Sexta, 27 Novembro 2020
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O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) informa que o fundador do grupo que assumiu a autoria e responsabilidade pela instalação de uma bandeira de grandes dimensões na encosta do Corcovado foi multado e poderá responder por crime ambiental. A alteração do aspecto de local com valor paisagístico especialmente protegido por Lei é crime previsto no artigo 63 da lei de Crimes Ambientais (Lei 9605/1998). A multa de 100 mil reais está baseada no artigo 73 do decreto 6514/2008, que define o valor da multa para essa infração entre 10 e 200 mil reais, agravado por se tratar de unidade de conservação federal, tendo o valor dobrado conforme o artigo 93 do mesmo decreto. 

O Penhasco do Corcovado é tombado pelo IPHAN como patrimônio nacional, assim como todo o Parque Nacional da Tijuca. Além disso, o monumento do Cristo Redentor e seu entorno são tombados pelo município do Rio de Janeiro e todo o Parque Nacional da Tijuca compõe o sítio reconhecido pela UNESCO, em 2012, como patrimônio mundial na categoria paisagem cultural.

Uma ferramenta estratégica para a conservação da Mata Atlântica é a criação da Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN). Até o momento, o Estado do Rio possui 83 RPPNs, que correspondem a aproximadamente sete mil hectares de área protegida. O Inea incentiva a criação das RPPNs em todo o Estado do Rio de Janeiro: o órgão ambiental estadual instrui sobre o processo de averbação e faz o reconhecimento da reserva através de portaria definitiva publicada no Diário Oficial do Estado. Além disso, oferece suporte técnico, com apoio ao georreferenciamento da propriedade.
Atualmente, o Inea analisa mais de 50 processos de RPPN e já realizou mais de 70 palestras sobre esse assunto em vários municípios fluminenses, além de cinco oficinas de capacitação sobre elaboração de Planos de Manejo para os proprietários das reservas. As RPPNs são unidades de conservação de proteção integral de propriedade privada e cujas atividades permitidas são educação ambiental, turismo e pesquisa científica.

Estado - A Secretaria de Estado de Educação (SEEDUC), em parceria com uma rede de abastecimento de combustíveis, lançarão o programa educacional da empresa que, em nível global, incentiva e auxilia no desenvolvimento de soluções sustentáveis para o cotidiano, principalmente em relação ao acesso e ao uso da água, energia e alimentos. Por meio do programa NXplorers, cerca de 700 alunos, de 14 a 19 anos, de 17 escolas da Região Metropolitana participarão da iniciativa.

  O lançamento do programa será nesta quinta-feira, 26, às 10 horas, no Colégio Estadual Erich Walter Heine, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, a primeira escola sustentável da América Latina que recebeu a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), concedida pela entidade internacional Green Building Council.

  "O piloto dessa parceria, que agora será estendido para toda Região Metropolitana, foi inicialmente realizado em quatro escolas da Ilha do Governador onde a Shell possui uma fábrica de lubrificantes, em 2017, com capacitação de professores e realização de diversas ações e atividades. Os resultados foram muito positivos”, celebra o secretário estadual de Educação, Wagner Victer.

  “Neste ano, o número de unidades de ensino foi ampliado e serão intensificadas as ações que promovam a sustentabilidade e o engajamento dos jovens. Além disso, cabe ressaltar que a escola onde será lançado esse Programa é referência em educação ambiental e também possui o selo de Certificação Internacional Ambiental de Programa Escolas Associadas, da Unesco”, declara ele.

  As escolas públicas estaduais beneficiadas estão localizadas na Capital, Niterói, Nova Iguaçu, São João de Meriti e Belford Roxo. O programa NXplorers atende a mais de 100 escolas em dez países, disponibiliza uma plataforma online para compartilhamento de soluções e troca de experiências e tem como base três módulos: Explorar, Criar e Mudar.

  Durante a ação também serão plantadas mudas de ipê no Colégio Estadual Erich Walter Heine, uma iniciativa realizada em conjunto com a Cedae, por meio do Projeto Replantando Vidas, que já percorreu cerca de 20 escolas da Zona Oeste do Rio de Janeiro.

  No evento estarão presentes o Secretário de Estado de Educação, Wagner Victer; a Gerente de Performance Social da empresa, Pamella Braga De-Cnop, além de professores e alunos da rede estadual de ensino.

Talita Affonso

País/Barra do Piraí – A televisão ainda é o meio de comunicação mais consumido no país; entretanto, ao mesmo tempo, a relação entre o jovem e o aparelho televisor vem se modificando nos últimos anos. A chamada “segunda tela”, em geral o aparelho celular, tem cada vez mais se tornado primeira, ao passo que os jovens têm preferido o YouTube a assistir canais pagos, bem como compõem a faixa que menos vê os principais canais abertos.  Em média, o brasileiro (aliás, a brasileira, já que as mulheres são o público que passa mais tempo em frente à TV) passa cinco horas por dia assistindo ao televisor, de acordo com dados do instituto GfK. O Brasil é, inclusive, um dos países que mais assiste TV, ao lado de Estados Unidos, Índia, China, Malásia e Turquia. Os dados são referentes a 2016.

  Porém, 56% dos jovens entre 14 e 24 anos ouvidos pela pesquisa “Digital Democracy Survey”, realizada nos Estados Unidos em 2017, declararam que preferem acessar conteúdos no YouTube e outras plataformas digitais a assistir aos canais televisivos a cabo.

  De volta ao Brasil, o portal de noticias televisivas NaTelinha divulgou que o jovem entre 12 e 24 anos corresponde à fatia em que os principais canais abertos, em termos de audiência, têm menos telespectadores. Apenas 21% assistem ao SBT, 14%, à Globo, e 13% dos jovens declararam assistir à Record.

  “Sinceramente, nunca fui muito de ver TV, e acredito que a grade atual das emissoras não tem um atrativo ao jovem, porque ainda estão muito presas em programas e formatos mais tradicionais. Acho também que o que o jovem busca não está na televisão, mas está na Internet, no YouTube, nas séries, por isso que estamos nesta situação”, acredita a estudante Alice Oliveira, 19. Ela admite ser adepta de seriados e outras mídias.

  Por outro lado, o público tradicional, ainda tem na televisão a “amiga que traz as informações” e distrai. “Gosto de ficar com a televisão ligada como som de fundo mesmo, enquanto faço minhas atividades domésticas, e volta e meia olho para saber o que está acontecendo, como está a novela ou a receita que a Ana Maria Braga estiver fazendo. Minha geração cresceu tendo a televisão como companheira de serviço de casa e até como ‘babá’ dos nossos filhos, aí não tem jeito”, diz a dona de casa Sônia Lopes, 44.

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