que ainda passa despercebido. Nesta segunda-feira, a Defensoria inicia também uma campanha de conscientização em suas redes sociais para a violência política de gênero.

O trabalho conta com a articulação da Ouvidoria e dos núcleos de defesa das Mulheres (Nudem), da Diversidade Sexual (Nudiversis) e de Combate ao Racismo (Nucora) do órgão. A coleta de dados para o Observatório será feita por meio de questionário, que pode ser preenchido por eleitora/cidadã; candidata ou ativista/militante. Os relatos serão transformados em dados estatísticos, sendo vedado o uso de modo individual, que possa identificar as respondentes. Além do questionário, o formulário também traz informações sobre todos os canais de atendimento da Defensoria, caso haja interesse na assistência jurídica.

“A criação do Observatório é fruto de uma sugestão do Instituto Alziras à Ouvidoria, para que acompanhássemos de perto o problema da intolerância e violência política nas eleições, em especial contra mulheres, pessoas negras, LGBTs e determinados perfis ideológicos. Como a Defensoria é “instrumento e expressão do regime democrático”, como diz nossa Constituição, aceitamos a sugestão prontamente”, ressalta Guilherme Pimentel, ouvidor-geral da Defensoria.

Para registrar um caso de violência/intolerância política, basta entrar no site da Defensoria (defensoria.rj.def.br)

Campanha

“A política não é apenas um espaço no qual as mulheres estão subrepresentadas. É nela também que muitas mulheres são submetidas à inúmeros ataques que lhes são direcionados simplesmente por serem mulheres, em desrespeito ao seu exercício político, e que devem ser enfrentados desde antes do seu ingresso”, afirma Roberta Eugênio, integrante do Instituto Alziras. Segundo dados do Instituto, para as prefeitas brasileiras, a violência política é a segunda principal barreira para acesso e permanência na política e mais da metade delas indicaram já terem sido vítimas desse tipo de ataque.

A campanha nas redes sociais contempla dez passos para o enfrentamento dessa violência política, em conjunto com o formulário para a coleta de casos vividos por eleitoras e candidatas. “O objetivo é trazer a importância do combate a essas práticas também para o período eleitoral, quando a violência política é utilizada como estratégia por muitas candidaturas. Como diz o tema a campanha: a violência política é um problema de todos, não apenas das mulheres, e o prejuízo é para a democracia”, sustenta Roberta .

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