Quarta, 19 Junho 2019
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O governador Luiz Fernando Pezão assinou nesta quinta-feira, 05, decreto que obriga estabelecimentos que fabricam,transportam e armazenam aparelhos celulares a informarem a Identificação Internacional de Equipamento Móvel (IMEI) em caso de roubo. Segundo a lei, as empresas têm, assim, três dias para procurar a Polícia Civil e trêsdias para informar a quantidade de aparelhos roubados e seus respectivos IMEIs. 

O IMEI é como uma impressão digital que cada aparelho celular possui. Trata-se de uma sequência de 15 números, em que os seis primeiros indicam o local em que o aparelho foi criado, os dois seguintes, quem é o fabricante. Os sete restantes tratam-se do número de série e um dígito verificador. Uma maneira simples de descobrir o código é discando *#06#.  

Estatísticas da Associação Brasileira de Telecomunicação (Telebrasil) indicam que no país foram ativadas 72 linhas telefônicas 4G por minuto no mês de maio. O Brasil já totaliza 116 mil chips na quarta geração de telefonia móvel, registrando aumento de 83% em 12 meses. O serviço 3G também segue em expansão,sinaliza a Telebrasil, já que, nos últimos 12 meses, foram alcançados 5.277 municípios. Atualmente, o Brasil realiza 207 milhões de acessos à Internet móvel. 

A Corte Interamenticada de Direitos Humanos (CorteIDH) condenou o Brasil pela não investigação das circunstâncias da morte do jornalista Vladimir Herzog, em outubro de 1975. Assim, o Brasil terá que seguir uma série de determinações do tribunal. As informações são da Agência Brasil. Por se tratar de crime contra a humanidade e internacional, a Corte estabelece que não haja prescrição. É exigido também que o Estado faça um ato público de reconhecimento de responsabilidade em desagravo à memória de Herzog, em que se publique a sentença e que sejam pagas as despesas do processo. 

Vladimir Herzog apresentou-se para depor aos militares do DOI/Codi de São Paulo, sendo preso, torturado, morto e sua morte tratada como "suicídio", em versão contestada por sua família. O jornalista tinha 38 anos.

Pesquisas do instituto Ipsos indicam que o Brasil é, em um universo de 27 países, o sétimo que mais pratica intolerância. Os brasileiros aparecem neste ranking ao lado de EUA, Polônia e Espanha; em primeiro, aparece a Sérvia, seguida de Argentina, Chile e Peru. Entre os pontos de discórdia, são citados: visões conflitantes sobre a política (44%); polarização entre ricos e pobres (36%); tensão entre imigrantes e pessoas que nasceram no país (30%); divisão entre grupos religiosos (27%); diferenças entre etnias (25%); entre idosos e jovens/homens e mulheres (11%). 10% dos entrevistados vê o Brasil mais polarizado do que dez anos atrás. 

Além disso, o Brasil é também, de acordo com esta pesquisa, o segundo em ranking de cyberbullying. A cada 10 pais entrevistados, três disseram que os filhos já sofreram violência na internet; 53% dos pais brasileiros afirmaram que o ataque partiu de colegas de classe do filho, que cometeram o ataque em redes sociais. O país que ficou em primeiro lugar neste ranking foi a Índia.  

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