Sábado, 20 Julho 2019
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O inverno chegou e as temperaturas já caíram em diversas cidades brasileiras. Nesta época do ano, os animais podem precisar de cuidado extra para não sofrer com o frio e ficarem doentes. Julia Oliveira de Camargo, médica veterinária da Dog Saúde, clínica veterinária localizada em Jundiaí-SP, afirma que é aconselhável colocar roupinhas nos pets, pois eles também sentem frio, principalmente os de pelo curto. Mas a especialista alerta que é preciso ficar atento ao escolher o tipo de roupa, pois ela pode provocar problemas de pele em alguns animais. “Há cães que são alérgicos e começam a se coçar, gerando um grande incômodo, além de outras consequências negativas, como o aparecimento de feridas e sangramentos.”

Filhotes sofrem mais com o frio

Os filhotes, por serem mais frágeis e terem menos gordura corporal, sentem mais frio. Eles precisam de uma proteção ainda maior, pois são muito sensíveis e suscetíveis a ter o sistema imunológico enfraquecido no inverno. “Os filhotes não podem sentir frio de jeito nenhum já que correm o risco de ficar gravemente doentes”, destaca.

Toda pelagem protege do frio?

Segundo Julia, tudo depende do tipo de pelagem. Existem cachorros que têm uma pelagem própria que os protegem. As raças de países frios, como por exemplo Husky Siberiano e Akita, possuem pelagens que ajudam a mantê-los aquecidos. “De fato, eles acabam sofrendo no verão e não no inverno”, explica. Por outro lado, os cães Poodle e Maltês são raças mais sensíveis, que naturalmente sentem mais frio.

Nem todo pet se dá bem com qualquer tecido

A veterinária conta que alguns animais apresentam sensibilidade ao algodão ou outros tecidos. “Nesses casos, o animal pode demonstrar sinais de que algo está errado, ele pode começar a se coçar, o pelo pode cair bastante”, esclarece. Caso isso ocorra, recomenda-se tirar imediatamente a roupa do animal. No entanto, essa rejeição nem sempre acontece. “Também existem animais que usam as roupinhas e não têm problema nenhum”, lembra Julia.

Animais feridos ou com alergia: nada de roupinha!

A roupinha não é indicada quando o animal apresenta feridas na pele. Para que a cicatrização não demore mais, o local da ferida precisa estar aberto, para que haja oxigenação. Além disso, cães e gatos que tenham alergia, devem ficar longe das roupinhas, pois eles podem ter muita coceira e há casos em que eles se coçam tanto que a pele chega a sangrar. “Para protegê-los contra o frio, vale deixá-los em um ambiente mais aquecido, junto com almofadinhas e cobertinhas”, sugere a médica veterinária da Dog Saúde.

O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira, 30 de maio, por unanimidade, o projeto de Lei que obriga a notificação compulsória dos casos de câncer no Brasil. O PLC 14/2018, aprovado na Câmara dos Deputados em março, é de autoria da deputada Carmem Zanotto (PPS/SC). No Senado, o relator do projeto foi Waldemir Moka (MDB/MS). A nova lei tem como objetivo corrigir distorções na base de dados nacional sobre a doença, de forma a facilitar o direcionamento de investimentos e políticas públicas. “Como uma das autoras da Lei dos 60 Dias, que prevê o primeiro tratamento para pacientes oncológicos no SUS em até 60 dias após o diagnóstico, esse texto legal vai garantir o melhor planejamento e direcionamento de recursos para tratamento do câncer no país”, afirmou a deputada Carmen Zanotto.

Os registros oficiais sobre casos diagnosticados de câncer no Brasil estão muito longe da realidade. É provável que existam entre 800 mil e 900 mil brasileiros passando pelo tratamento de algum tumor maligno no SUS, entre pacientes recém-diagnosticados e reincidentes, na estimativa apresentada pelo médico Sandro Martins, coordenador-geral de Atenção Especializada do Ministério da Saúde. No entanto, de acordo com a informação oficial disponível mais recente no SISCAN, de 2015, apenas 68 mil casos foram registrados em hospitais pelo Brasil naquele ano.

Para Martins, “há probabilidade de que a incidência de câncer no país seja 50% maior do que conseguimos demonstrar oficialmente". Em sua opinião, apesar de os números oficiais apontarem que existiriam 200 casos de câncer para cada 100 mil brasileiros, sem levar em conta os cânceres de pele não-melanoma, "estes números são nossa melhor inferência, mas podem não corresponder à realidade”.

Esta constatação evidencia um grave problema de informação, que resulta no prejuízo às iniciativas dos orgãos governamentais competentes ao direcionar investimentos e promover ações relacionadas ao tratamento da doença no Brasil. Sem dados corretos, é quase certo que o Ministério da Saúde esteja planejando e direcionando suas ações de maneira ineficiente.

