Domingo, 22 Setembro 2019
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A Secretaria de Estado de Fazenda inicia nesta quinta-feira, 5/09, a cobrança de 900 contribuintes que não pagaram o ITD (Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações de Quaisquer Bens e Direitos) e devem R$ 5 milhões aos cofres fluminenses. O contato com esses contribuintes será feito pelos servidores da Sefaz-RJ que atuam no call center da pasta. Esse setor foi criado em maio deste ano com a finalidade de recuperar débitos existentes de impostos estaduais. Já foram arrecadados até o momento mais de R$ 50 milhões.

Os servidores do call center da Sefaz-RJ vão ligar para os contribuintes com débitos não pagos desde 2016. As ligações ocorrerão em dias úteis e no horário comercial. Todos receberão as orientações dos servidores da Sefaz-RJ e os protocolos de segurança serão cumpridos para garantir o sigilo das informações. Nenhum valor referente à dívida será informado ao telefone, sendo fornecidas somente as orientações de como devem proceder para emitir o DARJ (Documento de Arrecadação do Rio de Janeiro) e demais informações em caso de dúvidas.

É importante destacar que, para a emissão do DARJ, é necessário ter acesso à declaração e imprimir as Guias de Lançamento. Apenas o declarante que preencheu a declaração poderá imprimir as guias para geração do DARJ. Para isso, deverá acessar o Portal da Fazenda (www.fazenda.rj.gov.br), clicar em “acesso rápido” (ao lado direito do site) e depois em “DARJ e GNRE”.

Após o prazo estipulado de 30 dias para o acerto com o fisco, contado a partir do contato telefônico, o contribuinte que não pagar o imposto terá o débito inscrito na Dívida Ativa do Estado do Rio.

O prefeito de Barra Mansa, Rodrigo Drable, abre oficialmente nesta quinta-feira, 29, às 18 horas, a XXI Feira de Negócios do Sul Fluminense (Flumisul). São aguardados para a solenidade o vice-presidente da TurisRio, César Werneck, os assessores técnicos da Secretaria de Estado de Turismo, Sérgio Ricardo e Sandro Capadócia entre outros representantes do Executivo Estadual e das seguintes entidades: Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa), Instituto Clécio Penedo, CDL-BM (Câmara de Dirigentes Lojistas), Aciap (Associação Comercial, Industrial, Agropastoril e Prestadora de Serviços), Sicomércio (Sindicado do Comércio Varejista de Barra Mansa, Quatis e Rio Claro), Sesc (Serviço Social do Comércio), Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), Sindpass (Sindicado das Empresas de Transporte de Passageiros de Barra Mansa e Volta Redonda) e do Codec (Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico). A Banda Sinfônica do Projeto Música nas Escolas abrilhantará o evento, segundo informações da assessoria de imprensa da prefeitura de Barra Mansa.

A Feira de Negócios do Sul Fluminense acontece até o próximo domingo, 1º de setembro, no Parque da Cidade Natanael Geremias, no Centro. Com a participação de expositores dos segmentos do comércio, indústria, prestação de serviços, turismo, gastronomia, festa, cultura, entretenimento, entre outros, e uma programação bastante diversificada, Flumisul espera atrair 50 mil visitantes durante os quatro dias de evento e gerar 800 empregos diretos e indiretos.

A perspectiva, segundo o secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, Agnaldo Raymundo, é de que sejam concretizados negócios da ordem de R$ 31 milhões. “Estudos da Fundação Getúlio Vargas apontam que o evento favorece as chances de negócios a serem realizados ao longo de um ano. Funciona como uma vitrine para que os expositores deem visibilidade aos seus produtos e serviços, além de possibilitar a troca de experiência entre os segmentos”, destacou.

O secretário reafirmou que frente às mudanças econômicas do Brasil, a Flumisul evidencia o tema ‘Mudar para Crescer’ com a finalidade de fomentar habilidades que permitam criar uma nova ordem diante dos desafios de empreender e se firmar no mundo dos negócios. “É fato que existe uma retração no mercado financeiro, no entanto, as empresas que estão abertas a novos conceitos estão redescobrindo novas formas de negócios inovadoras e autossustentáveis”, analisou.

O presidente da Firjan, regional Sul Fluminense, Antônio Carlos Vilela, ressaltou a importância da Flumisul. “Estamos muitos satisfeitos em participar desse evento há 21 anos, contribuindo para o desenvolvimento econômico da região, ajudando a reunir parceiros da indústria, comércio e prestação de serviços num ambiente que favorece a consolidação de novas oportunidades e fomentar a busca por maior competitividade no mercado. Destaque para as rodadas de negócios que vão debater temas fundamentais e de interesse do empresariado, como a Indústria 4.0, a reforma trabalhista e a segurança alimentar”, disserta.

