Quarta, 20 Março 2019
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Com objetivo de apresentar projetos e programas que tenham como premissa o aumento da competitividade empresarial, com foco em inovação, o Sebrae, em parceria com o Projeto Liderança para Desenvolvimento Regional (Lider), realizará o evento gratuito Programas de Fomento à Inovação, no dia 28 de março, às 15h, no Sebrae Volta Redonda (Av. Paulo de Frontim, 463 – Aterrado).  O evento é destinado a gestores e responsáveis pela área de inovação de médias e grandes empresas (MGEs) da região Médio Paraíba.

Durante o encontro, haverá a apresentação dos programas Nexos e de Encadeamento Tecnológico - Corporate Startup, além das estratégias de atuação para a geração de negócios e desenvolvimento de novas tecnologias, com dedução de impostos em inovação, com as participações dos analistas do Sebrae, Krishna Aum de Faria e Renato Perlingeiro.

Em linhas gerais, o Nexos funciona a partir do aporte financeiro da grande empresa, por meio de instrumentos fiscais de apoio à inovação, com a finalidade de viabilizar a realização de projeto de pesquisa, desenvolvimento e inovação para aprimoramento de novos produtos tecnológicos pelos pequenos negócios.  O Sebrae e a Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores) serão responsáveis por coordenar e monitorar as atividades desenvolvidas.  Já o processo de conexão entre startups e MGEs, durante o programa de Encadeamento Tecnológico - Startup Corporate, poderá ocorrer em vários formatos, por exemplo: desafios tecnológicos, hackathon e ideathon. Os ciclos do Startup Corporate acontecerão de maneira periódica com duração, aproximada, de 10 meses.

De acordo com a analista do Sebrae Rio, Nathália Corrêa este evento é uma ação de acesso a mercado e a investimento. “O segundo passo será conectar pequenos negócios inovadores ofertantes de soluções tecnológicas com as médias e grandes empresas demandantes, para geração de negócios e/ou investimentos, fortalecendo assim as cadeias de valor.”

Lider

O Lider é uma iniciativa do Sebrae que já vem sendo desenvolvida em 17 regiões de 12 estados brasileiros. A região do Médio Paraíba é a primeira do estado do Rio de Janeiro a iniciar o programa, reunindo líderes regionais com a missão de pensar o desenvolvimento regional de forma mais sustentável, do ponto de vista econômico e social. Os líderes regionais representam as 12 cidades da região que aderiram ao Programa, que foi iniciado em outubro de 2017.

A metodologia do Lider surgiu em 2008 e foi concebida pelo Sebrae Nacional para mobilizar e apoiar as lideranças para a otimização dos recursos locais, com ênfase nos pequenos negócios. O objetivo é unir as lideranças de um determinado território para discutir e planejar a região a longo prazo, promovendo a qualificação dessas lideranças para a criação, formulação e implantação de um programa de desenvolvimento regional, e seus mecanismos de sustentação.

Em 2018, o Lider lançou um Plano de Ação para a região do Médio Paraíba, e seus 12 municípios, com ações previstas a serem implementadas até 2030. Construído a partir dos quatro eixos: Turismo, Educação, Mobilidade e Tecnologia, o trabalho é um planejamento para o desenvolvimento região, que contou com a participação de quase 50 lideranças de diferentes segmentos, incluindo empreendedores, empresários, gestores municipais e gestores do terceiro setor, todas engajadas e comprometidas para a concretização das metas propostas. Os municípios abrangidos no Plano são: Barra do Piraí, Barra Mansa, Itatiaia, Pinheiral, Pirai, Porto Real, Quatis, Resende, Rio Claro, Valença, Vassouras e Volta Redonda.

Especificamente no eixo Tecnologia, o objetivo estratégico é expandir a capacidade de produção de soluções tecnológicas no Médio Paraíba e entre as ações propostas está a implantação, em 2019, de um Polo Virtual de Tecnologia, que será um ambiente virtual onde empresas, universidades, governos municipais e outras instituições realizem negócios dentro da área de tecnologia. O grupo responsável por este eixo prevê a adesão de seis universidades e 20 empresas por município. Outra ação prevista é fomentar projetos de cooperação para soluções de problemas das empresas, entidades e prefeituras por meio de parcerias com academias locais e internacionais.

No primeiro repasse de recursos de tributos do mês de março, o governo do Estado do Rio de Janeiro depositou, na semana passada, R$ 162,2 milhões para os 92 municípios fluminenses. Os valores correspondem à distribuição de parte da arrecadação de IPI, IPVA e ICMS às administrações municipais. Neste montante, os repasses relacionados ao Fundeb não estão incluídos. No mês de fevereiro, os municípios receberam um total de R$ 1,13 bilhão. Os depósitos semanais são realizados por meio da Secretaria de Fazenda, conforme prevê a Lei Complementar nº 63, de 11 de janeiro de 1990. As consultas dos valores dos exercícios anteriores podem ser feitas no site da Fazenda (www.fazenda.rj.gov.br), no caminho Portais > Tesouro > Serviços > Relatórios > Transferências aos Municípios.

