Quinta, 27 Junho 2019
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A taxa de ocupação hoteleira no interior do estado do Rio de Janeiro, para o carnaval deste ano, está 6% superior à de 2018. Segundo pesquisa da Associação de Hotéis do Rio de Janeiro (Abih-RJ), a média, a dois dias da festa do Rei Momo, está em 88,56%, contrapondo os 82,41% do ano passado. As cidades mais procuradas estão localizadas tanto na serra, quanto no litoral.

Rio das Ostras, Teresópolis e Itatiaia estão com, praticamente, a totalidade dos quartos dos hotéis esgotados. Otavio Leite, secretário de estado de Turismo do Rio de Janeiro, afirma que é importante destacar o crescimento da ocupação hoteleira, em relação ao mesmo período no ano passado, em todo o Estado do Rio de Janeiro.

“Eu não tenho dúvida que já se constitui em uma consequência da percepção dos cidadãos de que o Rio vive um novo momento. Nós somos um governo que elegeu o turismo como prioridade e que se empenha firmemente para garantir segurança e fazer com que mais pessoas possam desfrutar das belezas e das atrações que existem em grande número por todas as nossas cidades”, diz Otávio.

Alguns municípios estão com ampla programação de Carnaval como, por exemplo, Armação dos Búzios, que está com 90% de ocupação, até o momento. Cabo Frio e Arraial do Cabo, que se destacam com 88% e 80%, respectivamente, também prometem muita animação com dezenas de blocos de ruas, desfilando pelas ruas das cidades.

A região da Serra Verde Imperial também registra bons números de ocupação. Os hotéis de Teresópolis estão praticamente lotados e, Nova Friburgo, registra 90% de procura. Petrópolis está com 83,56%.

No final da manhã desta quarta-feira, 20, a prefeitura de Barra do Piraí publicou nota esclarecendo o caso João Lucas & Marcelo, que gerou controvérsia nas redes sociais. Os cantores desmentiram a apresentação em suas redes sociais, alegando que a dupla foi desfeita em 2018, bem como sua agenda teria se encerrado no mesmo ano, com Marcelo seguindo carreira solo com o nome Marcelo Martins. Entretanto, o estafe de Comunicação barrense, na nota, relata que o empresário dos cantores disse que João Lukas, alterando a grafia de seu nome, encontrou um novo parceiro para seguir a carreira e que, coincidentemente, também se chama Marcelo, mantendo assim o nome de fantasia da dupla, mudando apenas a formação. 

"Em relação ao equívoco do nome da dupla “João Lucas e Marcelo”, o empresário – que ora foi contatado pela empresa vencedora da licitação, e é o responsável pelo gerenciamento dos mesmos – explicou que a dupla original, de fato, se extinguiu em 2018, como tantas outras no país, e está em nova formação. Para tanto, o nome fantasia e as músicas dos mesmos, continuam - incluindo, aí, os sucessos “Joga o copo pro alto” e tantas outras. Com a saída do cantor Marcelo Martins – que preferiu carreira solo -, João Lucas decidiu chamar outro parceiro, que, coincidentemente, chama-se Marcelo, para que, juntos, permanecessem com a marca, agora intitulada 'João Lukas & Marcelo", relata o texto.

"Assim sendo, são infundadas as informações dando conta que a Prefeitura de Barra do Piraí estaria anunciando “fake news”. Muito pelo contrário, todos os seus departamentos estão imbuídos no mesmo propósito: o de levar aos seus contribuintes e moradores a verdade e a transparência. Pede desculpas, apenas pelo transtorno causado pela divulgação da foto da antiga formação", conclui, reafirmando que todas as atrações divulgadas, estão confirmadas.   

 

A prefeitura de Barra do Piraí divulgou o calendário do Carnaval de 2018, com apresentações que se estenderiam desde o início do mês até o dia 10 de março, aniversário da cidade. Na agenda, porém, instaurou-se a polêmica por ter, entre as atrações, a extinta dupla João Lucas e Marcelo. Os cantores publicaram nota nas redes sociais desmentindo que farão este show, qualificando a atitude como um "equívoco" e alegando que a agenda como dupla foi encerrada em 2018, ano em que anunciaram a separação. 

"A dupla João Lucas e Marcelo cumpriu agenda até 2018, conforme foi avisado no início do referido ano. Não há ninguém autorizado em comercializar datas, shows, eventos ou utilizar a marca com um ou com os dois integrantes da dupla", grifam os cantores. "A dupla se separou e nenhum dos dois integrantes tem a autorização de usar a marca e o nome do outro. Esse show não tem o reconhecimento", complementam os artistas. Atualmente, o trabalho de João Lucas é voltado à política, enquanto Marcelo segue carreira solo com o nome de Marcelo Martins.

O posicionamento da dupla foi acompanhado por comentários de outros internautas no post. "Será que a Prefeitura Municipal de Barra do Pirai sabe que a dupla acabou? Ou que o Marcelo não sabe da existência desse show? Ou que não há autorização paga ninguém usar a marca?", indagou uma seguidora da prefeitura. O selo responsável pela carreira solo de Marcelo também se posicionou a respeito. "Ué, engraçado fazer a divulgação do show e colocar a foto do Marcelo Martins no cartaz, sendo que a dupla acabou e ele prepara o primeiro disco solo. A dupla não existe mais nessa formação e ninguémm tá autorizado a usar a marca", detalhou a página oficial da empresa, em um comentário. 

A equipe de reportagem do Grupo RBP de Comunicação entrou em contato com o secretário de Comunicação da prefeitura de Barra do Piraí, Felippe Carotta. que relatou que a questão está sendo verificada e esclarecida.

 

Cientistas buscam entender um curioso dado relativo à natalidade do brasileiro: pesquisas junto ao Sistema de Informações dos Nascidos Vivos (Sinasc) e ao Registro Civil do IBGE indicam uma sazonalidade de nascimentos entre os meses de março e maio, o que tende a ser menor entre meses como novembro e dezembro. A questão vem sendo observada desde a década de 1990: de 1997 a 2017, houve 17% a mais de nascimento em março do que em dezembro, de acordo com estatísticas obtidas pela BBC Brasil. 

O dado surpreende e intriga os cientistas. "Eu fiquei extremamente surpresa: 'uau, eles (brasileiros) têm uma sazonalidade de nascimentos muito forte", cita à BBC Brasil, com perplexidade, Micaela Elvira Martinez, professora da Escola de Saúde Pública da Universidade de Columbia. Relacionando com outros países pelo mundo, o fenômeno até se repete, mas o que intriga no caso do Brasil é o fato de o país ser um dos casos com maior sazonalidade de nascimentos conhecida.

"Na maioria dos Estados americanos, nós vemos uma diferença de 6% a 8% entre o mês de pico (com maior número de nascimentos) e o mês de vale (com menor número), comparado com os cerca de 20% que vocês têm", exemplifica Martinez. Fatores como o comportamento sexual ou a abstinência no período da quaresma, bem como a fertilidade humana relacionada às condições climáticas, podem sinalizar caminhos que ajudem a entender o fenômeno.

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