Sexta, 24 Mai 2019
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O tamanho das porções de comida servidas em restaurantes populares contribui para o aumento da obesidade. A conclusão é de um estudo que pesou e mediu o valor calórico de uma refeição completa, em cinco países: Brasil, China, Finlândia, Gana e Índia. Excetuando a refeição chinesa, o volume calórico por prato feito (PF), como se diz no Brasil, chega a ser, em média, 33% maior do que a de um lanche de fast food (comida rápida). O consumo das porções servidas em restaurante populares fornece entre 70% e 120% das necessidades calóricas diárias para uma mulher sedentária, cerca de 2 mil quilocalorias (kcal). As informações são da Agência Brasil.

“Os profissionais da área da saúde que lidam com pessoas obesas estão muito preocupados em orientar a população para não comer fast food, mas, na hora que vai ver a refeição completa, ela também está exagerada”, afirma a pesquisadora brasileira Vivian Suen, do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).

O trabalho, coordenado pela Tufts University e com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foi publicado no British Medical Journal.

Na média, os fast foods ofereciam refeições com 809 calorias, enquanto as servidas à la carte (que constam do cardápio), 1.317 kcal. A pesquisadora alerta que o resultado não indica que o fast food é uma refeição mais saudável, pois não foi analisado cada nutriente, mas chama a atenção para o PF, que poderia ser uma refeição equilibrada e que, na verdade, está contribuindo para o ganho de peso.

Mais uma vez, o primeiro dia do ano reservou agradáveis surpresas para as famílias de nossa região. O primeiro bebê de 2019 registrado no sul-fluminense foi em Barra Mansa: No Hospital da Mulher, nasceu às 04h02 desta terça-feira (1º), o Nicolas, segundo filho da mamãe Geovanna da Paixão Ferreira, de 18 anos, que teve que realizar o parto na emergência, pois não deu tempo de subir para o Centro Obstétrico.

Em Barra do Piraí, o primeiro registro de parto se deu às 17h16 deste dia 1º, porém logo após o nascimento, o bebê e sua mãe foram transferidos para o mesmo hospital onde nasceu Nicolas, em Barra Mansa.

Com isso, a equipe de reportagem do Grupo RBP de Comunicação registrou o nascimento da Helena (foto abaixo) o segundo bebê nascido em Barra do Piraí, em 2019. As 17h52 veio ao mundo a segunda filha de Maria Eduarda Pereira dos Santos, de 24 anos, que declarou que havia a expectativa dela nascer logo no primeiro dia do ano.

Segundo a mamãe, era esperado que Helena chegasse no dia 30, quando ela foi internada no Hospital Maria de Nazaré, no bairro Matadouro. Porém, o parto só foi realizado mesmo no dia seguinte, quando estourou a bolsa.

Apesar de ter sido a segunda a nascer no Hospital Maria de Nazaré, nesse dia 1º, é provável que Helena seja o primeiro bebê registrado em Barra do Piraí, já que o “líder” foi transferido para Barra Mansa. Seja bem vinda, Helena!

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Foto: Felipe Castro

Os pesquisadores da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) iniciaram, em setembro, o projeto Estratégias no Controle do Monitoramento do Aedes aegypti na Região Norte do estado. Coordenados pelo professor Edmilson José Maria, a equipe do Centro de Ciência e Tecnologia distribuiu as armadilhas GrudAedes e Ovitrampas para capturar ovos do mosquito, em bairros de Campos dos Goytacazes. Eles ainda utilizam um aplicativo, disponível nos sistemas móveis android e iOS, para monitorarem as ações do inseto.

O mosquito Aedes aegypti é transmissor de quatro tipos de dengue, além dos vírus da zika, da febre amarela e da febre chikungunya.