Mandar e-mail, pesquisar na internet, trocar mensagens instantâneas com amigos, tirar fotos, ouvir música e até mesmo fazer ligações. O smartphone se tornou um aparelho essencial na vida dos brasileiros, ao ponto de que muitos já não conseguem imaginar como seria a sua rotina sem essa ferramenta. Exemplo dessa necessidade, é que em cada dez jovens que possuem um smartphone, oito (77%) garantem que a sua vida seria prejudicada de alguma forma, caso não tivessem o aparelho. Nesse caso, as áreas mais afetadas seriam as atividades de lazer (39%), os estudos ou o trabalho (39%), a vida social (37%) e as finanças (21%). É o que atesta resultado de pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).  

De acordo com o estudo, oito em cada dez jovens brasileiros (84%) entre 18 e 24 anos, nascidos dentro da chamada Geração Z, possuem um smartphone, enquanto 66% mencionam a posse de um notebook. Eles usam o smartphone, principalmente, para ouvir música (72%), acessar as redes sociais (71%), assistir à vídeos (67%), tirar fotos (63%) e ler ou enviar mensagens instantâneas para amigos (58%). A pesquisa ainda mostra que 87% dos jovens entrevistados acessam a internet todos os dias, principalmente por meio do smartphone (81%), opção bem mais à frente do que os que acessam a partir de um computador de mesa (51%) ou via notebooks (48%). Navegar na internet via smart TV e tablets é tarefa para 24% e 15%, respectivamente, dos jovens.

“A Geração Z não está apenas crescendo cercada pela tecnologia, mas sua visão de mundo e a maneira como constroem relacionamentos e interagem com o meio à sua volta parecem passar cada vez mais pelo uso de aparelhos móveis conectados. Eles não estão apenas ‘imersos’ no ambiente virtual, mas suas próprias vidas são, em parte, digitais”, observa o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), José César da Costa.

As informações foram levantadas em uma pesquisa conduzida pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com o objetivo de analisar o comportamento e a relação dos jovens brasileiros da Geração Z com a tecnologia.

Internet é o meio mais utilizado para ficar informado sobre as notícias, mas compras ainda são concentradas nas lojas físicas

O ambiente on-line é o preferido da Geração Z, não apenas para buscar todo tipo de informação, mas também para estar em dia com as relações sociais e ampliar o círculo de amizades, bem como para lidar com compromissos financeiros.

Assim, em comparação ao meio físico, a internet é mais frequentemente utilizada para ficar informado sobre as notícias em geral (87%), buscar informações sobre produtos e serviços (82%), manter o contato com amigos e familiares (72%), conhecer pessoas (66%), fazer transações bancárias e pagar contas (58%) e fazer cursos (52%). As aquisições em geral, incluindo itens como roupas, sapatos e eletrônicos, contudo, ainda são feitas em sua maioria nas lojas físicas (58%).

“As redes sociais têm um importante papel de divulgação das informações sobre marcas, incluindo seus serviços, contatos, localização e recomendações. No meio desse mundo de usuários conectados, é preciso saber onde estão aqueles com quem a marca deseja realmente dialogar.”, acrescenta Costa. 

Sites e aplicativos são os principais canais de compra on-line

A pesquisa também buscou entender como se comportam os jovens brasileiros desta nova geração em relação ao consumo. No que diz respeito às compras feitas pela internet, os meios mais utilizados são os sites de redes varejistas (61%), aplicativos (52%), redes sociais (31%) e o WhatsApp (26%). Os itens mais frequentemente adquiridos na internet pelos jovens são roupas, sapatos e acessórios (51%), eletrônicos (45%), livros (35%), jogos eletrônicos (32%), maquiagem cosméticos e perfumes (30%) e eletrodomésticos (26%).

97% dos jovens da geração Z utilizam redes sociais. Principais motivos são contato com familiares e amigos e se manter informado

O levantamento mostra que as redes sociais também servem como espaço de socialização e busca de informações variadas: 97% da Geração Z usam alguma rede social, com destaque para o WhatsApp (82%), o Facebook (79%), o YouTube (78%) e o Instagram (73%).

Dentre os principais motivos para utilizá-las estão manter contato com amigos e familiares (59%), ficar informado sobre notícias de assuntos diversos (54%), buscar informações sobre produtos e serviços (40%) e fazer amizades (32%).