Agenda Tributária

Os valores semanais transferidos aos municípios fluminenses variam em função dos prazos fixados na legislação vigente. Dependendo do mês, pode haver até cinco datas de repasses. As variações destes depósitos oscilam conforme o calendário mensal, os prazos de recolhimento tributário e o volume dos recursos arrecadados. A agenda de recolhimento tributário pelos contribuintes está concentrada no dia 10 de cada mês.

Índice de Participação dos Municípios

Os repasses aos municípios dos tributos IPI e ICMS são liberados de acordo com os respectivos Índices de Participação dos Municípios (IPM), apurados anualmente para aplicação no exercício seguinte, conforme determina a Constituição Federal e observado o disposto na Lei Complementar Federal nº 63, de 11 de janeiro de 1990, nas Leis Estaduais nº 2.664, de 27 de dezembro de 1996, e nº 5.100, de 04 de outubro de 2007, e nos Decretos Estaduais nº 46.470, de 23 de outubro de 2018, e nº 46.575, de 13 de fevereiro de 2019. Os repasses aos municípios do tributo IPVA são liberados com base na Lei Estadual nº 2.877, de 22 de dezembro de 1997, e na Lei Federal nº 11.494, de 20 de junho de 2007.

 

Os clientes residenciais da Light no estado do Rio vão pagar mais caro pela tarifa da conta de luz a partir da próxima sexta-feira, dia 15 de março. A energia elétrica ficará 11,45% mais cara para os consumidores atendidos pela empresa. O reajuste foi anunciado nesta terça-feira pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A companhia atua em 31 municípios do Estado do Rio de Janeiro, incluindo Barra do Piraí, e fornece energia a mais de 10 milhões de pessoas.

De acordo com a concessionária, a partir de sexta-feira os clientes residenciais atendidos na baixa tensão terão aumento de 11,45%na tarifa, enquanto que os demais consumidores da baixa tensão (comerciais, Iluminação Pública e os que vivem em áreas rurais) vão arcar com aumento de 11,60%, 11,53% e 21,09%, respectivamente. Já para os clientes abastecidos em alta tensão (grandes indústrias, por exemplo), os percentuais médios vão variar entre 7,23%% e 12,33%.

A Light explicou que até 14 de março, dia anterior ao reajuste, os clientes serão cobrados pela tarifa antiga, que será reajustada a partir do dia seguinte. Tendo como exemplo, em uma conta de energia com medição de consumo até 20 de março, o consumidor observará que, até quinta-feira, o valor a pagar será correspondente ao da tarifa anterior e, nos 6 dias seguintes, à nova que foi corrigida.

Foto: Daniel Castelo Branco / Agência O Dia

Após duas quedas consecutivas, a taxa de desocupação voltou a subir e ficou em 12% no trimestre móvel fechado em janeiro, acima dos 11,7% registrados no período encerrado em outubro pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua). O aumento representou a entrada de 318 mil pessoas na população desocupada, totalizando 12,7 milhões de trabalhadores nessa condição. Já a subutilização da força de trabalho ficou em 24,3% no período, somando 27,5 milhões de pessoas nesse grupo. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

“Com a entrada do mês de janeiro, houve um aumento da taxa de desocupação. É algo sazonal, é comum a taxa aumentar nessa época do ano por causa da diminuição da ocupação”, explica, em nota emitida pela equipe de imprensa do Instituto, o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo. Apesar da sazonalidade, Cimar destaca que este trimestre fechado em janeiro foi menos favorável que os mesmos períodos de 2018 e 2017. “Ano passado houve estabilidade na população ocupada e na desocupada, enquanto, neste ano, cresceu o número de desocupados”, complementa.

Já a categoria dos trabalhadores por conta própria cresceu 1,2% na comparação com o trimestre anterior (23,9 milhões de pessoas), o que significa um aumento de 291 mil pessoas neste contingente. Por outro lado, caíram os empregados do setor privado sem carteira assinada (-321 mil pessoas, de um total de 11,3 milhões) e os trabalhadores do setor público caíram 1,8% (11,5 milhões). Enquanto isso, os empregados do setor privado com carteira assinada permaneceram estáveis (32,9 milhões), assim como os trabalhadores domésticos (6,2 milhões).

“Tivemos queda no contingente de empregados do setor privado e no setor público. No primeiro, isso atingiu, principalmente, os trabalhadores sem carteira assinada. Apesar disso, a informalidade aumenta ainda mais, com influência do crescimento dos trabalhadores por conta própria”, diz Cimar.

Enquanto isso, o grupo de pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas (6,8 milhões) e na força de trabalho potencial (8 milhões), assim como as desalentadas (4,7 milhões), apresentaram estabilidade em relação ao trimestre anterior. Já a população fora da força de trabalho aumentou em 403 mil pessoas, somando 65,5 milhões no trimestre fechado em janeiro.

Rua Ana Nery, 120 - 9º andar
Centro, Barra do Piraí - RJ
CEP 27123-150
Tel.: (24) 2443-1470 (AM)
(24) 2443-1098 (FM)

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