Sábado, 25 Mai 2019
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O Sebrae realizará, no próximo dia 16 de maio, em Volta Redonda, um encontro de negócios exclusivo para a cadeira produtiva de óleo e gás nas esferas de exploração, produção, refino e gás natural.  As inscrições estão abertas, e as informações foram divulgadas pela equipe de assessoria de imprensa do Sebrae. A ideia é, segue nota, promover um ambiente favorável para aproximação comercial entre os pequenos negócios e grandes empresas do setor. Trata-se de uma oportunidade de fazer network, conhecer potenciais clientes, fornecedores e parceiros, além da geração de negócios futuros.

No encontro, são realizadas reuniões comerciais simultâneas para apresentação mútua de produtos e serviços.  De acordo com a analista Nathalia Correa, durante a sessão de negócios, os empresários terão a oportunidade de apresentar seus produtos e serviços para todas as empresas, de uma forma dinâmica e ágil, proporcionando interação entre os participantes e negócios.

 

Programação

8h30 às 9h | Credenciamento

9h às 10h | Palestra Cenários e oportunidades do setor de petróleo e gás

10h às 11h | Palestra Introdução à indústria de transformação digital

11h às 11h30 | Apresentação de grandes empresas do setor

11h30 às 13h | Sessão de Negócios

Serviço

Encontro de Negócios Volta Redonda

Data: 16/05/2019

Local: CDL Volta Redonda (Rua Simão da Cunha Gago 19, Aterrado - Volta Redonda)

Investimento: R$50 (dois participantes por empresa)

Inscrições pelo site:  https://forms.gle/kSSL6B37BxAdVnbU8 (até 14/5/2019)

Informações: (24) 3347-3481 | 3347-5846

Com a necessidade de controlar custos e gerir com bons resultados, os restaurantes adotaram a ficha técnica. No lugar de improvisação, a ficha se tornou um importante instrumento de padronização, treinamento e controle de qualidade para os restaurantes. Desta forma, para apoiar os empresários do setor de gastronomia, o Sebrae realizará, no dia 30 de abril, às 10h, em Volta Redonda, a palestra Ficha Técnica para Serviços de Alimentação: Bar, Restaurante, Lanchonetes e Padarias. As informações são da assessoria de imprensa do Sebrae.

No encontro serão abordadas as etapas operacionais na produção de preparações, definição e verificação de per capitas, conceitos e exemplos práticos da elaboração de fichas técnicas, custos e suas aplicações, entre outras informações. De extrema importância para o restaurante e demais serviços de alimentação, a ferramenta padroniza a produção, com o registro de todas as etapas de elaboração dos pratos, ingredientes, quantidades e custo de produção. Ainda é possível manter custos e lucros sob controle (custos variáveis, despesas fixas e margem de lucro) do bar ou restaurante.

A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-RJ) impediu, nesta quinta-feira (18/04), as inscrições estaduais de 146 empresas de diversos segmentos econômicos localizadas fora do Estado do Rio de Janeiro que estão com débitos de ICMS. Essa é a primeira medida da Operação Impedidos, que também vai proibir os caminhões desses contribuintes de passar pelas três barreiras fiscais de entrada no estado – Nhangapi, Morro do Coco e Levy Gasparian. A dívida estimada dessas empresas em 2018 é de quase R$ 47 milhões.

Mesmo sediadas fora do Estado do Rio, essas empresas recebem uma inscrição estadual, procedimento previsto em lei para facilitar o recolhimento de ICMS por Substituição Tributária (ST) – sistema no qual um único contribuinte é responsável por repassar aos cofres estaduais o imposto de toda a cadeia de circulação de mercadorias – e o Diferencial de Alíquota (Difal) de ICMS na venda a consumidor final não contribuinte ao qual o estado de destino do produto tem direito desde 2016, por meio da Emenda Constitucional 87/2015.

Os contribuintes, no entanto, não recolheram integralmente o tributo em pelo menos três períodos em um intervalo de 12 meses, o que levou ao impedimento das inscrições. As mesmas serão desbloqueadas apenas quando todo o débito for pago. Caso a empresa queira liberar o caminhão retido da barreira fiscal, terá que pagar o ICMS relativo àquela carga. Os contribuintes impedidos já haviam sido notificados anteriormente para que se regularizassem em um prazo de 15 dias. Mesmo assim, as empresas não pagaram a dívida e por isso tiveram as inscrições estaduais impedidas nesta quinta-feira.

 “A Operação Impedidos está exigindo, na entrada de caminhões no Rio de Janeiro, o ICMS por Substituição Tributária dos contribuintes de outros estados que tiveram sua inscrição estadual no RJ impedida por causa de diversos tipos de irregularidades. Até que eles acertem as suas pendências com o Fisco estadual, o pagamento do ICMS-ST deverá ser feito por operação”, afirmou o Superintendente de Fiscalização da Sefaz-RJ, Thompson Lemos. Essa é a 14ª operação de combate à sonegação e fortalecimento da arrecadação realizada este ano pela Sefaz-RJ.

Mais da metade (54%) das indústrias instaladas nas regiões Metropolitana e Sul Fluminense foi impactada pelas chuvas que acometeram o estado do Rio, nos dias 8 e 9 de abril, mostra pesquisa realizada pela Firjan. Das 516 empresas ouvidas, 9% declararam que tiveram a sua produção totalmente paralisada e 5% calcularam média de oito dias para restabelecer plenamente seu funcionamento. Segundo estimativas da Firjan, os impactos implicam em uma perda de R$ 39,8 milhões no PIB da indústria do Rio de Janeiro, com queda de faturamento já identificada por pelo menos 14% das empresas das duas regiões. Os setores mais prejudicados foram os de Construção Pesada e Civil e Moda.

Entre os principais impactos relatados, 38% das indústrias sofreram alagamentos em seu entorno, o que impossibilitou a chegada de funcionários em 34% das empresas, o que corresponde a 45,5 mil pessoas com deslocamento comprometido. “Somos uma empresa pequena, com poucos funcionários. Logo, o problema de mobilidade nos atingiu bastante”, contou o empresário Alexandre Duarte.

Plano emergencial
Mais de 20% das indústrias também enfrentaram dificuldades no recebimento de matéria-prima e 30% no escoamento da produção. Para outras, os problemas foram ainda mais graves: parques industriais alagados (em 12,6%) e danos em seus produtos finais (5%). “No Sul Fluminense, diversas empresas sofreram as consequências diretamente em toda a sua linha de produção, desde a parte de insumos até o produto final. São prejuízos significativos. Esse cenário de caos mostra que não estamos projetados de forma adequada ou, pelo menos, não estamos cuidando de modo apropriado da manutenção do fluxo de escoamento das águas das chuvas”, destacou Antônio Carlos Vilela, presidente da Firjan Sul Fluminense.

Vilela contou que a empresa que administra conseguiu escapar dos efeitos do temporal, por ter investido no desenvolvimento de um plano emergencial, após anos sofrendo os impactos dos altos índices pluviométricos. “Todos temos que trabalhar em conjunto na busca de soluções, desde a iniciativa privada, passando pelos municípios e pelo estado, até a federação. Mas em curto prazo, recomendo que cada empresa faça uma análise criteriosa de suas vulnerabilidades, diante do cenário de altas chuvas, e crie um plano de contingência para minimizar os impactos e não precisar parar as máquinas”, ressaltou.

 

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