Dividir momentos do dia-a-dia pela internet também é um hábito comum dos jovens: 84% daqueles que estão presentes em redes sociais admitem o costume de compartilhar conteúdo em seus perfis, sendo que 45% compartilham fotos e vídeos pessoais, 42% fotos e vídeos de terceiros que tenham gostado e 34% fazem posts pessoais.

“A internet tem contribuído para democratizar o acesso ao conhecimento e as redes sociais potencializam o alcance das informações, promovendo interações entre as pessoas, troca de experiências, a oportunidade de se expressarem e também de consumirem com mais facilidade e comodidade. Os jovens estão na vanguarda dessa transformação e vem moldando novos padrões de comportamentos, que todos acabam aderindo mais tarde. Grupos de mídia, varejistas, propagandistas ou até mesmos setores da educação, todos precisam se adaptar aos novos tempos”, afirma Costa.

Não receber item comprado, produto ou serviço diferente das especificações da venda e clonagem de cartão despontam como as fraudes mais comuns. Perda de tempo e burocracia para provar que estão com a razão são principais dificuldade, avaliam vítimas. Prejuízos gerados equivalem a R$ 1,8 bilhão
Sejam consumidores, empresas ou governos, as fraudes financeiras representam um risco para a segurança de diversos setores da economia. E com o avanço tecnológico, as oportunidades e os métodos para fraudar também vêm se tornando cada vez mais sofisticados, causando danos financeiros em um número cada vez maior de pessoas. De acordo com uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 46% dos internautas brasileiros foram vítimas de algum tipo de golpe financeiro nos 12 meses anteriores ao estudo, o que equivale a um universo aproximado de 12,1 milhões de pessoas.

Na avaliação do presidente da CNDL, José Cesar da Costa, é importante que o consumidor tome cuidados básicos para evitar transtornos com as fraudes e desconfie de facilidades ofertadas. “O comércio eletrônico tem crescido consistentemente no Brasil, em grande medida, devido a uma combinação entre diversidade, preços competitivos, comodidade e segurança nos mais diversos segmentos de consumo. Entretanto, muitas pessoas não tomam os cuidados necessários nas transações on-line o que contribui para que sejam enganadas. São comuns, por exemplo, ofertas com valor muito abaixo da média praticada no mercado, o que já mostra um indício de que pode ser se tratar de tentativa de golpe”, alerta o Costa.

Prejuízos gerados pelas fraudes equivalem a R$ 1,8 bilhão; quase um quarto das vítimas perdeu documentos pessoais

Pouco mais da metade (51%) dos entrevistados afirma ter sofrido algum prejuízo financeiro com a fraude, sendo o valor médio do dano de R$ 478,00. A estimativa é de que o prejuízo total decorrente de fraudes financeiras nos 12 meses anteriores à pesquisa chegue a cerca de R$ 1,8 bilhão. Dentre os fatos que antecederam a fraude, a pesquisa revela que os mais comuns foram perda de documentos pessoais (24%), roubo, assalto ou furto (21%), perda de cartão de débito ou crédito (18%) e fornecimento acidental de dados pessoais para terceiros por telefone, e-mail, WhatsApp ou em sites (13%).

Considerando aqueles que disseram ter fornecido acidentalmente dados pessoais ou cópias de documentos pessoais para terceiros, 40% cadastraram seus dados em sites falsos de promoção, 39% se inscreveram em suposta vaga de emprego, 22% realizaram compra em site falso sem perceber, 21% receberam um contato telefônico de uma pessoa se passando por funcionário da instituição financeira, 18% receberam notificação falsa para quitação de débito e 18% receberam falso e-mail de banco ou empresa pedindo atualização de dados cadastrais ou bancários.

Oito em cada dez consumidores acreditam serem passíveis de algum tipo de fraude

Diante dessa vulnerabilidade, as fraudes mais sofridas pelos entrevistados foram o não recebimento de produto comprado (52%), compra de um produto ou serviço diferente das informações especificadas pelo vendedor (42%), cartão de crédito ou débito clonado (25%), contratação de serviços ou compra indevida de itens usando documentos falsos, perdidos ou roubados da vítima (14%), transações financeiras em conta bancária sem autorização (13%) e pagamento de serviço não realizado (11%).

Entre os serviços contratados e não realizados, 32% contrataram o serviço de falsa agência de emprego, 24% de uma empresa de renegociação de dívidas, 22% de organizadores de festas e 22% de limpeza de nome negativado.

