Sábado, 25 Mai 2019
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O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico e Geração de Emprego e Renda, Lucas Tristão, apresentou nesta sexta-feira (18/01), no auditório da Fecomércio-RJ, no Flamengo, acompanhado do governador Wilson Witzel, propostas de sua pasta para a retomada do crescimento da economia fluminense. Diante de uma plateia de 250 pessoas, entre as quais se destacavam autoridades empresariais, representantes do corpo consular no Rio Janeiro e parlamentares, o secretário Lucas Tristão sintetizou a missão da secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico.

"O ponto focal do desenvolvimento econômico do Rio de Janeiro há de ser o crescimento orgânico da economia do estado, com a atração de novos investimentos e ampliação dos projetos empresariais aqui já estabelecidos. Isso resolverá, de um só turno, dois dos nossos maiores problemas: o desequilíbrio fiscal e o desemprego, através do incremento da arrecadação e a potencialização de geração de emprego e renda. Precisamos tornar o Rio seguro, não só na composição mais austera e inteligente das nossas polícias, mas também juridicamente, sinalizando para o mercado interno e externo que o nosso Estado respeita as instituições e preza pelo equilíbrio das cláusulas contratuais e por um ambiente negocial competitivo, sob a batuta do liberalismo econômico", disse Tristão.

O secretário afirmou que o Rio está de portas abertas para receber novos investimentos e considerou urgente a necessidade de revisão da política de benefícios fiscais, invertendo a lógica das duas últimas décadas. "Não são os incentivos fiscal e financeiro que viabilizam os negócios, são os negócios que viabilizam os incentivos. As nossas empresas têm que ser naturalmente competitivas, e os benefícios fiscais devem agir somente no comércio das commodities, nos serviços que são os mesmos aqui e em outros estados", afirmou o secretário.

O governador Wilson Witzel destacou a necessidade de maior autonomia dos estados e redução da burocracia para alavancar os empreendimentos em infraestrutura e elevar os investimentos. "É preciso rever o pacto federativo, o Rio de Janeiro arrecada em impostos federais R$ 120 bilhões e tem que cuidar da educação, saúde, segurança pública, tem que fazer praticamente tudo. Hoje existem amarras burocráticas que estão impactando no desenvolvimento econômico do Brasil. O que precisamos é destravar essas amarras e fazer com que nossos estados tenham mais autonomia", disse o governador.

O barateamento do custo para novos empreendimentos do Rio de Janeiro também é uma preocupação do governo do Rio. Esse desafio vai ser enfrentado com a atração de projetos estruturantes e de logística. Para viabilizar isso, Lucas Tristão anunciou que o Governo do Estado já apresentou ao Congresso Nacional a alteração dos artigos 21 e 25 da Constituição Federal, para permitir que os Estados, em concorrência com a União, também explorem diretamente, por meio de concessões, portos, aeroportos, ferrovias e energia.

PPPs e nova Economia

Outra meta revelada pelo secretário é a diminuição da taxa de mortalidade dos PMIs (Procedimentos de Manifestação de Interesse), que no Brasil, hoje, gira em torno de 92%. O compromisso com a modernidade também é, segundo ele, uma prioridade do Rio de Janeiro. "Precisamos utilizar a economia do presente para financiar a economia do futuro, que acreditamos ser embasada na energia renovável e na tecnologia da informação, com polos tecnológicos. Queremos ser líderes. Queremos que o Rio de Janeiro se torne o Vale do Silício brasileiro", enfatizou Tristão. Acompanharam, no palco, a apresentação do secretário Lucas Tristão, além do governador Wilson Witzel, o presidente da Fecomércio-RJ, Antonio Florencio de Queiroz Junior, o presidente do Sebrae-RJ, José Domingos Vargas, e o vice-governador Cláudio Castro.

Com a definição do novo governo, os consumidores estão mais confiantes. Dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelam que, no último mês de dezembro, o Indicador de Confiança do Consumidor alcançou 45,8 pontos, frente a 40,9 observados no mesmo período de 2017. O avanço foi de 12% na comparação anual. Apesar do crescimento expressivo, o índice mostra que a maioria ainda está pessimista. A escala do indicador varia de zero a 100, sendo que resultados acima de 50 pontos, mostram uma percepção mais otimista do consumidor.

Na avaliação do atual cenário econômico e da própria vida financeira, a percepção dos entrevistados permanece ruim. Em cada dez brasileiros, sete (72%) enxergam o momento da economia de forma negativa — apesar de elevado, esse é o menor percentual desde o início da série histórica, em janeiro de 2017. As principais razões apontadas são desemprego elevado (63%), aumento dos preços (59%), alta na taxa de juros (38%), desvalorização do real frente ao dólar (25%) e menor poder de compra do consumidor (22%). Para 25%, o quadro econômico é regular e apenas 2% consideram bom.

Quanto à vida financeira, 40% dos brasileiros avaliam sua situação como negativa, enquanto 47% classificam como regular e somente 12% como boa. Para quem compartilha da visão negativa, o alto custo de vida é a razão mais citada, por mais da metade (55%) desses entrevistados. O desemprego aparece segundo lugar (40%), ao passo que 24% culpam a queda da renda familiar.

34% dos brasileiros estão otimistas com futuro da economia e maioria acha que finanças pessoais vão melhorar nos próximos seis meses

A sondagem procurou saber o que os brasileiros esperam sobre o futuro da economia e de suas finanças. De acordo com o levantamento, 34% dos brasileiros estão otimistas a economia para os próximos meses, enquanto outros 34% se mantêm neutros, ou seja, não afirmam que as condições econômicas do país estarão melhores ou piores daqui seis meses. Já 27% disseram estar pessimistas.

