Domingo, 22 Setembro 2019
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A ouvinte Sandra, moradora do bairro Coimbra, em Barra do Piraí, mandou uma reclamação através do whatsapp da Rádio Barra do Piraí AM (24) 99284-6244, em relação ao processo de encaminhamento de exames pela secretaria de Saúde de Barra do Piraí.

Segundo a ouvinte, ela tinha agendado um exame nessa semana, às 13h, em uma clínica em Volta Redonda, porém a condução disponibilizada pela secretaria saiu muito cedo da cidade, por volta das 6h. Em todo esse tempo, ela não se alimentou e nem se hidratou, e no momento da realização do exame, percebeu que foi encaminhada para um ultrassom simples, quando na verdade precisava do exame com doppler.

Nossa equipe de reportagem fez contato com o secretário de Saúde, Juberto Folena Júnior, que solicitou a presença da ouvinte na secretaria para apurar e responsabilizar os culpados pela, segundo ele, “falha de logística e atendimento”. O secretário prometeu cobrar os envolvidos e que, em sua gestão, não há tolerância para descasos com a população.

Atualização: 24/01/2019 - 9h45

O secretário de saúde de Barra do Piraí, Juberto Folena Júnior, nos enviou nessa manhã (24) algumas imagens (entre elas, um diagnóstico que não publicaremos por se tratar de um resultado particular de exame) que, segundo ele, prova que a senhora Sandra Maria de Paula Dias, ouvinte moradora do bairro Coimbra, em Barra do Piraí, fez a ultrassom com doppler solicitado por ela. A ouvinte fez uma reclamação na última terça-feira (22), uma reclamação através do whatsapp da Rádio Barra do Piraí AM (24) 99284-6244, afirmando ter feito uma ultrassom comum, sem doppler, como foi solicitado por ela, além da logística desgastante para a realização do exame, em Volta Redonda.

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Imagens cedidas pelo secretário de saúde de Barra do Piraí, Juberto Folena Júnior

O tamanho das porções de comida servidas em restaurantes populares contribui para o aumento da obesidade. A conclusão é de um estudo que pesou e mediu o valor calórico de uma refeição completa, em cinco países: Brasil, China, Finlândia, Gana e Índia. Excetuando a refeição chinesa, o volume calórico por prato feito (PF), como se diz no Brasil, chega a ser, em média, 33% maior do que a de um lanche de fast food (comida rápida). O consumo das porções servidas em restaurante populares fornece entre 70% e 120% das necessidades calóricas diárias para uma mulher sedentária, cerca de 2 mil quilocalorias (kcal). As informações são da Agência Brasil.

“Os profissionais da área da saúde que lidam com pessoas obesas estão muito preocupados em orientar a população para não comer fast food, mas, na hora que vai ver a refeição completa, ela também está exagerada”, afirma a pesquisadora brasileira Vivian Suen, do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).

O trabalho, coordenado pela Tufts University e com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foi publicado no British Medical Journal.

Na média, os fast foods ofereciam refeições com 809 calorias, enquanto as servidas à la carte (que constam do cardápio), 1.317 kcal. A pesquisadora alerta que o resultado não indica que o fast food é uma refeição mais saudável, pois não foi analisado cada nutriente, mas chama a atenção para o PF, que poderia ser uma refeição equilibrada e que, na verdade, está contribuindo para o ganho de peso.

Mais uma vez, o primeiro dia do ano reservou agradáveis surpresas para as famílias de nossa região. O primeiro bebê de 2019 registrado no sul-fluminense foi em Barra Mansa: No Hospital da Mulher, nasceu às 04h02 desta terça-feira (1º), o Nicolas, segundo filho da mamãe Geovanna da Paixão Ferreira, de 18 anos, que teve que realizar o parto na emergência, pois não deu tempo de subir para o Centro Obstétrico.

Em Barra do Piraí, o primeiro registro de parto se deu às 17h16 deste dia 1º, porém logo após o nascimento, o bebê e sua mãe foram transferidos para o mesmo hospital onde nasceu Nicolas, em Barra Mansa.

Com isso, a equipe de reportagem do Grupo RBP de Comunicação registrou o nascimento da Helena (foto abaixo) o segundo bebê nascido em Barra do Piraí, em 2019. As 17h52 veio ao mundo a segunda filha de Maria Eduarda Pereira dos Santos, de 24 anos, que declarou que havia a expectativa dela nascer logo no primeiro dia do ano.

Segundo a mamãe, era esperado que Helena chegasse no dia 30, quando ela foi internada no Hospital Maria de Nazaré, no bairro Matadouro. Porém, o parto só foi realizado mesmo no dia seguinte, quando estourou a bolsa.

Apesar de ter sido a segunda a nascer no Hospital Maria de Nazaré, nesse dia 1º, é provável que Helena seja o primeiro bebê registrado em Barra do Piraí, já que o “líder” foi transferido para Barra Mansa. Seja bem vinda, Helena!

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Foto: Felipe Castro

Os pesquisadores da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) iniciaram, em setembro, o projeto Estratégias no Controle do Monitoramento do Aedes aegypti na Região Norte do estado. Coordenados pelo professor Edmilson José Maria, a equipe do Centro de Ciência e Tecnologia distribuiu as armadilhas GrudAedes e Ovitrampas para capturar ovos do mosquito, em bairros de Campos dos Goytacazes. Eles ainda utilizam um aplicativo, disponível nos sistemas móveis android e iOS, para monitorarem as ações do inseto.

O mosquito Aedes aegypti é transmissor de quatro tipos de dengue, além dos vírus da zika, da febre amarela e da febre chikungunya.

Em um primeiro momento, foram produzidos em escala piloto 10 mil unidades do GrudAedes, desenvolvido na universidade. Trata-se de uma armadilha em papelão para o mosquito, distribuída para a população em áreas endêmicas. De um pequeno disco de papel cartão, é exalado um odor similar ao do suor humano. O inseto é atraído para a armadilha, que possui uma cola de longa duração para capturá-lo e, consequentemente, eliminá-lo.

Depois de determinado tempo, os agentes visitam os lugares para avaliar a eficácia da ferramenta e fazer registros, que são armazenados no aplicativo para smartphone. Essas informações ajudam os municípios em estratégias de prevenção, como fumacê e combate de criadouros do inseto.

– Em parceria com o município, os agentes instalam as armadilhas nos domicílios. O aplicativo utiliza dados de GPS e o agente pode passar informações e fotos, enviados para uma página de dados, contabilizando os mosquitos do perímetro – disse Edmilson José Maria.

Rua Ana Nery, 120 - 9º andar
Centro, Barra do Piraí - RJ
CEP 27123-150
Tel.: (24) 2443-1470 (AM)
(24) 2443-1098 (FM)

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