Em um primeiro momento, foram produzidos em escala piloto 10 mil unidades do GrudAedes, desenvolvido na universidade. Trata-se de uma armadilha em papelão para o mosquito, distribuída para a população em áreas endêmicas. De um pequeno disco de papel cartão, é exalado um odor similar ao do suor humano. O inseto é atraído para a armadilha, que possui uma cola de longa duração para capturá-lo e, consequentemente, eliminá-lo.

Depois de determinado tempo, os agentes visitam os lugares para avaliar a eficácia da ferramenta e fazer registros, que são armazenados no aplicativo para smartphone. Essas informações ajudam os municípios em estratégias de prevenção, como fumacê e combate de criadouros do inseto.

– Em parceria com o município, os agentes instalam as armadilhas nos domicílios. O aplicativo utiliza dados de GPS e o agente pode passar informações e fotos, enviados para uma página de dados, contabilizando os mosquitos do perímetro – disse Edmilson José Maria.

É comum, no verão, por conta da temperatura e de um ambiente propício para se proliferarem, o aumento de casos de adultos e, principalmente, crianças que são picadas por animais peçonhentos. Este tipo de acidente ainda é um sério problema no Brasil, tanto pelo número de casos registrados, como pela gravidade apresentada em alguns casos.

Uma das causas do grande aumento de acidentes nos últimos anos no país é o desmatamento, que por destruir o hábitat natural dos animais, faz com que eles “invadam” o ambiente urbano em busca de alimento.

Segundo o Ministério da Saúde, os animais que causam mais acidentes no Brasil são os escorpiões – que representam quase metade dos acidentes –, seguidos pelas cobras, aranhas, lagartas e outros animais.

A equipe de reportagem do Grupo RBP de Comunicação conseguiu, através da Secretaria de Saúde de Barra do Piraí, informações importantes sobre o procedimento que deve ser seguido após um acidente e, também, o que deve ser feito para que um animal peçonhento seja capturado, caso invada uma residência.

A bióloga sanitarista, Irineia Sant’Anna Rosa, diretora de Vigilância em Saúde de Barra do Piraí, afirma que em 2018 o número de acidentes registrados na cidade foi pequeno: apenas três pessoas deram entrada no Polo de Emergência da Santa Casa com picadas de animais peçonhentos e todas elas foram tratadas, medicadas e curadas sem sequelas.

De acordo com a bióloga, reforçado pela diretora do Posto Albert Sabin, Rosi de Assis, o procedimento após um acidente com animal peçonhento é o mesmo para adultos e crianças, com a diferença apenas do hospital de atendimento: os adultos são encaminhados ao Polo de Emergência da Santa Casa e as crianças para o Maria de Nazaré.

Na unidade médica, o paciente é medicado, é detectado o horário aproximadamente em que foi mordido e tem o ferimento limpo com água e sabão. É importantíssimo frisar que não se deve pressionar ou apertar o ferimento, isso apenas piora e aumenta a área de envenenamento podendo causar sequelas graves.

Não há estoque de soros antiofídico, antiescorpiônico e antiaracnídeo em Barra do Piraí, até por conta da quantidade baixa de casos na cidade. Com isso, assim que detectado o envenenamento, uma equipe da Secretaria de Saúde se dirige até o Polo de Referência de Soroterapia mais próximo, ou em Volta Redonda ou em Vassouras, e retorna com a vacina. Mesmo após a vacinação, o paciente precisa ficar internado por um determinado tempo, por conta do efeito neurotóxico do veneno, que pode causar confusão.

Em caso de captura de animal, o indicado é ligar imediatamente para o Corpo de Bombeiros, no 191, ou no telefone (24) 2442-7080. Os agentes são treinados e possuem os equipamentos necessários para a remoção dos bichos. Com a captura do animal, principalmente no caso de cobras, fica mais fácil saber qual o soro deve ser ministrado no paciente.

Rua Ana Nery, 120 - 9º andar
Centro, Barra do Piraí - RJ
CEP 27123-150
Tel.: (24) 2443-1470 (AM)
(24) 2443-1098 (FM)

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