Terça, 26 Março 2019
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1 – Síndrome do Toque Fantasma - Um dos primeiros a trabalhar a temática foi o Dr. Larry Rosen, professor aposentado e ex-presidente do Departamento de Psicologia da Universidade do Estado da Califórnia, nos Estados Unidos. No livro iDisorder o especialista mostra que 70% dos usuários assíduos já sentiram o aparelho de celular vibrar ou tocar sem nem ter recebido notificações ou ligações.

2 -  Nomofobia - O termo foi utilizado pela primeira vez em 2008 em um artigo do UK Post Office para abreviar a expressão inglesa “no-mobile”. Em português a expressão significa a ansiedade causa pelo distanciamento do celular ou devido à falta de bateria do aparelho. As consequências da patologia são problemas de interação social e dificuldades de se comunicar em público.

3 – Depressão - A depressão por conta das redes sociais acontece quando o usuário deposita a sua realização pessoal no número de curtidas e quantidade de comentários recebidos nas publicações. Recentemente, uma pesquisa publicada na revista Cyberpsychology, Behavior, and Social Networking comprova essa relação.

4 - Problemas na Coluna - O ato de inclinar a cabeça para mexer no celular pode colocar uma carga muito além da suportada pelo pescoço do usuário. Um estudo publicado pela Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos revelou que a coluna cervical aguenta no máximo seis quilos. Porém, dependendo do posicionamento do pescoço para interagir com os dispositivos eletrônicos, é aplicada uma carga de até 27 quilos.

 

5 - Perda Auditiva -  A interferência dos fones de ouvido em casos de perda auditiva é acontece cada vez mais devido a alta frequência utilizada pelos usuários. Inclusive, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um comunicado no qual metade dos jovens ao redor do mundo escutam músicas em volumes prejudiciais aos tímpanos.

6 – Insônia -  O pensamento coletivo de que o uso de forma despretensiosa de aparelhos eletrônicos faz a vontade de dormir aparecer mais rápido é mito, pois a luz emitida pelos dispositivos faz com que o organismo produza menos melatonina – hormônio responsável pela regulação do sono.

Fonte: Instituto Brasileiro de Coaching (IBC)

O fone de ouvido caiu no gosto dos brasileiros, seja para lazer ou para o trabalho, é usado quase diariamente. Apesar da praticidade, o uso exagerado e incorreto vem preocupando os médicos. Dados da Sociedade Brasileira de Otologia (SBO) apontam que 35% dos casos de surdez são consequências da exposição a ruídos diários - também presentes em shows, boates e festas.O médico otorrinolaringologista do Instituto Brasiliense de Otorrinolaringologia (Iborl), Fayez Bahmad Jr aponta que esse tipo de problema, conhecido como perda auditiva induzida por ruído, é uma das doenças mais frequentes entre crianças e adolescentes. " Vocês pais e mães fiquem atentos se seus filhos estão expostos a ruídos intensos, de mp3 players, trios elétricos, casas de shows, explosões de fogos de artifícios, entre outros. Isso pode causar perda auditiva neurossensorial irreversível, por lesão das células sensoriais do aparelho auditivo", alerta.De acordo com Bahmad aconselha-se o mínimo de exposição possível.

"A forma adequada de se utilizar os fones de ouvido é nunca ultrapassar a intensidade média do aparelho, por exemplo, se o volume do aparelho vai de 0 a 10, você não pode ultrapassar a média, o 5, porque nele contém a intensidade de som que é tolerável a partir disso, pode gerar perda auditiva.Ele explica que o efeito é cumulativo e que a intensidade e o tempo dependentes. "A partir da exposição a sons com intensidade de 80 db por um período superior a 30 minutos o aparelho auditivo começa a desenvolver lesões em suas células que são muito sensíveis", ressalta."A perda auditiva induzida por ruído é a doença mais comum dos tempos modernos e infelizmente nossas crianças estão expostas a esse tipo de coisa e desenvolvendo perda auditiva desde uma idade muito precoce e isso deve ser evitado", finaliza Bahmad.

A Campanha de vacinação contra a gripe está em vigor desde o final de abril, com imunização válida para o vírus Influenza tipo A (H1N1 e H3N2) e B. No próximo dia 12 deste mês, será o chamado Dia D da vacina, que preconiza, na rede pública: idosos acima de 60 anos, crianças com mais de 6 meses e menos de 5 anos, gestantes, mulheres até 45 dias após o parto, trabalhadores de saúde, povos indígenas, portadores de doenças crônicas (como as cardiovasculares) e professores. 

Além da gripe, a estação de transição propicia picos de crise de doenças respiratórias; assim, seguem orientações da Secretaria de Estado de Saúde sobre estas doenças: 

Perguntas e respostas sobre doenças respiratórias

Quais são as doenças respiratórias mais freqüentes no inverno?

Rinite alérgica, asma, sinusite, bronquite crônica e enfisema.

Por que no inverno?

Nessa estação do ano há fatores que estimulam a ocorrência das doenças respiratórias como baixa umidade, resfriamento do ar, o contato com ácaros de roupas guardadas. Ambientes fechados e ventilação reduzida facilitam a transmissão dos agentes como o vírus, que fica suspenso no ar até 24 horas, e os bacilos até 48 horas. Se o ambiente for úmido favorece a proliferação do fungo.

Qual a causa dessas doenças?

Os responsáveis pelas infecções respiratórias agudas são os vírus (mais de 90% dos casos) e as bactérias. As reações alérgicas (rinite, por exemplo) são causadas, em sua grande maioria, pelos ácaros – microorganismos encontrados na poeira. A asma, doença genética, não tem cura, mas sim controle.

Qual a população mais atingida?

Geralmente idosos e crianças. Na Terceira Idade apresenta-se a imunidade mais baixa, diabetes, doenças cardíacas, enfisema e bronquites crônicas. As crianças são mais suscetíveis devido ao convívio em creches, onde uma contamina a outra, além do ambiente fechado.

Dicas para prevenir doenças respiratórias

 

  • • Sempre deixar o ambiente ventilado
  • • Lavar as mãos freqüentemente durante todo o dia
  • • Beber bastante água, mesmo sem sentir sede
  • • Etiqueta da tosse (tossir no punho e no dorso)
  • • Evitar o contato de crianças sadias com pessoas com infecção respiratória;
  • • Evitar o acúmulo de poeira em casa;
  • • Lavar e secar ao sol mantas, cobertores e blusas de lã guardadas por muito tempo

Fonte: Secretaria Estadual de Saúde

Volta Redonda – Em comunicado a direção do Hospital Vita de Volta Redonda informou o encerramento das atividades do Centro Médico (Vita Medical Center), Pronto Atendimento e Internações Eletivas, a partir do próximo dia 25. Até o dia 31 de julho serão mantidos apenas os  atendimentos em Cardiologia, Endoscopia Digestiva, Laboratório de Análises Clínicas, Banco de Sangue, RX, Ultrassonografia, Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética.

Estes serviços seguem por se tratarem de atendimentos prestados através de empresas terceirizadas e com permissão judicial para serem mantidos até junho. O Vita ressaltou, que a medida se refere ao cumprimento da decisão judicial proferida pela 4ª Vara Cível da Comarca de Volta Redonda. Na mesma nota, a direção do Hospital Vita agradece a equipe técnica – médicos e enfermeiros –  além do público que ao longo dos anos buscou atendimento na unidade de saúde.

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