Quarta, 20 Março 2019
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Mais uma vez, o primeiro dia do ano reservou agradáveis surpresas para as famílias de nossa região. O primeiro bebê de 2019 registrado no sul-fluminense foi em Barra Mansa: No Hospital da Mulher, nasceu às 04h02 desta terça-feira (1º), o Nicolas, segundo filho da mamãe Geovanna da Paixão Ferreira, de 18 anos, que teve que realizar o parto na emergência, pois não deu tempo de subir para o Centro Obstétrico.

Em Barra do Piraí, o primeiro registro de parto se deu às 17h16 deste dia 1º, porém logo após o nascimento, o bebê e sua mãe foram transferidos para o mesmo hospital onde nasceu Nicolas, em Barra Mansa.

Com isso, a equipe de reportagem do Grupo RBP de Comunicação registrou o nascimento da Helena (foto abaixo) o segundo bebê nascido em Barra do Piraí, em 2019. As 17h52 veio ao mundo a segunda filha de Maria Eduarda Pereira dos Santos, de 24 anos, que declarou que havia a expectativa dela nascer logo no primeiro dia do ano.

Segundo a mamãe, era esperado que Helena chegasse no dia 30, quando ela foi internada no Hospital Maria de Nazaré, no bairro Matadouro. Porém, o parto só foi realizado mesmo no dia seguinte, quando estourou a bolsa.

Apesar de ter sido a segunda a nascer no Hospital Maria de Nazaré, nesse dia 1º, é provável que Helena seja o primeiro bebê registrado em Barra do Piraí, já que o “líder” foi transferido para Barra Mansa. Seja bem vinda, Helena!

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Foto: Felipe Castro

Os pesquisadores da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) iniciaram, em setembro, o projeto Estratégias no Controle do Monitoramento do Aedes aegypti na Região Norte do estado. Coordenados pelo professor Edmilson José Maria, a equipe do Centro de Ciência e Tecnologia distribuiu as armadilhas GrudAedes e Ovitrampas para capturar ovos do mosquito, em bairros de Campos dos Goytacazes. Eles ainda utilizam um aplicativo, disponível nos sistemas móveis android e iOS, para monitorarem as ações do inseto.

O mosquito Aedes aegypti é transmissor de quatro tipos de dengue, além dos vírus da zika, da febre amarela e da febre chikungunya.

Em um primeiro momento, foram produzidos em escala piloto 10 mil unidades do GrudAedes, desenvolvido na universidade. Trata-se de uma armadilha em papelão para o mosquito, distribuída para a população em áreas endêmicas. De um pequeno disco de papel cartão, é exalado um odor similar ao do suor humano. O inseto é atraído para a armadilha, que possui uma cola de longa duração para capturá-lo e, consequentemente, eliminá-lo.

Depois de determinado tempo, os agentes visitam os lugares para avaliar a eficácia da ferramenta e fazer registros, que são armazenados no aplicativo para smartphone. Essas informações ajudam os municípios em estratégias de prevenção, como fumacê e combate de criadouros do inseto.

– Em parceria com o município, os agentes instalam as armadilhas nos domicílios. O aplicativo utiliza dados de GPS e o agente pode passar informações e fotos, enviados para uma página de dados, contabilizando os mosquitos do perímetro – disse Edmilson José Maria.

É comum, no verão, por conta da temperatura e de um ambiente propício para se proliferarem, o aumento de casos de adultos e, principalmente, crianças que são picadas por animais peçonhentos. Este tipo de acidente ainda é um sério problema no Brasil, tanto pelo número de casos registrados, como pela gravidade apresentada em alguns casos.

Uma das causas do grande aumento de acidentes nos últimos anos no país é o desmatamento, que por destruir o hábitat natural dos animais, faz com que eles “invadam” o ambiente urbano em busca de alimento.

Segundo o Ministério da Saúde, os animais que causam mais acidentes no Brasil são os escorpiões – que representam quase metade dos acidentes –, seguidos pelas cobras, aranhas, lagartas e outros animais.

A equipe de reportagem do Grupo RBP de Comunicação conseguiu, através da Secretaria de Saúde de Barra do Piraí, informações importantes sobre o procedimento que deve ser seguido após um acidente e, também, o que deve ser feito para que um animal peçonhento seja capturado, caso invada uma residência.

A bióloga sanitarista, Irineia Sant’Anna Rosa, diretora de Vigilância em Saúde de Barra do Piraí, afirma que em 2018 o número de acidentes registrados na cidade foi pequeno: apenas três pessoas deram entrada no Polo de Emergência da Santa Casa com picadas de animais peçonhentos e todas elas foram tratadas, medicadas e curadas sem sequelas.

De acordo com a bióloga, reforçado pela diretora do Posto Albert Sabin, Rosi de Assis, o procedimento após um acidente com animal peçonhento é o mesmo para adultos e crianças, com a diferença apenas do hospital de atendimento: os adultos são encaminhados ao Polo de Emergência da Santa Casa e as crianças para o Maria de Nazaré.

Na unidade médica, o paciente é medicado, é detectado o horário aproximadamente em que foi mordido e tem o ferimento limpo com água e sabão. É importantíssimo frisar que não se deve pressionar ou apertar o ferimento, isso apenas piora e aumenta a área de envenenamento podendo causar sequelas graves.

Não há estoque de soros antiofídico, antiescorpiônico e antiaracnídeo em Barra do Piraí, até por conta da quantidade baixa de casos na cidade. Com isso, assim que detectado o envenenamento, uma equipe da Secretaria de Saúde se dirige até o Polo de Referência de Soroterapia mais próximo, ou em Volta Redonda ou em Vassouras, e retorna com a vacina. Mesmo após a vacinação, o paciente precisa ficar internado por um determinado tempo, por conta do efeito neurotóxico do veneno, que pode causar confusão.

Em caso de captura de animal, o indicado é ligar imediatamente para o Corpo de Bombeiros, no 191, ou no telefone (24) 2442-7080. Os agentes são treinados e possuem os equipamentos necessários para a remoção dos bichos. Com a captura do animal, principalmente no caso de cobras, fica mais fácil saber qual o soro deve ser ministrado no paciente.

Uma família moradora do bairro São José das Palmeiras, em Valença, passou por um grande susto na noite de domingo, 16, quando uma criança de três anos de idade se deparou com um filhote de cascavel na cozinha da casa de sua avó, ao ir beber água. Quando a família do garoto Miguel chegou à cozinha, após ouvir os gritos do menino, viu, também, que a gata de um tio dele batia com a pata na cabeça do réptil, que foi recolhido posteriormente com a ajuda de guardas municipais.

A gatinha, uma vira-lata chamada Amy, tem quatro anos e, de acordo com relatos de familiares do menino Miguel em entrevista ao portal G1, já protegeu familiares de outros animais e, frequentemente, traz "presentes", como passarinhos e peixes, fazendo jus ao instinto de caça dos felinos. "Ela também me protegeu de um pit bull que avançou em mim na rua e onde eu vou ela vai atrás. Ela protege mesmo, é uma verdadeira amiga, parece até um cachorro", relata o tio de Miguel e dono de Amy, Ezequiel Bitares da Rosa Rodegheri.

Como proceder ao se deparar com animais peçonhentos
Em caso de encontrar uma cobra ou qualquer outro animal peçonhento em casa, a orientação é, segundo o Instituto Butantan, evitar colocar as mãos neles e só se aproximar para espantá-los, sem machucar, e acionar o Corpo de Bombeiros para que recolha o espécime. 

Com informações do portal G1.

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