Domingo, 22 Setembro 2019
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Um caminhão carregado com cevada tombou esta tarde (24), na BR-393, a Rodovia Lúcio Meira, em Barra do Piraí. O acidente aconteceu na pista sentido Volta Redonda, altura do km 274, no trecho conhecido como "Curva do Aterrado".

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, duas pessoas estavam no veículo: o motorista, de 43 anos, que foi socorrido às pressas pela equipe de resgate da concessionária que administra a rodovia; e uma outra vítima, ainda não identificada, que recebeu atendimento do Corpo de Bombeiros. Os dois foram levados para o Hospital São João Batista, em Volta Redonda.

A carga de cevada se espalhou pela pista, bloqueando totalmente a estrada desde 12h30 e gerando um congestionamento que chegou a 5 km nos dois sentidos. A partir das 13h20, o trânsito começou a funcionar no esquema "siga e pare", liberando o fluxo de forma lenta.

Foto: Divulgação/PRF

Um acidente foi registrado no início dessa manhã (23) na Rodovia Presidente Dutra. Uma carreta tombou na pista sentido São Paulo, na Serra das Araras, no km 220, na altura de Piraí.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, por conta da carga de óleo lubrificante ter caído na pista, a faixa da direita e a do acostamento ficaram interditadas. O trânsito seguiu lentamente pela faixa da esquerda. Ninguém ficou ferido.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e jogou pó de serra na pista evitando que o óleo se espalhasse. Uma equipe da concessionária que administra da rodovia esteve local para fazer a remoção da carga e do veículo

Foto e informações: Radio Acesa FM VR.

A equipe de reportagem do Grupo RBP de Comunicação recebeu a informação de que os radares de trânsito, conhecidos como "pardais", posicionados em alguns pontos da RJ-145, em trechos urbanos e nas proximidades da via Dutra, à altura de Piraí, teriam sido retirados. A informação foi apurada e, conforme informações do comandante da Guarda Municipal de Barra do Piraí, Enoch Mello, a medida foi tomada para manutenção do material.

Ao todo, são quatro pardais de Piraí até Barra do Piraí, retirados para a manutenção e modernização. De acordo com o comandante, ainda não há uma previsão para a recolocação dos radares.

Foto: Divulgação

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) divulgou um raio-X dos eventos de trânsito envolvendo vítimas socorridas pela corporação em 2017. A publicação Vidas em Trânsito, disponível no site da instituição, tem como base os atendimentos pré-hospitalares realizados no território fluminense envolvendo veículos terrestres. A partir dos dados registrados pelas unidades operacionais do CBMERJ, foi possível desenvolver uma análise epidemiológica e geográfica dos acidentes, traçando o perfil das ocorrências e das vítimas de cada região.

"A riqueza de informações coletadas permite produzir diagnósticos e conhecer as relações multifatoriais de causalidade das lesões e mortes decorrentes de acidentes de trânsito no Estado. Com esta iniciativa, o Corpo de Bombeiros do Rio amplia a abrangência de sua atuação, vai além da assistência imediata às vítimas e fornece informações que podem ser usadas para basear e fortalecer estratégias de prevenção", afirmou o secretário de Estado de Defesa Civil e comandante-geral do CBMERJ, coronel Roberto Robadey Jr.

Vidas em Trânsito
Os homens - especialmente os jovens - foram as vítimas mais numerosas Estado em 2017. Na faixa etária de 20 a 29 anos, por exemplo, três de cada quatro socorridos pelo CBMERJ eram do sexo masculino. A incidência foi 324% maior do que entre as mulheres da mesma idade. Campeões em acidentes, eles também foram os que se envolveram nos casos de maior complexidade e gravidade.

Apesar da predominância masculina adulta, de forma geral, o relatório chama a atenção para a prevalência de acidentes envolvendo bicicletas, entre as crianças, e os atropelamentos, entre os idosos. As motocicletas apareceram como meio de locomoção campeão em vítimas atendidas (47,7%), seguidas dos automóveis (28,9%), dos atropelamentos (11,7%) e das bicicletas (6,9%). Apenas 2,8% das pessoas socorridas estavam em ônibus, 1,2% em caminhões e 1% em vans.

"Embora as motos só representassem 16,7% da frota do Estado, foram responsáveis por quase metade dos socorros a vítimas registrados 2017. Os eventos de colisão envolveram 24.516 pessoas, a maioria delas (66,3%) contra anteparos ou outros veículos. Quedas representaram 33,7% dos casos. Já os automóveis, que correspondem a 68,2% da frota, foram registrados como meio de transporte de menos de 1/3 dos atendidos", explicou o comandante.

Os membros inferiores (34%) e superiores (31,6%) foram as partes mais afetadas dentre as lesões causadas, seguidos da cabeça - crânio (10,1%) e face (11,7%). Os eventos que geraram maior número de traumas graves foram os atropelamentos; o menor número diz respeito a vítimas socorridas em ônibus. "Pedestres são mais vulneráveis a traumas múltiplos, lesões graves e mortes. As vítimas ficam desprotegidas e expostas ao impacto direto do veículo", complementou Robadey.

Dos 1.236 óbitos constatados na cena do socorro, 35,5% envolviam condutores ou tripulantes de motocicletas, 33,9% ocupantes de automóveis e 20% de pedestres. Os outros 10,6% contabilizam outros perfis.

Dispositivos de segurança
O relatório aponta que apenas 44,7% dos acidentados em automóveis usavam o cinto de segurança. Entre os motociclistas, a utilização do capacete foi registrada em 63% dos casos. O assento infantil só foi percebido em 34,6% dos socorros envolvendo crianças de zero a sete anos.

"É fundamental ressaltar a importância dos dispositivos de segurança obrigatórios. É fácil observar: quanto maior a proteção, menor a lesão. Nossos registros mostram, por exemplo, que apenas 25,3% das vítimas graves de acidentes de carro, com risco iminente de vida, estavam de cinto. Dentre os que saíram ilesos, 69,9% usavam o equipamento de proteção. O mesmo padrão é notado entre os motociclistas. Nas fatalidades, mais da metade não usava capacete. Entre as vítimas leves, o uso do acessório foi registrado em 75,5% dos casos", destacou o oficial.

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