Terça, 23 Abril 2019
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Nesta terça-feira (18) e no último dia 13 de dezembro, a Câmara Municipal de Barra do Piraí, atendendo a um ofício enviado pelo Prefeito Mario Esteves, realizou duas sessões extraordinárias com o objetivo de votar matérias consideradas importantes pelo executivo.

De acordo com o site da câmara, no último dia 13, mesmo em recesso e sem nenhum valor adicional, os vereadores compareceram e aprovaram uma alteração em uma lei municipal que extingui a taxa de fiscalização de estabelecimento, bem como eleva a alíquota do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN) para 5% para o Executivo Municipal, além de liberar R$ 2,7 mi de crédito adicional suplementar.

Nesta terça, com muita discussão entre os vereadores, algumas acusações sobre uma suposta reunião que teria sido realizada dias antes da sessão em um sítio, com o objetivo de alinhavar os interesses do prefeito com a sua base na Câmara, além de divergências em algumas porcentagens no orçamento, foi votado o orçamento municipal para o exercício de 2019.

Foto: Felipe Castro

Na tarde desta sexta-feira, o deputado Estadual Marcelo Freixo (PSOL) deve prestar depoimento na Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e de Inquéritos Especiais (Draco), da Polícia Civil do Rio, como parte das investigações para esclarecer um plano de milicianos para matar o parlamentar, eleito deputado Federal no pleito de 2018.

As declarações de Freixo serão encaminhadas ao delegado Giniton Lage, que também cuida das investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018. O objetivo é apurar se os nomes que aparecem em denúncia também estão relacionados à morte de ambos.

O Disque-Denúncia da Polícia Civil recebeu informação de que um policial militar e dois comerciantes ligados a milícia da Zona Oeste seriam os praticantes do assassinato de Marcelo Freixo.  

 

 

Em entrevista concedida ao jornal "O Estado de São Paulo", o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Richard Nunes, declarou que a vereadora Marielle Franco (PSOL), foi morta por milicianos que viam nela uma ameaça a negócios de grilagem de terras. A vereadora e o motorista Anderson Gomes foram executados há exatos nove meses, no dia 14 de março, e o caso segue em esclarecimento. 

De acordo com ele, Marielle estaria lidando com uma determinada área controlada pela milícia. "A milícia atua muito em cima da posse de terra e assim faz a exploração de todos os recursos. E há no Rio, na área oeste, na baixada de Jacarepaguá, problemas graves de loteamento, de ocupação de terras. Essas áreas são complicadas", relaciona o secretário, que diz ainda que a vereadora vinha falando com os moradores sobre a questão.

DH cumpre mandados relacionados ao caso
Nesta quinta-feira, 13, a Delegacia de Homicídios realizou operação para prender milicianos suspeitos do crime, visando cumprimento de mandados de prisão e busca e apreensão. Equipes estiveram em endereços até mesmo fora do Rio de Janeiro, como Juiz de Fora (MG). Em território fluminense, policiais estiveram em locais como a Zona Oeste do Rio; em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense; em Petrópolis, na Região Serrana; e em Angra dos Reis, na Costa Verde.
Nesta sexta-feira, 14, agentes foram à casa do vereador Marcello Siciliano, também em ação relacionada à investigação das mortes de Marielle e Anderson. Foram apreendidos um tablet, um computador, HD e documentos, assim como outros computadores também foram apreendidos no gabinete de Siciliano, na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro. Siciliano não estava em casa.

Em reunião da Comissão de Orçamento da Alerj, hoje (10/12), o Colegiado acolheu as emendas de autoria do Deputado Estadual Comte Bittencourt que garantirá, na Lei do Orçamento Anual (LOA) 2019, o repasse mensal de verbas para a Faperj (Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro) e para o Consórcio Cederj/Cecierj, responsável pelo ensino público a distância no estado. Durante o encontro, também ficou definido que as universidades estaduais terão mais autonomia financeira, permitindo, assim, que a UERJ, UEZO E UENF possam comprometer até 75% de seu orçamento com despesas de pessoal, garantindo a realização de concursos públicos, inclusive, para a reposição de professores nas instituições.


“É fundamental, dentro desse conceito que temos lutado aqui na Assembleia, garantir mais essa autonomia para as nossas universidades e também oferecer o mesmo tratamento para o consórcio Cederj/Cecierj e à Faperj, no que diz respeito ao repasse de duodécimos, através da LOA 2019. Desta forma, 50% do orçamento será executado mensalmente, dando a mesma dinâmica que asseguramos para as universidades com a aprovação da Emenda Constitucional 71, em 2017”, explica o parlamentar.

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