Segunda, 21 Janeiro 2019
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O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria de transformação paulista subiu 0,6% em março ante o mês de fevereiro, na série com ajuste sazonal. No fechamento do 1º trimestre houve elevação de 0,4% em relação ao quarto trimestre de 2017, resultado que mostra desaceleração do ritmo de crescimento da atividade manufatureira paulista se comparado aos dados dos quatro trimestres do ano de 2017 (1ºtri17: 2,7%, 2ºtri17: 1,8%, 3ºtri17: 2,4% e 4ºtri17: 1,5%). Na série sem ajuste, o indicador mostrou alta de 5,2% na variação acumulada no ano e de 2,9% em relação a março de 2017.
A variável de vendas reais (+5,8%) foi a principal responsável por influenciar o INA positivamente no mês, além da projeção para a Produção Industrial Mensal (PIM-SP), de 1,4% de aumento. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) permaneceu praticamente estável em 0,1 p.p. e a variável das horas trabalhadas na produção cedeu 0,2% na análise com tratamento sazonal. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 27/04, pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).
Quanto à trajetória de manutenção da recuperação da atividade econômica brasileira e da indústria de transformação, Roriz avalia que deve se manter nos próximos meses, embora em ritmo ainda moderado. "Essa retomada gradual e moderada se deve à incerteza quanto ao cenário eleitoral e ao andamento das reformas, como a da previdência. Outro fator que contribui para o crescimento mais lento da atividade econômica são os elevados spreads bancários, limitando o efeito da queda da taxa Selic aos seus patamares mínimos históricos. A redução dos juros não chegou ainda ao consumidor", avalia o vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho.
Entre os setores pesquisados, os destaques ficaram por conta de veículos automotores, cuja atividade subiu 4% em março, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção e o total de vendas reais avançaram 8,8% e 0,9%, respectivamente. Já o NUCI recuou 0,4 p.p.
O INA do setor de móveis subiu 1,9% no mês. As horas trabalhadas na produção, o total de vendas reais e o NUCI avançaram 1,1%, 7,6% e 0,1 p.p, respectivamente.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (26) novas mudanças que devem ter reflexo nos juros cobrados pelas operadoras de cartões de crédito.

Entre as alterações está a limitação no valor dos encargos em caso de atraso e o fim da exigência de pagamento mínimo de 15% da fatura para o cliente entrar no chamado "rotativo regular".

As mudanças começam a valer em 1º de junho e foram anunciadas um ano após entrarem em vigor as novas regras para o uso do rotativo do cartão de crédito.

Desde abril do ano passado, o consumidor só pode fazer o pagamento mínimo de 15% do cartão por um mês. Na fatura seguinte, o banco não pode mais rolar a dívida. O cliente tem que pagar o valor total ou parcelar a dívida em outra linha de crédito, com o juro mais barato.

O Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego, aponta que o Rio de Janeiro fechou o mês de março com saldo positivo de empregos formais. Os municípios que mais se destacaram foram: Rio de Janeiro, com 1.273 novos postos de trabalho; Macaé (498); Itaguaí (272); Teresópolis (208); Nova Iguaçu (143); Nova Friburgo (133) e Barra Mansa (132). O setor de serviços foi o segmento que mais influenciou para obtenção do resultado.  Na análise dos últimos 12 meses, sete municípios apresentam constância na geração de empregos formais: Resende, que fechou 12 meses com saldos positivos, Itaguaí com 11, Pinheiral e Porto Real com 10 e Piraí, Nova Friburgo e São Pedro D`Aldeia, com 9.  De um modo geral, a análise aponta 42 municípios com números positivos.

País - O número de empresas com contas em atraso e registradas nos cadastros de devedores cresceu 8,92% em março de 2018, na comparação com o mesmo mês do ano passado. O crescimento foi puxado, principalmente pela região Sudeste, cujo crescimento do número de empresas inadimplentes foi de 15,26% na comparação anual. Na demais regiões também houve crescimento, mas em patamares menores e em tendência de desaceleração: alta de 3,56% no Sul, 2,35% no Centro-Oeste, 2,33% no Nordeste e 1,23% no Norte. Os dados foram apurados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Na passagem de fevereiro para março de 2018, sem ajuste sazonal, houve leve alta de 2,36% nos atrasos no país.

  Os especialistas do SPC Brasil explicam que a alta expressiva da inadimplência na região Sudeste é um fenômeno localizado, que aconteceu devido a revogação de uma lei no Estado de São Paulo que exigia por parte dos credores o envio de uma carta com Aviso de Recebimento (AR) antes de efetivar o registro de atraso. “Com o fim da lei, que burocratizava e tornava mais caro o processo de registrar uma dívida no banco de dados, muitas das negativações que estavam represadas entraram na base de dados de forma mais abrupta, contribuindo para um aumento da inadimplência não apenas na região Sudeste, mas no Brasil como um todo”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

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