Sexta, 10 Julho 2020
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O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, estimou nessa quarta-feira (24) que o número de casos do novo coronavírus no mundo, que atualmente está em torno de 9,3 milhões, chegará a 10 milhões na próxima semana. A informação é da Agência Brasil.

Em entrevista coletiva, Adhanom afirmou que apoia a decisão da Arábia Saudita de proibir estrangeiros de participarem da peregrinação anual do Haj, para ajudar a conter a disseminação do vírus.

Ele disse ainda que a OMS agora está apoiando muitos países no enfrentamento das dificuldades de obter concentradores de oxigênio, dispositivos que ajudam na respiração de pacientes de covid-19. "A demanda está superando a oferta".

Mike Ryan, chefe do Programa de Emergências da OMS, lembrou que a pandemia ainda não atingiu seu pico em muitos países das Américas, e que "ainda é intensa", especialmente na América Central e do Sul.

"Eu caracterizaria a situação como ainda em evolução, ainda não tendo atingido seu pico, e provavelmente resultando em um número elevados de novos casos e mortes nas próximas semanas", disse Ryan.

Muitos países da região registraram aumentos de 25% a 50% nos casos na última semana, acrescentou.

Sede muda de endereço e proprietários criam um protocolo rígido para diminuir ao máximo o risco de contaminação da Covid-19 dentro de seu estabelecimento (Foto: Divulgação)

Cientes desse momento de pandemia, em que as pessoas passaram por uma quarentena que trouxe sequelas para seus corpos e mentes, com diminuições drásticas nos níveis de atividades físicas, os proprietários da Academia Sandro e Alice criaram um protocolo rígido preparado para receber novamente seus clientes após a liberação das atividades de forma oficial pela prefeitura de Barra do Piraí e Ministério Público.

Além disso, para melhor acomodar a todos e funcionar de forma mais arejada e segura, sua sede mudou de endereço: a academia vai funcionar na Rua Paulo de Frontin, nº 182, na sobreloja, onde antes funcionava a Secretaria de Saúde de Barra do Piraí.

De acordo com Sandro Arêdes, um dos proprietários, as academias e espaços esportivos, eventos e cultura em geral, sofreram muito neste momento de pandemia, que desde março estão paralisados, sem funcionamento. “Nós entendemos esse momento, sabemos que prudência é primordial, ainda mais para nós que trabalhamos com saúde. O momento econômico também é preocupante, nós estamos desde março sem poder funcionar. Com muito esforço, estamos nos preparando para, dia 26, quando termina o decreto da prefeitura que limita nosso funcionamento, reabrir com medidas restritivas e normas de higienização, além de uma estrutura diferenciada”, destacou Sandro, que para encerrar fez um apelo às autoridades.

– Todos nós, donos de academia, esperamos que a partir do dia 26 nossos espaços possam reabrir, lógico que com toda a segurança necessária de higienização e distanciamento social. Acredito que, se outros estabelecimentos podem abrir com segurança, as academias também podem. Temos como demonstrar isso na prática – , finalizou Sandro.

Protocolo Sandro e Alice de funcionamento

1 - Uso de máscaras obrigatório por todos os funcionários e clientes.

2 - Fechamento da academia por 30 minutos, três vezes ao dia, em horário a ser informado, para limpeza e higienização de todos os equipamentos e locais.

3 - Catraca acionada remotamente pela recepcionista sem necessidade de encostar.

4 - Termômetro digital infravermelho para medição de temperatura de todas as pessoas antes de entrar na academia.

5 - Carpete sanitizante para limpeza dos pés antes de entrar na academia.

6 - Monitor exclusivo na entrada, para a contagem de quantas pessoas estão dentro da academia, evitando a superlotação, assim você saberá antes de entrar como está o ambiente.

7 - Retiramos ao todo 12 aparelhos e três estantes para melhorar a circulação e espaço da academia.

8 - Totem com pedal para aplicação de álcool em gel nas mãos antes de entrar e potes de álcool em gel espalhados por toda a academia.