O sedentarismo, caracterizado pela ausência de atividades físicas, já é conhecido como a doença do século e pode causar diversos problemas de saúde. O cardiologista Augusto Scalabrini explica que atualmente este não é somente um distúrbio de quem não pratica exercícios, mas sim da falta de qualquer atividade física. Embora hoje em dia as pessoas tenham adquirido maior consciência a respeito desse tema, boa parte ainda não tem hábitos que auxiliem no processo para a mudança. "Já se sabe que a qualidade do envelhecimento é diretamente proporcional à constância de atividade física durante a vida", explica o médico.

Ainda assim, uma pesquisa realizada pelo Pnad em 2017 aponta que cerca de 40% dos brasileiros já são sedentários a partir da adolescência e os números também crescem com a idade. O que poucas pessoas sabem é que a doença está diretamente associada a uma série de outros problemas de saúde, como diabetes, obesidade, hipertensão arterial, problemas nas articulações, entre outros.

O cardiologista também coloca em questão o fato de que as atividades podem colaborar em outros setores da vida: por liberar endorfina no corpo, os exercícios proporcionam uma sensação de bem estar, sendo extremamente benéficos. "As pessoas que fazem atividade física são mais alegres, mais bem humoradas, têm menor incidência de depressão e são muito mais sociáveis, o que é um fator muito importante quando se vive em comunidade", aponta.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que as pessoas pratiquem ao menos 150 minutos de atividades físicas semanais, mas essas atividades não precisam ser um tormento. Dr. Scalabrini ressalta que qualquer exercício é sempre bem vindo. "Caminhar, por exemplo, é uma atividade de baixo impacto que promove um condicionamento cardiovascular muito benéfico", o médico destaca. Além dos esportes tradicionais, também há opções alternativas, como lutas e esportes radicais. É importante lembrar que médicos e educadores físicos podem auxiliar cada pessoa de acordo com suas necessidades, sendo importantíssimo uma combinação de exercícios adequada.

Mundo/Barra do Piraí – Do “grande cão negro” do século XVI (como definido pelo escritor inglês Samuel Johnson) ao mal do século XXI (conforme consenso entre a área terapêutica). Assim pode ser entendida a Depressão, doença ainda ignorada e confundida com simples tristeza, mas que pode se manifestar das mais diversas formas, disparada pelos mais diversos gatilhos e tende a se tornar cada vez mais incidente em todo o mundo, de acordo com projeções de especialistas.

Estatísticas: Brasil é o país em desenvolvimento com mais depressivos no mundo

  Segundo informações da Organização Mundial de Saúde (OMS), 450 milhões de pessoas em todo o mundo são portadoras de Depressão; há ainda a projeção de que a síndrome seja a que mais atinja pessoas em território mundial até 2030, superando até mesmo Câncer e cardiopatias em geral.

  Entre os países em desenvolvimento, o Brasil lidera a incidência da doença: 18% dos brasileiros disseram estar depressivos há pelo menos um ano. Além disso, o número de mortes relacionadas à Depressão subiu 705% em 16 anos, de acordo com dados de 2014 do instituto Datasus.

  Entre as tais, está o suicídio, cujo número total também aumentou, passando de 6.743 para 10.321 no mesmo período, uma média de 28 mortes por dia. A faixa etária em que mais se registram mortes que se relacionam ao distúrbio é a Terceira Idade, entre 60 e 80 anos. Entretanto, salienta-se que nem todo suicídio relaciona-se com Depressão.

  A doença foi causa responsável ainda pelo afastamento de 61.044 trabalhadores de seus postos, conforme estatísticas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de 2013.

 Entendendo a Depressão

  A Depressão ainda é cercada de incertezas e confusões, de modo que sua principal característica (a tristeza) pode ser um sintoma, o que não quer dizer que um quadro de tristeza possa ser entendido como Depressão, como explica a psicóloga Nathália Reis. Segundo ela, de acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), trata-se se uma desordem psiquiátrica, que deve ser acompanhada por profissionais da área.

  “A tristeza é uma das características da depressão - humor triste - contudo, constantemente a tristeza presente vai desencadeando vários outros sintomas como, anedonia (falta de prazer), embotamento social (isolamento social), falta de apetite, alterações do sono, fadiga, entre outros sintomas que vai fazendo que o indivíduo perca qualidade de vida e convívio social, podendo em alguns casos levar ao suicídio”, relaciona.

  Ela ainda faz a ressalva de que se é importante ter equilíbrio emocional, já que a tristeza faz parte do indivíduo; assim, a dinâmica emocional é algo próprio, e cada um tem uma maneira de lidar com um evento passível de desencadear tristeza. “O que talvez gere Depressão a uns, não gere a outros, pois a forma de lidar com os sentimentos e os eventos sociais é peculiar a cada indivíduo, sua história de vida, etc. Mas é correto afirmar que o humor triste constantemente pode alarmar uma Depressão”, complementa.

  Por este motivo, o direcionamento do tratamento da Depressão é algo particular, descreve Nathália. Fatores como a abordagem do terapeuta e a história de vida do paciente são tidos como regimentares. “É necessário uma intervenção única de acordo com as necessidades do indivíduo. De um modo geral, o tratamento para a Depressão deve ser direcionado para uma equipe multidisciplinar envolvendo médicos, psicólogos, entre outros profissionais de acordo com a demanda”, detalha.

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