Segunda, 24 Setembro 2018
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Os efeitos negativos da paralisação dos caminhoneiros na economia começam a perder força. Dados da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelam que o Indicador de Confiança do Consumidor (ICC) registrou crescimento de 3,47% pela segunda vez consecutiva em agosto na comparação com o mês anterior. O índice atingiu 42,4 pontos ante 41,0 pontos em julho. Embora os resultados mostrem um pequeno avanço na confiança da população, o indicador não superou os 50 pontos que, segundo a metodologia, aponta a diferença entre o sentimento de confiança e de pessimismo dos consumidores.81% dos consumidores avaliam que economia vai mal e 41% dizem que vivem aperto financeiro

O Indicador de Confiança do Consumidor é composto por dois subindicadores: o de Percepção do Cenário Atual e o de Expectativas para o Futuro. Em agosto, o Indicador de Percepção do Cenário Atual obteve a marca de 29,8 pontos, enquanto o Indicador de Expectativas pontuou 55,0, mantendo-se acima dos 50 pontos desde o início da série, exceto em junho deste ano, quando chegou a 48,6 resultado da greve dos caminhoneiros.

Em termos percentuais, a sondagem revela que 81% dos consumidores consideram ruim o desempenho da economia no momento atual. Outros 17% acham o cenário regular e apenas 1% avaliam que o quadro é bom. A principal queixa entre os que fazem uma avaliação negativa do cenário econômico é o desemprego, mencionado por 73% desses consumidores. Em seguida, aparecem a percepção de que os preços estão elevados (58%) e as altas taxas de juros (36%).

Essa percepção negativa também impacta a própria vida financeira dos brasileiros: 41% consideram sua situação financeira ruim. Já 49% afirmam que as finanças se mantêm regular e 10% dizem que estão boas. Para os que que mencionaram enfrentar aperto, o elevado custo de vida é o principal motivo para essa percepção negativa, citado por metade desses consumidores (50%). Entre outras razões apontadas estão o desemprego (43%), a queda da renda familiar (27%), a perda de controle financeiro (10%) e os imprevistos (10%).

Já para os poucos que enxergam o momento atual de sua vida financeira como bom ou ótimo, o controle das finanças teve papel fundamental — mencionado por 65%. Também foram citados aspectos, como posse de uma reserva financeira (22%), aumento dos rendimentos (19%), aumento da renda familiar (16%) e conquista recente de um novo emprego (9%). “A crise impactou a renda dos brasileiros, que vivenciam uma situação difícil, mas ela não é a única responsável pelos problemas financeiros da população. A falta de controle dos gastos, sobretudo em momentos adversos, pode piorar ainda mais o orçamento e levar ao agravamento da inadimplência”, pondera a economista.

35% dos brasileiros estão pessimistas com os próximos meses; custo de vida é apontado como maior peso no orçamento

Quando questionados sobre as perspectivas para a economia nos próximos seis meses, 35% mostraram-se pessimistas e 42% disseram não estar nem otimista nem pessimista. Apenas 18% afirmaram estar otimistas. Entre os pessimistas, 57% ressaltaram que a corrupção é o principal motivo da expectativa negativa de recuperação do cenário econômico.

O clima de otimismo é melhor ao avaliarem sobre o que esperam para o futuro da própria vida financeira. A sondagem revela que mais da metade (58%) tem boas expectativas para os próximos meses. Os pessimistas, por sua vez, somaram 8%, enquanto 29% não têm expectativas nem boas nem ruins.

A sondagem também chama a atenção para o custo de vida, apontado por 49% dos entrevistados como o principal peso sobre o orçamento familiar. O endividamento é um fator que se destaca, mencionado por 17%, seguido do desemprego e a queda dos rendimentos mensais (10%). Essa percepção sobre o custo de vida reflete, mesmo com a queda da inflação, a perda de renda real durante o período mais agudo da crise.

Sobre evolução de preços, 92% notaram aumento das contas de luz na comparação entre agosto e julho. Para 90%, a alta foi percebida no valor dos produtos vendidos nos supermercados e 86% viram os preços dos combustíveis dispararem. Na sequência, aparecem os itens de vestuário (70%), bares e restaurantes (68%) e telefonia (65%).

