Terça, 23 Abril 2019
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O governador Wilson Witzel recebeu, nesta quarta-feira, 13, Jurema Werneck e Margaret Huang, diretoras-executivas da Anistia Internacional Brasil e Estados Unidos, respectivamente, além dos pais de Marielle Franco, Antônio Francisco da Silva e Marinete Silva. No encontro, no Palácio Guanabara, Witzel reiterou o compromisso do Governo do Estado com a segunda fase do caso, que, a partir de agora, investigará as motivações e o possível mandante do crime. Nesta quinta-feira, 14, o atentado contra a vereadora e o motorista Anderson Gomes completa um ano 

“A Secretaria de Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro estão empregando todos os esforços neste caso. Asseguro a todos que vamos seguir trabalhando para que tudo seja esclarecido. Temos uma polícia altamente capacitada e independente, que se utilizou de técnicas modernas de investigação na primeira fase e continuará da mesma forma na segunda etapa”, afirmou o governador.

As representantes da Anistia Internacional agradeceram pelo encontro e apresentaram a proposta de um mecanismo independente para acompanhar a investigação policial. Jurema ainda pontuou que o Brasil pode fazer a diferença ao elucidar o crime de grande repercussão no país e no mundo.

“Nossa presença hoje serviu para apresentar as preocupações da Anistia Internacional no caso Marielle Franco e também reconhecer o primeiro passo dado ontem, quando foram apresentados os dois suspeitos de assassinar Marielle. Tivemos a oportunidade de ouvir do governador o firme compromisso de seguir com as investigações e a concordância de que este foi apenas o primeiro passo. Ele se comprometeu diante da família de Marielle e da Anistia que a investigação vai prosseguir até que possamos responder a todas as questões que estão sendo colocadas”, disse a diretora-executiva brasileira.

Marinete Silva, mãe de Marielle, disse se sentir mais segura após a reunião com o governador e ouvir a garantia do prosseguimento do caso. “Foi uma honra ter sido recebida pelo governador e ouvir dele o compromisso com a segunda etapa da investigação”, declarou Marinete.

Conselho Estadual de Segurança

Wilson Witzel também falou sobre a iniciativa do governo de ter criado o Conselho de Segurança do Rio de Janeiro pela primeira vez no Rio de Janeiro. E, aproveitou para convidar a Anistia Internacional a participar das reuniões do órgão. “A Anistia Internacional está convidada a acompanhar as reuniões do nosso Conselho Estadual de Segurança. Estamos sempre abertos ao diálogo. Nosso compromisso é com a ética e transparência”, disse.

Pessoas condenadas pela Lei Maria da Penha (Lei Federal 11.340/06), que criminaliza a violência contra as mulheres, não poderão assumir cargos em comissão nos órgãos da administração pública estadual. A determinação é da Lei 8.301/19, de autoria da deputada Enfermeira Rejane (PCdoB) e do ex-parlamentar Dr. Julianelli. O texto foi sancionado pelo governador Wilson Witzel e publicado no Diário Oficial do Poder Executivo desta quinta-feira (07).

De acordo com a proposta, a vedação vale para condenações em decisão transitada em julgado, até que o cumprimento da pena seja comprovado. “A violência contra a mulher, lamentavelmente, perdura nos diferentes grupos da sociedade como um flagelo generalizado, que põe em perigo suas vidas e viola os seus direitos. É necessário ampliar as medidas de combate a esse crime”, justifica a parlamentar.

O governador Wilson Witzel participou, nesta quarta-feira, 06, em Berlim, na Alemanha, de mesa-redonda com representantes de empresas de diversos setores, como óleo e gás, energia, agronegócio, automóveis, construção e tecnologia. O evento, o primeiro da agenda da comitiva do governo do estado no país, foi promovido pela Confederação Alemã das Câmaras de Indústria e Comércio (DIHK). No encontro, o governador destacou o esforço do Governo do Estado no combate à corrupção e à violência, que tanto afetam a economia do estado.

