Quinta, 22 Abril 2021
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A Corte Regional de Colônia (Alemanha) deu veredito favorável ao Comitê Paralímpico Internacional (IPC) na ação movida por André Brasil contra a entidade. Há dois anos, o nadador brasileiro, campeão paralímpico e mundial, foi considerado inelegível para competir entre atletas com deficiência em provas nas quais é especialista. A informação é da Agência Brasil.

A derrota na Justiça deixa André fora da Paralimpíada de Tóquio (Japão). Ele ainda pode recorrer, mas o resultado da ação não sairá antes dos Jogos.

“Ainda não sei quais os próximos passos. Preciso conversar com o pessoal do CPB [Comitê Paralímpico Brasileiro] e meu advogado alemão. O fato é que o esporte inclusivo excluiu uma pessoa com deficiência. São anos de dedicação, de entrega de vida. Nesse momento, o esporte mata o sonho de alguém que se dedicou de forma integral”, afirmou o nadador, em vídeo publicado no Instagram.

O processo que define a categoria do atleta no esporte adaptado, ou se ele é apto ou não a competir entre pessoas com deficiência, chama-se classificação funcional. Das 14 categorias paralímpicas da natação, as de 1 a 10 são voltadas a deficientes físico-motores. Quanto maior o número da classe, menor o grau de comprometimento. André, que teve poliomielite aos dois meses de vida, após reação à vacina e sequelas na perna esquerda, era da classe S (do inglês swimming) 10. Foi nela que obteve 14 pódios em Paralimpíadas, 32 em Mundiais e 21 em Jogos Parapan-Americanos, em 14 anos de carreira.

Em abril de 2019, o nadador passou por uma reclassificação (a primeira após mudanças nas regras de avaliação em 2018) antes de um evento internacional em São Paulo. A análise de duas bancas de especialistas não o considerou apto à classe S10 nos nados livre, costas e borboleta. Como não há uma categoria acima, o brasileiro ficou inelegível, com exceção das provas de nado peito (que não é a especialidade dele).

André e o CPB, que apoia o nadador na ação, questionam a reclassificação. Ele argumenta ter recebido uma pontuação, na avaliação dentro da água, por um movimento de tornozelo que não condiz com a deficiência que tem na perna esquerda. Contesta, ainda, a presença da chefe de classificação do torneio nas duas bancas que o analisaram, alegando que houve “interferência indevida” da avaliadora.

“Como meus pais dizem muito, o guerreiro está ferido, mas morto, jamais. A gente continua na luta. Ainda não sei o que vem pela frente, mas terá muita garra e determinação nessa jornada”, concluiu André.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou, na noite desta segunda-feira (5), que a disputa da Supercopa do Brasil, entre Flamengo e Palmeiras, acontecerá no próximo domingo (11) a partir das 11h (horário de Brasília) no estádio Mané Garrincha, em Brasília. A informação é da Agência Brasil.

A Supercopa do Brasil coloca frente a frente, em partida única, os vencedores do Campeonato Brasileiro (Flamengo) e da Copa do Brasil (Palmeiras). Em caso de empate nos 90 minutos, o troféu será definido na disputa de pênaltis. Assim como na edição do ano passado, a Supercopa contará com o Árbitro de Vídeo (VAR).

“Temos certeza que a Supercopa será, a exemplo do ano passado, um encontro memorável entre os campeões das duas maiores competições nacionais. Mantivemos a premiação e faremos um evento muito especial para que os torcedores possam curtir um excelente espetáculo em suas casas", declarou o presidente da CBF, Rogério Caboclo, por meio de sua assessoria.

Um dia após receber alta do hospital em que estava internado, na Zona Sul do Rio de Janeiro, o ex-jogador Branco comemorou o aniversário de 57 anos com a família. A esposa, Cleo Pozzebon, celebrou a recuperação nas redes sociais com uma foto do ex-lateral já em casa. A informação é da Agência Brasil.

Branco foi internado no dia 17 de março e chegou a ser intubado devido ao coronavírus. O coordenador das seleções de base da CBF deixou ontem a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e vai passar por dias de repouso para continuar se recuperando.

Com acenos, sorrisos e bandeirolas, mas sem gritos, o revezamento da tocha olímpica começou nesta quinta-feira (25), iniciando uma contagem regressiva de quatro meses para os Jogos Olímpicos de Tóquio, a primeira edição da competição organizada durante uma pandemia mortal. As informações são da Agência Brasil.

“No último ano, como o mundo inteiro passou um período difícil, a chama olímpica foi mantida acesa de forma discreta, mas poderosamente”, disse a presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Tóquio, Seiko Hashimoto, em uma cerimônia fechada a espectadores.

“A pequena chama não perdeu a esperança, e, assim como os botões das cerejeiras que já estão florescendo, esperava por este dia”, declarou a dirigente.

Espectadores estrangeiros não poderão ir aos estádios, e ainda não está claro quantos japoneses poderão acompanhar as competições in loco.

Como os organizadores estão apresentando o evento como a “Olimpíada da Reconstrução”, em menção tanto ao desastre quanto à pandemia, os condutores da tocha desta quinta-feira incluíram muitos sobreviventes do acidente na usina nuclear de Fukushima.

“Esta cidade é onde nasci e fui criado, e nunca pensei que um revezamento da tocha seria realizado aqui”, disse Takumi Ito, de 31 anos, em Futaba, uma das cidades mais atingidas pelo desastre nuclear.

O Japão tem se saído melhor do que a maioria dos países, acumulando cerca de 9 mil mortes pelo novo coronavírus (covid-19), mas na última quarta-feira (24) Tóquio registrou 420 casos, a maior cifra diária deste mês. Pesquisas mostram que a maior parte do público é contra a realização da Olimpíada tal como programada.

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