Entre os que acreditam na retomada da economia, 43% não souberam dizer ao certo a razão. Para 40%, esse clima de otimismo está ligado ao fato de o cenário político se mostrar mais favorável, 12% atribuem à percepção de queda do desemprego e 11% por enxergarem uma estabilização nos preços. Na outra ponta, os pessimistas destacam os escândalos de corrupção (46%), o receio de que a inflação saia do controle (42%) e o desemprego (37%) como fatores que mais pesam.

Quando questionados sobre o que esperam para os próximos seis meses em relação às suas finanças, seis em cada dez brasileiros (61%) acham que sua vida financeira vai melhorar, contra apenas 9% que acreditam em uma piora. Há ainda 25% de entrevistados neutros.

Custo de vida assola famílias brasileiras e é principal queixa de mais da metade dos entrevistados

A sondagem também mostra que o desemprego continua sendo uma das grandes preocupações dos brasileiros. Os dados revelam que quatro em cada dez consumidores (41%) afirmaram ter ao menos um desempregado em sua residência. Além disso, 66% dos brasileiros que trabalham temem, em algum grau, serem demitidos, ante 34% que disseram não ter esse risco.

O que mais tem pesado na vida financeira familiar é o custo de vida, ponto citado por pouco mais da metade (51%) dos entrevistados. Desde o início do ano passado, essa tem sido a principal queixa dos brasileiros. Em seguida aparece falta de emprego (18%), endividamento (14%) e queda dos rendimentos (10%).

Em uma avaliação sobre aumento dos preços, a conta de luz foi o serviço em que mais se notou aumento dos preços, mencionada por 89%. Uma fatia muito próxima (88%) citou alta nos produtos comprados em supermercados, enquanto 80% destacou o valor dos combustíveis e 75% os artigos de vestuário.

Uma caravana do Sebrae Rio com 47 empresários do Médio Paraíba participou nesta quarta-feira (16) de um dos maiores eventos de moda da América Latina, em São Paulo. O Inspiramais reuniu, no Centro de Eventos Pro Magno, mais de 7 mil designers, estilistas, empresários, fornecedores e profissionais das principais indústrias nacionais e internacionais. A missão empresarial foi a primeira ação do ano do Projeto Sebrae Moda Negócios na região.O evento proporcionou conhecimentos, troca de informações e abertura de mercado com novos fornecedores. “A tecnologia digital e sustentável está transformando diversos segmentos da indústria da moda e reinventando a forma de criação e produção. Os empresários do setor precisam acompanhar essas mudanças para sobreviver em um mercado que é glamoroso, mas também arriscado quando não se está bem informado” alerta Marilza Reis, analista do Sebrae que acompanhou a caravana.

A missão empresarial contou com empresários de Barra Mansa, Barra do Piraí, Pinheiral, Resende e Volta Redonda. Todos demonstraram satisfação pelo evento. “Foi uma oportunidade de participar, visualizar e vivenciar a experiência”, disse a empresária Fernanda Francisco da Silva, da Afrottitude. O Inspiramais é um Salão de Design e Inovação de Materiais considerado essencial para toda a indústria de design por efetivar novos processos de criação e levar as principais inspirações da próxima temporada para toda a cadeia de moda, incluindo áreas de confecção, joias, calçados, setor moveleiro e de acessórios. Além de caravanas como essa, o Projeto Sebrae Moda Negócios oferece consultorias e capacitações.

Cerca de 3,4 milhões de trabalhadores começaram a receber o pagamento do sétimo lote do abono salarial dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) 2018-2019, ano-base 2017. Podem receber o benefício os trabalhadores da iniciativa privada nascidos em janeiro e fevereiro e os servidores públicos com final de inscrição 5. A estimativa da Secretaria do Trabalho do Ministério da Economia, é que mais de R$ 2,8 bilhões sejam pagos. As informações são da Agência Brasil

A partir de hoje (17), trabalhadores da iniciativa privada podem procurar a Caixa Econômica Federal. A consulta pode ser feita pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-726 02 07. Para servidores públicos, a referência é o Banco do Brasil, que também fornece informações pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-729 00 01.

Os correntistas da Caixa Econômica Federal, instituição bancária responsável pelo pagamento do PIS (iniciativa privada), tiveram os valores depositados em suas contas nessa terça-feira (15).

Tem direito ao abono salarial ano-base 2017 quem estava inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias em 2017, teve remuneração mensal média de até 2 salários mínimos e seus dados foram informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

O valor do benefício é proporcional ao tempo trabalhado formalmente em 2017. Assim, quem esteve empregado o ano todo recebe o valor cheio, equivalente a um salário mínimo (R$ 998). Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo, que é de R$ 84 – ou 1/12 do salário mínimo –, e assim sucessivamente.

Para os trabalhadores nascidos entre julho e dezembro, o Abono Salarial ano-base 2017 começou a ser pago em 2018. Os nascidos de janeiro a junho realizam o saque em 2019. O prazo final de recebimento para todos os trabalhadores favorecidos pelo programa é 28 de junho de 2019.

Rua Ana Nery, 120 - 9º andar
Centro, Barra do Piraí - RJ
CEP 27123-150
Tel.: (24) 2443-1470 (AM)
(24) 2443-1098 (FM)

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