O Cluster Automotivo Sul Fluminense, em parceria com a Firjan, reuniu mais de 200 profissionais que atuam ou estão em fase de desenvolvimento em gestão na região. O encontro, que aconteceu no auditório da Volkswagen Caminhões e Ônibus, em Resende, debateu os caminhos da liderança hoje diante de um cenário de instabilidade política e econômica.

Os líderes têm um papel fundamental para que as empresas possam vencer os mais ousados desafios. De acordo com o coordenador da Comissão de Pessoas do Cluster Automotivo, Eduardo Almeida, para liderar, é preciso ter leitura de cenários, ser flexível e estar atento às constantes mudanças. “Para isso, é fundamental envolver a equipe na busca dos melhores resultados, unindo propósitos profissionais e pessoais”, ressalta.

A abertura do evento contou com a presença do vice-presidente de produção e logística da Volkswagen Caminhões e Ônibus, Adilson Dezoto. “Investimos continuamente na gestão de nossos recursos humanos e buscamos as melhores práticas como forma de valorizar nossos colaboradores, que reconhecemos como nosso principal ativo”, comenta Dezoto.

Dentre os principais assuntos debatidos, estão: como criar um ambiente favorável para engajamento da equipe, o poder da comunicação assertiva e eficaz, como fazer mais com menos e ainda inovar, e como promover a sinergia entre as gerações.

Para o presidente da Firjan no Sul Fluminense, Antônio Carlos Vilela, em um cenário de incerteza política e econômica, as empresas têm o desafio de identificar soluções para driblar a crise e manter sua competitividade. "O líder é essencial na busca dos caminhos mais sensatos para a resolução de problemas e para gerar confiança na equipe, a fim de que todos se sintam parte do mesmo propósito", ressalta.

Para mediar o encontro, que aconteceu sexta-feira, 14/9, estiveram presentes o especialista em Formação de Lideranças, Desenvolvimento Gerencial e Gestão Estratégica, Wellington Moreira; o diretor regional da empresa global de pesquisa, consultoria e treinamento Great Place to Work, Roberto Mossiman, e a gerente de planejamento de produto da Volkswagen Caminhões e Ônibus, Lívia Simões.

Empresários do setor metalmecânico do Sul Fluminense terão a oportunidade de conhecer os laboratórios de alta tecnologia da Firjan SENAI Volta Redonda. A visita acontece em 19/9, às 14h, e faz parte do Roadshow Instituições de Ensino, com foco em inovação, tecnologia e desenvolvimento regional. O objetivo é apresentar às empresas os recursos disponíveis na unidade para o desenvolvimento de produtos inovadores.

Por meio de visitas gratuitas, o setor produtivo, desde agosto, tem tido a oportunidade de conhecer os recursos materiais, técnicos e humanos das instituições de ensino presentes no Sul Fluminense. No dia 19/9, a visita acontece às 8h, na Universidade Federal Fluminense (UFF) e, às 14h, na Firjan SENAI Volta Redonda.

Dentre os equipamentos que os empresários terão a oportunidade de conhecer na Firjan SENAI Volta Redonda, estão os simuladores de empilhadeira e de solda, equipamentos de última geração para aulas práticas. Primeiro, o estudante treina no ambienta virtual e depois pratica na máquina real, sem sair da unidade. O local tem também laboratórios de TI, Metrologia, Ensaios Mecânicos e Metalográficos, Hidráulica e Pneumática, e oficinas de Soldagem, Mecânica de Manutenção, Ajustagem Mecânica, Fresagem, Tornearia Convencional e Usinagem CNC.

Mais informações pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone (24) 3340-6550.

A Receita Federal paga nesta segunda-feira o 4º lote do Imposto de Renda 2018, que inclui as restituições residuais dos anos de 2008 a 2017. Será pago um total de R$ 3,3 bilhões para 2.646.626 contribuintes. Serão compemplados pouco mais de 2,5 milhões de contribuintes. Em nota, a Receita Federal informa que há ainda o aplicativo para tablets e smartphones, para  consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF, diretamente em suas bases de dados.

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