9 - Aulas coletivas com restrição de número de alunos.

10 – Sem uso de ar condicionado.

11 - O bebedouro será utilizado apenas para encher garrafas e recipientes.

Os testes em voluntários brasileiros da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, contra a covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, tiveram início no último fim de semana na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), informou em nota, na noite de ontem (22), a Fundação Lemann, que financia o projeto. A informação é da Agência Brasil.

Os testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 no Brasil foram anunciados no início do mês e deverão contar, de acordo com a Unifesp, com dois mil voluntários em São Paulo e com mil no Rio de Janeiro, onde serão realizados pela Rede D'Or.

"No último final de semana (20 e 21 de junho), a Fundação Lemann teve a oportunidade de celebrar com os parceiros envolvidos e especialistas responsáveis, o início dos testes em São Paulo para a vacina ChAdOx1 nCoV-19, liderada globalmente pela Universidade de Oxford", informou a Fundação Lemann, do bilionário empresário Jorge Paulo Lemann.

Segundo a Unifesp, os voluntários em São Paulo serão profissionais de saúde entre 18 e 55 anos e outros funcionários que atuam no Hospital São Paulo, ligado à Escola Paulista Medicina, da Unifesp.

Registro da vacina deve sair este ano No início do mês, a Unifesp informou que os testes com voluntários brasileiros contribuirão para o registro da vacina no Reino Unido, previsto para o fim deste ano. O registro formal, entretanto, só ocorrerá após o fim dos estudos em todos os países participantes, disse a universidade.

A vacina, cujo pedido de testes no Brasil foi feito à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pela farmacêutica AstraZeneca, está atualmente na fase 3 de testes, "o que significa que a vacina encontra-se entre os estágios mais avançados de desenvolvimento", disse a Unifesp.

O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a iniciar testes com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e um dos motivos que levaram à escolha foi o fato de a pandemia estar em ascensão no país.

Outra vacina contra a covid-19, desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac, deverá começar a ser testada no Brasil no mês que vem, em parceria com o Instituto Butantan, vinculado ao governo do Estado de São Paulo.

Este teste, segundo o instituto, será financiado pelo governo paulista e deverá contar com nove mil voluntários. Caso a vacina seja bem-sucedida, o acordo prevê a possibilidade ser produzida Instituto Butantan.

O número de mortes causadas pelo novo coronavírus já passou de 120 mil nos Estados Unidos (EUA), de acordo com uma contagem da Reuters nessa segunda-feira (22), e os casos novos aumentaram em vários estados. A informação é da Agência Brasil.

Agora, mais norte-americanos morreram de covid-19 do que lutando na Primeira Guerra Mundial.

Cerca de 800 morreram por dia, em média, no mês de junho, menos do que o pico de 2 mil diários de abril, segundo um contagem de dados sobre mortes de covid-19 por estado e por condado.

O total de casos do novo coronavírus no país supera 2,2 milhões, a cifra mais alta do mundo, seguido pelo do Brasil, que soma mais de 1 milhão de casos. Na Índia, as infecções aumentam também rapidamente.

Depois de semanas de recuo, os casos de coronavírus voltaram a crescer nos EUA. Todos os estados tomaram providências para reativar as economias, e 12 relataram recordes de aumento de casos na semana passada.

No sábado (20), mais de 30 mil casos novos foram relatados, o maior total diário desde 1º de maio, de acordo com a contagem da Reuters. Entre os estados com aumentos recordes está Oklahoma, onde o presidente Donald Trump fez um comício no sábado (20) em uma arena de Tulsa, que não chegou a lotar e na qual só alguns poucos participantes usaram máscaras.

Em comentários que mais tarde sua campanha disse terem sido uma piada, Trump afirmou que pediu às autoridades para diminuir os exames de detecção de covid-19, uma "faca de dois gumes" que leva à descoberta de mais casos.

Especialistas de saúde dizem que a expansão dos exames só explica parte do aumento de casos e que esses são uma ferramenta crucial no combate à disseminação da doença.

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