"Essa nova gestão está 100% comprometida com o resgate da ética, da transparência, da segurança jurídica para que investidores internacionais tenham no Rio de Janeiro um ambiente propício para desenvolver seus projetos", detalha Witzel. O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico e Geração de Emprego, Lucas Tristão, explicou medidas que estão sendo tomadas para desburocratizar os sistemas de importação e exportação e apresentou um panorama do andamento dos grandes empreendimentos já iniciado no estado, como o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Complerj), o Porto do Açu e a construção de Angra 3.

"Pretendemos tornar o Rio de Janeiro o grande hub de gás das Américas. Com isso, acrescido da finalização das obras de Angra 3, estimamos saltar de sétimo para o primeiro parque energético do país. Além disso, a retomada das obras do Comperj e as concessões dos campos maduros de petróleo significam não apenas o avanço do protagonismo do Rio de Janeiro na indústria petrolífera, mas a reinvenção do próprio segmento. Já a ZPE do Porto do Açu atrairá enormes investimentos ao mesmo tempo em que concede benefícios ímpares em uma região estratégica para os industriais", detalhou.

O chefe do Departamento das Américas da DIHK, Mark Heinzel, que mediou a mesa-redonda, elogiou o empenho da comitiva em mostrar ações concretas para aumentar os investimentos no Rio de Janeiro. "O Brasil sempre foi um país caro e com problemas de mão de obra qualificada, falta de infraestrutura e corrupção. São temas que não se solucionam num só dia, mas esperamos que o país finalmente comece a resolver esses problemas. É muito importante que o Brasil venha para a Alemanha para reestabelecer a confiança dos investidores, que foi sendo perdida nos últimos anos. O Rio é o segundo mais industrializado do Brasil e também é importante para a economia da Alemanha e para toda a América Latina", disse Heinzel. Além do secretário Lucas Tristão, acompanharam o governador o secretário de Turismo, Otávio Leite, e o presidente da Codin, Fábio Galvão.

Reuniões sobre segurança, mobilidade e logística

Nesta quinta-feira (07), a agenda segue com reuniões com dirigentes do grupo empresarial Siemens e do Banco de Desenvolvimento da Alemanha (KfW) sobre projetos de energia, óleo e gás e soluções de segurança para Cidades Inteligentes (Smart Cities). Em seguida, o governador irá à sede da Deutsche Bahn, empresa de transporte ferroviário, para conhecer projetos de mobilidade urbana e de logística. Depois, Witzel terá encontros com diretores da Wintershall, subsidiária de óleo e gás da Basf, e da Volkswagen Caminhões e Ônibus da América Latina.

O governador Wilson Witzel participou, nesta quarta-feira (20/02), da terceira reunião do Fórum de Governadores, em Brasília. Witzel e os outros 26 chefes dos executivos estaduais se reuniram com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, para debater a Reforma da Previdência. Durante o encontro, foi apresentado aos governadores pelo ministro Paulo Guedes, a proposta entregue nesta manhã pelo Governo Federal ao Congresso Nacional.

"A solução dessa questão previdenciária passa pelo governo ter condições de aprovar a reforma no Congresso Nacional. É preciso um esforço muito grande do governo para conseguir os votos e convencer os deputados do conteúdo dessa proposta. Se não conseguirmos a aprovação em seis meses, acho difícil termos uma reforma", afirmou o governador.

Witzel disse ainda que foi constituído um grupo de trabalho de governadores para analisar a proposta previdenciária do governo federal e sugerir ajustes no texto. "Esse grupo vai fazer estudos, vai fazer uma proposta e talvez até, através das nossas bancadas, fazer um substitutivo. O que interessa aos estados é a implicação imediata da reforma do regime próprio", ressaltou.

Outros temas econômicos de interesse comum entre os estados serão debatidos no próximo encontro, marcado para o dia 19 de março, que também contará com a presença do ministro Paulo Guedes. De acordo com o governador do Rio, não há como discutir a reforma da previdência sem discutir o problema fiscal dos estados.

"Temos que aproveitar esse momento e fazer também modificações importantes para a recuperação financeira dos estados. Nós não podemos mais adiar soluções para resolver a crise fiscal dos estados. É um problema emergencial. Nós vamos levar propostas de alteração do modelo de recuperação fiscal para que a gente possa ter condições de adimplir essas obrigações dos estados nesse momento difícil", disse.

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