Domingo, 17 Janeiro 2021
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A Alemanha está prorrogando seu lockdown nacional até o fim do mês e introduzindo restrições mais duras em um esforço para conter o surto de infecções pelo novo coronavírus, anunciou a chanceler Angela Merkel nesta terça-feira (5). A informação é da Agência Brasil.

“Precisamos restringir o contato de forma mais rigorosa... Pedimos a todos os cidadãos que restrinjam o contato ao mínimo absoluto”, disse Merkel a repórteres após uma reunião com os líderes dos 16 Estados da Alemanha.

As novas regras limitam, pela primeira vez, viagens não essenciais para moradores de áreas afetadas por toda a Alemanha.

Elas restringem o movimento a um raio de 15 quilômetros em cidades e distritos onde o número de novos casos do novo coronavírus é superior a 200 por 100 mil residentes em sete dias.

Membros de qualquer família terão permissão para encontrar apenas uma outra pessoa em público. Isso se compara à regra atual segundo a qual as reuniões públicas são limitadas a cinco pessoas de duas famílias.

Como muitos outros países europeus, a Alemanha está com dificuldades para conter uma segunda onda do vírus. O Reino Unido iniciou seu terceiro lockdown por covid-19 nesta terça-feira, com determinação para os cidadãos ficarem em casa.

Nesta segunda-feira, 04, o médico e responsável pelo asilo São Vicente de Paula, no bairro de Fátima, em Valença, Ricardo Rocco, falou ao RJ2 que o local foi atingido por um surto da Covid-19. Dos 82 idosos que moram naquele lar, 76 foram atingidos pelo coronavírus, sendo que 42 fizeram isolamento npo próprio asilo, cinco foram internados em estado grave (um morreu))  e os demais estavam assintomáticos. Sete dos 29 funcionários do lar funcionários também foram infectados, e Rocco disse ainda que o isolamento da maioria dos infectados está entre os 10° e o 14° dia.

"Hoje já estamos com a maioria dos idosos do 10º ao 14º dia do aparecimento de sintomas. Nos traz um grande alívio para que, em mais quatro dias, eles estejam livres dessa doença", projeta Ricardo, em vídeo divulgado no RJ2.

O Reino Unido iniciou seu terceiro lockdown pela covid-19, nesta terça-feira (5), com cidadãos sob ordens de ficar em casa e o governo pedindo um último grande esforço nacional para conter o vírus antes que a vacinação em massa mude o rumo da pandemia. A informação é da Agência Brasil.

O ministro das Finanças, Rishi Sunak, anunciou um novo pacote de concessões empresariais no valor de 4,6 bilhões de libras (6,2 bilhões de dólares) para ajudar a manter as pessoas empregadas até que as medidas sejam relaxadas gradualmente, na melhor das hipóteses a partir de meados de fevereiro, mas provavelmente depois.

O Reino Unido está entre os países mais atingidos pela covid-19, com o segundo maior número de mortes na Europa e uma economia que sofreu a contração mais acentuada no Grupo dos Sete durante a primeira onda de infecções, no primeiro semestre do ano passado.

O primeiro-ministro Boris Johnson anunciou o novo lockdown na noite de segunda-feira (4), dizendo que a nova variante do novo coronavírus, altamente contagiosa, identificada pela primeira vez no Reino Unido, estava se espalhando tão rápido que o Serviço Nacional de Saúde corria o risco de ficar sobrecarregado em 21 dias.

Só na Inglaterra, cerca de 27 mil pessoas estão hospitalizadas com covid-19, 40% a mais do que durante o primeiro pico em abril.

"As próximas semanas serão as mais difíceis, mas realmente acredito que estamos entrando na última fase da luta, porque a cada vacina em nossos braços, estamos jogando as probabilidades contra a covid-19 e a favor do povo britânico", disse Johnson.

O Reino Unido começou a administrar duas vacinas, uma feita pela Pfizer e BioNTech e outra pela Universidade de Oxford e AstraZeneca, e mais de 1 milhão de pessoas já receberam a primeira dose.

Desde o início da pandemia, mais de 75 mil pessoas morreram no Reino Unido em 28 dias após o teste positivo para o novo coronavírus, de acordo com dados oficiais.

Sob o novo lockdown na Inglaterra, as escolas estão fechadas para a maioria dos alunos, as pessoas devem trabalhar em casa, se possível, e todas as lojas não essenciais estão fechadas.

Os órgãos executivos semiautônomos na Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte impuseram medidas semelhantes

O governador em exercício Cláudio Castro e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, se reuniram neste domingo no Palácio Cidade para alinhar parceria no combate à Covid-19. Entre as medidas anunciadas, uma conquista histórica para os cidadãos fluminenses é a regulação única de leitos SUS no estado, iniciando pelas vagas destinadas a pacientes com o novo coronavírus.

A proposta foi apresentada pelo secretário de Estado de Saúde, Carlos Alberto Chaves e também defendida pelo secretário de Saúde do município do Rio, Daniel Soranz. Com a regulação única, Chaves pretende garantir acesso à saúde com qualidade e equidade para toda a população do Estado do Rio. "Este é um momento histórico, com os três entes da Federação unidos para tratar de saúde", disse Chaves.

A regulação única vai centralizar todas as filas de acesso a leitos SUS do estado, com a criação de um sistema de módulos municipais, de forma que o Governo do Estado, as prefeituras e os demais entes da administração pública possam controlar e monitorar com mais transparência o atendimento à população.

Para Chaves, a regulação única é a solução para dar transparência à Saúde no estado. “Sem ela, quem sofre é o cidadão, que morre anonimamente na ponta do sistema”, disse ele.

Até novembro, apenas 60% dos leitos SUS do estado estavam sob controle da Central Estadual de Regulação (CER), da Secretaria de Estado de Saúde. Alguns municípios têm centrais de regulação próprias, inclusive para serviços de alta complexidade, que deveriam estar sendo regulados pelo Governo do Estado. Isso ocorre, inclusive, com os leitos especializados para os pacientes com Covid-19, que são leitos estratégicos de competência estadual.

Soranz deu apoio integral à proposta: “O sistema de saúde não funcionará plenamente se não tivermos uma regulação única, com os três entes federados. A prefeitura agora tem um painel mostrando o Censo Hospitalar com total transparência. Não precisamos esconder problemas, mas enfrentá-los”, disse o secretário municipal.

Aos municípios cabe a regulação dos serviços de baixa e média complexidade, como cirurgias de vesícula, hérnia e catarata, entre outras. Mas cabe à Secretaria Estadual de Saúde a tarefa de controlar, avaliar e auditar o acesso a esses serviços, o que será facilitado com a regulação única, que tornará todos os dados acessíveis à Central Estadual de Regulação. A proposta é que um morador de Varre-Sai, no Noroeste fluminense, tenha o mesmo acesso aos serviços de saúde que um morador do Rio ou de Niterói, por exemplo.

O superintendente do Ministério da Saúde no Rio, George Divério, que também participou da reunião, elogiou a parceria e disse que todos os entes estão unidos para a resolução dos problemas. “A força do SUS está na nossa união. Destaco a força dos profissionais de saúde no combate ao Covid-19”, disse ele.

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