Domingo, 22 Setembro 2019
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Quase quatro meses após a morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, a Anistia Internacional pronunciou-se sobre a condução das investigações do caso, que segue sem solução. Entre os pontos questionados, são citados, em nota,  que a munição utilizada pertenceria a um lote que teria sido vendido à Polícia Federal; que a arma empregada seria uma submetralhadora de uso restrito das forças de segurança; que submetralhadoras do mesmo modelo da utilizada teriam desaparecido do arsenal da Polícia Civil; que câmeras de vídeo que cobrem o local exato onde aconteceu o assassinato teriam sido desligadas na véspera do crime, bem como a dinâmica com que a execução aconteceu.

De acordo com a diretora da Anistia Internacional, Jurema Werneck, são questões que põem a Justiça Criminal em xeque. "Após quatro meses, a não resolução do assassinato de Marielle Franco demonstra ineficácia, incompetência e falta de vontade das instituições do Sistema de Justiça Criminal brasileiro em resolver o caso. É urgente o estabelecimento de um mecanismo externo e independente para monitorar essa investigação. O sigilo e a confidencialidade, que tem como objetivo garantir a eficácia da investigação, não pode ser confundido com o silêncio das autoridades diante da obrigação de esclarecer corretamente a execução de Marielle. É fundamental não apenas identificar e responsabilizar os autores dos disparos, mas também os autores intelectuais dos homicídios, bem como a motivação do crime", avalia.

Para Jurema, este modus operandi coloca em risco a vida de outros ativistas, já que Marielle militou na defesa dos direitos humanos. "A não solução do caso demonstra de forma inconteste a falta de compromisso do Estado brasileiro com seus defensores e defensoras de direitos humanos. Em vida, Marielle sempre se mobilizou por justiça e contra a violência do Estado. Pressionar pela resolução deste crime é manter viva sua luta por direitos, seu legado e sua memória", pensa. 

Termina nesta terça-feira, 10, o prazo para que o candidato confirme as informações prestadas nas inscrições do Programa Universidade para Todos (Prouni). Esta etapa é feita na instituição para a qual o aluno foi pré-selecionado, com a apresentação dos documentos. A lista com a documentação pode ser conferida no site do programa: siteprouni.mec.gov.br 

O governador Luiz Fernando Pezão assinou nesta quinta-feira, 05, decreto que obriga estabelecimentos que fabricam,transportam e armazenam aparelhos celulares a informarem a Identificação Internacional de Equipamento Móvel (IMEI) em caso de roubo. Segundo a lei, as empresas têm, assim, três dias para procurar a Polícia Civil e trêsdias para informar a quantidade de aparelhos roubados e seus respectivos IMEIs. 

O IMEI é como uma impressão digital que cada aparelho celular possui. Trata-se de uma sequência de 15 números, em que os seis primeiros indicam o local em que o aparelho foi criado, os dois seguintes, quem é o fabricante. Os sete restantes tratam-se do número de série e um dígito verificador. Uma maneira simples de descobrir o código é discando *#06#.  

Estatísticas da Associação Brasileira de Telecomunicação (Telebrasil) indicam que no país foram ativadas 72 linhas telefônicas 4G por minuto no mês de maio. O Brasil já totaliza 116 mil chips na quarta geração de telefonia móvel, registrando aumento de 83% em 12 meses. O serviço 3G também segue em expansão,sinaliza a Telebrasil, já que, nos últimos 12 meses, foram alcançados 5.277 municípios. Atualmente, o Brasil realiza 207 milhões de acessos à Internet móvel. 

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