Quarta, 18 Setembro 2019
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Na manhã desta segunda-feira (23), uma equipe de Serviços Públicos da prefeitura de Barra do Piraí realizou um serviço de poda de árvore na Rua José Alves Pimenta, bairro Matadouro, em Barra do Piraí. Desde as 9h até o fim do trabalho, o trânsito ficou no sistema “Siga e Pare” e apresentou lentidão.

Dois agentes da Guarda Municipal realizaram isolaram a árvore e orientaram os motoristas. Nenhum imprevisto foi registrado, apenas lentidão no trecho e, por alguns minutos, pequenos engarrafamentos.

Foto: Felipe Castro

A Defensoria Pública, a Supervia e as famílias dos dois jovens submetidos a agressões na estação Maracanã no dia 7 de julho concluíram as negociações para a compensação pelos danos sofridos. Nesta segunda-feira, 22, as partes se reúnem para a assinatura do acordo, que inclui indenização pecuniária, apoio psicológico e suporte profissionalizante para as duas vítimas, de 17 e 18 anos.  Os valores estão protegidos por cláusula de sigilo. As informações foram divulgadas pela assessoria de imprensa da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro.

Participaram da negociação com a Supervia a coordenadora Cível da Defensoria, Cintia Guedes; o coordenador e a subcoordenadora de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, Rodrigo Azambuja e Beatriz Cunha; e as defensoras do Núcleo de Direitos Humanos Carla Lima e Mariana Castro.  O defensor público-geral, Rodrigo Pacheco, esteve à frente da primeira reunião com a Supervia.

No último dia 7, na Estação Maracanã, os dois rapazes foram abordados por seguranças da Supervia e por policiais militares a serviço da concessionária, e submetidos a humilhações e agressões físicas, psicológicas e sexuais.  O acordo de indenização será assinado exatamente duas semanas após o ocorrido.

A vítima, um homem de 52 anos, ficou presa nas ferragens e não resistiu aos ferimentos. O trânsito chegou a ficar parcialmente fechado e um grande congestionamento foi registrado no trecho (Foto: Divulgação PRF)

Uma pessoa morreu nesta segunda-feira (15) após o tombamento de um caminhão que carregava polietileno no km 274 da BR-393, a Rodovia Lúcio Meira, em Barra do Piraí. Segundo a PRF, a vítima, de 52 anos, ficou presa nas ferragens e não resistiu aos ferimentos.

De acordo com a concessionária que administra a rodovia, o veículo, com placa de São Jose dos Pinhais/PR, se acidentou no fim da tarde, no trecho conhecido como “Curva do Aterrado”. A carga acabou se espalhando pela pista, o que deixou o trânsito parcialmente fechado. Por volta das 18h, havia um grande congestionamento no local.

O corpo do homem, de identidade não revelada, foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Barra do Piraí.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (GAEMA/MPRJ) e com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), realiza, nesta terça-feira, 16/07, operação para executar 17 mandados de prisão preventiva e diversos mandados de busca e apreensão na Operação Muzema. Foram denunciadas à Justiça 27 pessoas por envolvimento em organização criminosa e outros delitos relacionados à exploração imobiliária clandestina na região da Muzema e adjacências, dentre as quais a ocupação, loteamento, construção, venda, locação e financiamento ilegais de imóveis, além de ligações clandestinas de água e energia elétrica e corrupção de agentes públicos.

O cumprimento dos mandados conta com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) e da Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco). Também foi requerido pelo MPRJ – e deferido pelo Juízo da 33ª Vara Criminal – a suspensão cautelar das atividades das sociedades empresárias BLX Serviço de Engenharia Ltda e Manuel Containers Andaimes Rio Eireli – Rio Containers, considerando o direcionamento de seus objetos sociais para a prática dos crimes ambientais.

No pedido de prisão, os Promotores de Justiça do GAEMA/MPRJ destacam que o farto acervo probatório demonstra a intensidade com que os denunciados degradam a ordem urbanístico-ambiental, fazendo da prática delituosa seu meio de vida, inclusive com o auxílio de pessoas jurídicas. Segundo a manifestação ministerial, os criminosos colocam em risco a segurança de pessoas que adquirem imóveis que não oferecem o mínimo de qualidade construtiva para seus habitantes e causam graves danos ao meio ambiente.

Entre os principais alvos estão: Bruno Cancella, Antonio de Brito Machado e Thiago de Farias Martins, envolvidos na ocupação irregular, venda e comercialização dos imóveis. As investigações apuraram não só a prática de crimes ambientais, como a supressão de vegetação especialmente protegida (bioma mata atlântica), dano ambiental em área circundante de unidade de conservação e extração clandestina de recursos minerais, como outros delitos correlacionados, notadamente organização criminosa, parcelamento do solo urbano, corrupção, furtos, dentre outros.

De acordo com a denúncia, os empreendimentos imobiliários exploram o déficit habitacional urbano, servindo como fonte ilícita de riqueza para poucos, em detrimento de toda a coletividade, que sofre com o crescimento urbano desordenado e sem equipamentos básicos de infraestrutura. Segundo apurado nas investigações, edificações de grande porte – comercias e residenciais multifamiliares (condomínios mistos) – são erguidas à revelia do poder público, inclusive com a utilização de maquinário pesado, como caminhões, escavadeiras e contêineres, sendo certo que a atuação dos órgãos fiscalizadores municipais não impede a construção clandestina das unidades, ou mesmo a demolição em sede administrativa ou judicial, colocando, assim, a população em risco.

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