Sexta, 27 Novembro 2020
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O argentino Diego Maradona, um dos maiores jogadores de futebol da história, foi sepultado ontem enquanto o mundo todo mostrou seu luto pela perda, desde as ruas de Buenos Aires à cidade de Nápoles, na Itália. A informação é da Agência Brasil.

A morte de Maradona aos 60 anos na última quarta-feira (25), após uma parada cardiorrespiratória, provocou tanto o luto quanto as celebrações a uma verdadeira estrela do esporte, um gênio em campo, mas com uma vida marcada por dificuldades provocadas pela dependência química.

Em um dia de grandes emoções, o campeão mundial pela Argentina foi levado em um carro funerário na noite desta quinta-feira para o cemitério de Bella Vista, nos arredores de Buenos Aires (onde seus pais também estão enterrados) para uma cerimônia de familiares e amigos próximos.

Milhares de argentinos encheram as ruas enquanto a procissão passou no trajeto de uma hora que partiu da Casa Rosada, o palácio presidencial no centro de Buenos Aires, onde o caixão com o corpo de Maradona ficou exposto ao público durante o dia.

Mais cedo, confrontos entre a polícia e admiradores e uma atmosfera febril, mais similar a um jogo disputado de futebol do que a um velório, marcaram o dia, com os torcedores se amontoando próximos às grades do palácio para chegar o mais perto possível de seu ídolo.

Na Itália, uma multidão amarrou seus cachecóis azuis e brancos às grades de seu ex-clube, o Nápoli, enquanto na França a primeira página do jornal esportivo L'Equipe disparou: “Deus está morto”.

Na Argentina, foi decretado luto nacional de 3 dias em homenagem ao jogador que liderou a seleção do país ao título da Copa do Mundo de 1986, e que é reverenciado como uma figura religiosa. Dezenas de milhares foram às ruas, muitos sem máscaras faciais apesar dos temores com a pandemia do novo coronavírus (covid-19). Alguns deixaram flores e mensagens na casa onde o jogador passou sua infância.

“Maradona para mim é a melhor coisa que aconteceu em minha vida. Eu o amo como amo meu pai, e é como se ele mesmo tivesse morrido”, disse Cristian Montelli, de 22 anos, um torcedor do ex-clube de Diego, o Boca Juniors, com lágrimas nos olhos após passar pelo caixão do astro. “Se eu morrer jovem, com sorte lá em cima posso jogar bola e assistir a um jogo do Boca com ele”, acrescentou Montelli, que tem o rosto de Maradona tatuado em uma perna.

O governador em exercício do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, nomeou o carioca Leandro Alves, de 44 anos, como novo secretário de Esportes, Lazer e Juventude. Leandro assume a pasta no lugar de Felipe Bornier, a partir de hoje (16/11), com nomeação publicada no Diário Oficial.

"O esporte do Rio precisa de alguém com experiência em grandes eventos e estruturas, como o que foi deixado pelos Jogos Olímpicos Rio 2016. Leandro possui este conhecimento, além de saber, como poucos, utilizar o esporte como ferramenta de promoção da saúde e da educação de crianças e adolescentes. Agradeço o trabalho realizado pelo Felipe Bornier à frente da secretaria", disse Cláudio Castro.

Formado em comunicação social e marketing, Leandro Alves já foi gestor público, tendo ocupado os cargos de subsecretário de Esportes e Eventos do Estado e, até o momento, exercendo a função de subsecretário do Legado Olímpico da Prefeitura do Rio de Janeiro.

"Acredito que o esporte pode mudar a vida das pessoas, por isso, o objetivo principal será estimular esta prática em todo o estado", disse Leandro Alves.

Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude

A Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude tem como competência formular, coordenar, executar e promover atividades esportivas no estado do Rio de Janeiro. A missão da pasta é promover a inclusão social por intermédio do esporte, do lazer e da juventude, mecanismos fundamentais para o crescimento do indivíduo, principalmente, na formação da cidadania.

Em nota oficial, a Confederação Brasileira de Futebol confirmou na noite desta quinta-feira (12), que o atacante Neymar Jr. está desconvocado da Seleção Brasileira para os compromissos da equipe nacional na Data FIFA de novembro. Após quatro dias de tratamentos na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), o departamento médico constatou que não haveria tempo hábil para recuperação do jogador antes da partida contra o Uruguai, na terça-feira (17), válida pela quarta rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo. A informação é da Agência Brasil.

No dia seis de novembro, o jogador se apresentou à Seleção Brasileira ainda em fase de tratamento de uma lesão no músculo adutor da perna esquerda sofrida em jogo do PSG pela Liga dos Campeões da Europa. O médico da Seleção Brasileira, Rodrigo Lasmar já havia confirmado que o atleta não estaria à disposição para o jogo desta sexta-feira (13) contra a Venezuela, no Morumbi. Só que havia a expectativa de que ele evoluísse a tempo de enfrentar o Uruguai, o que não se confirmou.

"O jogador se apresentou na segunda-feira e, desde então, foi submetido a um trabalho intensivo de fisioterapia. Ele apresentou boa evolução, mas não suficiente para que estivesse disponível para o jogo contra o Uruguai. Hoje, ao chegarmos em São Paulo, nós já tínhamos um exame programado de ultrassonografia para acompanharmos a resposta da sua cicatrização", explicou o médico da Seleção Brasileira, Rodrigo Lasmar.

A Seleção Brasileira entra em campo nesta sexta-feira (13) para enfrentar a Venezuela, às 21h30, no Estádio do Morumbi. Quatro dias depois, em Montevidéu, o Brasil faz sua última partida do ano contra o Uruguai, no Estádio Centenário, às 20 horas (Brasília). As duas partidas são válidas pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022.

O argentino lenda do futebol mundial Diego Maradona terá de ficar hospitalizado por mais tempo após sofrer de "confusão" causada por uma "abstinência" sem explicação que seguiu sua cirurgia cerebral nesta semana, disse seu médico na quinta-feira (5). A informação é da Agência Brasil.

"Todos conhecemos Diego", disse o médico Leopoldo Luque a jornalistas do lado de fora da clínica onde há três dias Maradona passou por uma operação para remover um hematoma subdural, um coágulo de sangue no cérebro.

"Na fase pós-operatória houve episódios de confusão que associamos com a abstinência".

Luque não informou do que seria a abstinência, mas disse que Maradona, ex-craque do Barcelona, Napoli e Boca Juniors, havia no passado combatido o vício de bebida e drogas.

"A ideia é tratá-lo para a abstinência", disse Luque. "Acreditamos que isso é o que precisa ser feito, acreditamos que é o melhor para Diego".

Os comentários do médico vieram horas depois de ele dizer a jornalistas que Maradona, técnico de 60 anos do Gimnasia y Esgrima, teria dito aos médicos que se sentia bem e que poderia receber alta.

Maradona, que venceu a Copa do Mundo com a Argentina em 1986 e é considerado um dos maiores jogadores de todos os tempos, já passou vários períodos hospitalizado ao longo dos anos, muitas vezes por causa de seu estilo de vida extravagante.

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