Domingo, 22 Setembro 2019
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De acordo com a publicação científica Jama Internal Medicine, publicada no início de outubro nos Estados Unidos, mulheres que sofreram agressão sexual ou abuso têm três vezes mais probabilidade de desenvolver depressão e duas vezes mais chances de apresentar ansiedade do que mulheres sem histórico de trauma sexual. Aquelas que sofreram ataques sexuais ou assédio ficaram duas vezes mais propensas a ter insônia.

O estudo incluiu 304 mulheres não fumantes com idade entre 40 e 60 anos. O levantamento apontou que 19% das mulheres relataram já ter sofrido assédio sexual, 22% afirmaram ter passado por agressão sexual em algum momento da vida e 10% disseram que passaram por ambas as situações.

“Como o assédio ou o abuso sexual interferem diretamente nas áreas emocionais do cérebro, as mulheres podem sofrer consequências desastrosas que incluem também o transtorno de estresse pós-traumático, além de absenteísmo no trabalho, dores somáticas, fobia social, perda de confiança em si e transtorno obsessivo compulsivo (TOC)”, explica o psicólogo Ivo Carraro.

Já as mulheres que relataram ter sofrido assédio sexual no local de trabalho apresentaram pressão arterial alta, situação que poderia colocá-las em risco, pois problemas com pressão arterial elevada podem causar Acidente Vascular Cerebral (AVC) como Isquemia ou Aneurisma Cerebral, doenças renais e ataques cardíacos.

Segundo Carraro, as vítimas precisam procurar ajuda profissional para superar as pressões psicológicas. “Elas precisam criar uma realidade psíquica vencedora em situações ameaçadoras, bem como esquivar-se do efeito perturbador causado pelo assédio sexual sofrido no ambiente de trabalho”, recomenda o psicólogo.

No último sábado (13), o grupo Doutores de Esperança realizou seu primeiro atendimento no hospital Maria de Nazaré, no bairro Matadouro, em Barra do Piraí. Durante a tarde, a turma atendeu aos pacientes hospitalizados, seus acompanhantes e profissionais de saúde.

Segundo uma das voluntárias, Gisela Romano, o grupo interagiu com crianças e mães que acabaram de dar à luz. Um ambiente de paz e alegria, que trouxe motivação não só para os hospitalizados, mas também ao grupo que se contagiou com a excelente recepção.

O próximo atendimento dos Doutores de Esperança será no próximo sábado (20), na Santa Casa de Barra do Piraí. No próximo dia 27, a trupe fará seu primeiro plantão no Hospital Cruz Vermelha, no centro.

Uma campanha da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) alerta para os riscos da exposição excessiva de crianças e adolescentes a exames de diagnóstico por imagem como tomografias computadorizadas e raios x. As informações são da Agência Brasil.A proposta é estimular o uso racional dessas ferramentas, contando com o apoio de pais e profissionais de saúde. Também há a preocupação, por parte de pediatras, em fazer com que técnicos responsáveis pela execução dos exames façam as adaptações necessárias aos equipamentos, adequando-os às características físicas desses pacientes.

“Para os médicos, os exames de imagem (raios x, tomografias, ultrassonografias e ressonância) são muito úteis à medicina e, por vezes, essenciais ao diagnóstico em adultos e crianças. Entretanto, alguns desses exames emitem radiação nociva à saúde e, por isso, a SBP, em parceria com outras entidades nacionais e internacionais, lança uma campanha que alerta sobre o uso racional dessas ferramentas. Além dos pediatras, os radiologistas e outros técnicos envolvidos no processo também devem ser bem orientados”, explicou a entidade, por meio de comunicado.
Para a presidente da SBP, Luciana Rodrigues Silva, é preciso cautela para não expor crianças e adolescentes a riscos desnecessários. Essa população, segundo ela, possui tecidos e órgãos ainda em desenvolvimento e apresenta, portanto, maior sensibilidade aos efeitos da radiação ionizante sobre o corpo humano. Quanto mais jovem for o paciente, maiores são as chances de desdobramentos adversos. A orientação é que, durante a consulta, os especialistas façam uma investigação atenta e solicitem o exame apenas quando sinais e sintomas exigirem. Pediatras e demais médicos devem ainda alertar os pais sobre os riscos.

O exame da mamografia é essencial para a prevenção do câncer de mama. Barra do Piraí está entre as dezesseis cidades da região Sul Fluminense que possuem mamógrafos na rede pública de saúde para atender à população. Além de Barra: Volta Redonda, Vassouras, Valença, Pinheiral, Mendes, Três Rios, Itatiaia, Porto Real, Barra Mansa, Rio Claro, Resende, Angra dos Reis, Paracambi, Miguel Pereira e Paraíba do Sul, também fornecem este serviço.

Os municípios de Rio das Flores, Paulo de Frontin, Levy Gasparian, Quatis, Paraty, Sapucaia, Paty do Alferes e Piraí não tem o exame de mamografia na rede pública. Nestes casos, existe um sistema de integração entre as cidades que não possuem o aparelho. Elas podem encaminhar os pacientes aos municípios vizinhos ou até mesmo à capital. De todos os municípios, apenas Paraíba do Sul informou que existe fila de espera para realizar exames.

Em relação ao tratamento do câncer de mama, as cidades de Volta Redonda e Barra Mansa são os polos nos tratamentos de quimioterapia e radioterapia. Vassouras, Três Rios e Paracambi disponibilizam de quimio. Nestes casos também existe o sistema de integração. Alguns tratamentos podem ser realizados em municípios fora da região ou até mesmo em outros estados.

Informações: G1

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