Já para quem teve produtos ou serviços adquiridos em seu nome, usado em documentos falsos, perdidos ou roubados, as ações criminosas mais comuns foram a contratação de pacotes de internet (29%), TV por assinatura (29%), linha de telefone celular (25%), empréstimo (24%) e crediário (17%).

Dentre as principais dificuldades enfrentadas para se proteger das fraudes estão o fato de não saberem se um site é confiável e seguro para transações financeiras (53%), não conseguir identificar se um boleto é verdadeiro (45%), buscar informações sobre como os dados ficam guardados em empresas e órgãos públicos (39%) e não compartilhar dados pessoais nas redes sociais (38%).

Por sua vez, as medidas mais adotadas para se proteger e evitar novos golpes são: fazer compras somente em locais confiáveis (43%), pesquisar sobre a reputação das lojas em sites de reclamação e redes sociais (41%), não compartilhar dados pessoais nas redes sociais (38%) e não responder a e-mails ou telefonemas que solicitam informações pessoais como senhas, número de cartão ou de conta bancária (38%).

Perfil das vítimas: maioria mora no Sudeste com idade média de 37 anos

As vítimas de fraudes financeiras estão distribuídas quase que igualmente entre mulheres (53%) e homens (47%). A média de idade de 37 anos. Considerando a renda familiar, os entrevistados estão divididos em três intervalos principais: 23% ganham de R$ 999,00 a R$ 1.996,00, outros 22% de R$ 2.995,00 a R$4.990,00 e 20,5% recebem de R$ 1.997,00 a R$ 2.994,00. Pouco menos da metade reside no Sudeste (47%) e 23% estão no Nordeste.

Eletrônicos e vestuário lideram o ranking de itens não recebidos. Marketplace é principal canal de venda fraudulenta

Considerando os canais mais comuns para a ocorrência de fraudes, destaca-se a liderança das lojas online (54%). Na sequência aparecem os bancos (9%), as lojas físicas pequenas (8%), as lojas físicas de grande porte (8%) e as financeiras (6%).

Em relação ao não recebimento de produtos comprados, os itens mais mencionados são eletrônicos (35%), seguidos de roupas, calçados e acessórios (31%), cosméticos e perfumaria (13%), eletrodomésticos (12%) e artigos infantis (9%). Nesse caso, os locais de compra mais comuns onde ocorreram as fraudes de não recebimento das compras foram os sites de lojas que vendem produtos diversos como marketplaces, lojas de pessoas físicas online e produtos usados (67%), site próprio de vendas de uma loja (28%), perfil de empresa em rede social (12%) e perfil pessoal em rede social (10%).

Após vivenciar a fraude, 30% tiveram o nome negativado e 52% relatam estresse

Três em cada dez vítimas tiveram o nome negativado (30%) devido a fraude sofrida. Os problemas decorrentes podem afetar o acesso ao crédito do consumidor, e até mesmo ocasionar consequências emocionais e para a saúde.

Tendo em vista as demais consequências, 52% relatam estresse, 24% precisaram ajustar o orçamento para cobrir prejuízos, 23% perderam tempo regularizando a situação na polícia e órgãos competentes e 16% falam em depressão, ansiedade ou outros problemas psicológicos.

34% ainda não recuperaram nenhuma quantia perdida na fraude; 53% têm esperanças de reaver o valor

Segundo o levantamento, 34% dos consumidores não recuperaram nenhum valor após sofrerem algum tipo de fraude. Por outro lado, seis em cada dez (66%) consumidores que tiveram perdas já conseguiram recuperar uma parte (34%) ou todo o valor perdido (32%). A expectativa em relação à recuperação dos valores perdidos é relatada por 53% das vítimas que não conseguiram resolver a situação, sendo que 44% acreditam na recuperação do valor total. No entanto, 47% já não têm esperanças de reaver a quantia.

Questionados sobre as dificuldades enfrentadas para solucionar a fraude financeira, os entrevistados mencionam a perda de tempo (45%), a burocracia para provar que estavam com a razão (33%), a perda de dinheiro (30%) e o fato de não saber a quem procurar para resolver a situação (27%). A pesquisa ainda mostra que 80% tomaram alguma medida para resolver o problema, principalmente procurar o banco ou a administradora do cartão de crédito (25%), negociar com a empresa que causou a fraude para reaver valores ou reparar danos (23%) e recorrer à polícia através de Boletim de Ocorrência (18%). A própria empresa onde ocorreu a fraude foi a principal instância que contribuiu para resolver o caso (32%), seguida dos órgãos de defesa do consumidor (20%) e da operadora do cartão de crédito (19%).

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