Domingo, 17 Janeiro 2021
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A Argentina estabeleceu novos requisitos para entrada e saída do país por via aérea, a partir desta sexta-feira (25) até o dia 8 de janeiro, informou o Ministério do Interior em comunicado divulgado nesta quarta-feira (23), em uma tentativa de conter o coronavírus. A informação é da Agência Brasil.

Apenas dois aeroportos do país foram autorizados para viagens internacionais, Ezeiza e San Fernando, ambos atendendo a região da capital, Buenos Aires.

Entre as exigências estão um teste negativo para o coronavírus e a realização de uma quarentena obrigatória de 7 dias, disse o ministério.

De acordo com os dados mais recentes do Ministério da Saúde, há 1.555.279 casos de coronavírus na Argentina, com 42.254 mortes pela doença e 1.379.726 pessoas que se recuperaram.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que, no final de janeiro, alguns grupos prioritários devem começar a receber a primeira dose da vacina contra a covid-19 e que a vacinação em massa deve começar a partir de fevereiro. A informação é da Agência Brasil.

"Nós vacinaremos todos os brasileiros de forma igualitária, de forma proporcional ao número de pessoas por estado e de graça. Confiem na estrutura do SUS [Sistema Único de Saúde], confiem que aqui existem pessoas que estão realmente trabalhando diuturnamente para que a gente tenha a vacina distribuída o mais rápido possível e a todos os brasileiros", disse o ministro.

Pazuello também afirmou que a vacina será voluntária e gratuita.

Até o momento, nenhuma vacina contra a covid-19 foi aprovada para uso no país pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o país tem contrato “com quatro a cinco laboratórios”, sendo que três vacinas estão na última fase de estudos no Brasil: da Astrazeneca, da Pfizer e da Janssen. Segundo Pazuello, o governo está trabalhando para que o país tenha uma vacina registrada o mais rápido possível.

Segundo o Plano Nacional de Imunização, nas primeiras fases serão vacinados grupos específicos, como trabalhadores da saúde, idosos, pessoas com comorbidades, profissionais de segurança, indígenas e quilombolas, por exemplo. A expectativa de Pazuello é que a vacinação chegue aos demais públicos da população cerca de quatro meses após a vacinação dos grupos prioritários.

“São quatro grandes grupos prioritários e, após esses grupos prioritários, que a gente visualiza 30 dias para cada grupo prioritário, a gente começa a vacinar a população dentro das faixas etárias”, disse Pazzuelo.

Segundo o ministro, esses 30 dias seriam suficiente para se aplicar a duas doses da vacina.

Após aprovada, a vacina estará disponível nos 38 mil postos espalhados pelo país que já fazem parte do Plano Nacional de Imunização.

O prefeito eleito de Conceição de Macabu, no interior fluminense, Dr. José Castro, morreu aos 70 anos, vítima da covid-19. Ele estava internado no Hospital Unimed de Macaé, no norte do estado. A informação é da Agência Brasil.

A informação foi divulgada pelo diretório estadual do PSD, partido ao qual o político era filiado. Segundo o partido, Castro tinha comorbidades, e devido ao vírus, sofreu complicações de saúde. “Chegou a passar por uma cirurgia onde retirou o stent que tinha desde 2018, quando sofreu um infarto, e colocou ponte de safena. A pressão arterial também não estava boa”, informou o PSD, em nota.

O atual prefeito do município, Cláudio Linhares, decretou ontem (22) luto por três dias na cidade. Com a morte de Dr. José Castro, a prefeitura será assumida, em 1º de janeiro de 2021, pelo vice-prefeito eleito Valmir Lessa.

A França reabre suas fronteiras para passageiros vindos da Inglaterra nesta quarta-feira (23), encerrando um bloqueio que tinha a intenção de conter a propagação de uma nova variante do coronavírus, mas que deteve milhares de caminhões antes do Natal. A informação é da Agência Brasil.

Vários países no mundo fecharam suas fronteiras para o Reino Unido após uma nova variante do coronavírus significativamente mais transmissível ser descoberta se espalhando rapidamente pelo sul da Inglaterra.

Com filas de caminhões se estendendo até o horizonte na Inglaterra e com as prateleiras dos supermercados vazias poucos dias antes do Natal, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, lutou para conseguir com que o presidente francês, Emmanuel Macron, levantasse o bloqueio aos caminhões direcionados ao Reino Unido.

Na noite de ontem (22), um acordo foi alcançado com o governo da França para permitir que franceses e outros moradores da UE retornassem para casa, contanto que eles tenham um teste negativo da covid-19 feito há menos de 72 horas.

O Reino Unido informou que começaria a distribuir testes em várias locações nesta quarta-feira (23), mas alertou que o processo levaria tempo.

Os caminhoneiros receberam instruções para não se dirigirem para a região de Kent, onde estão as principais ligações com os sistemas ferroviários e de balsas.

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