Quarta, 20 Março 2019
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O Volta Redonda vai estrear nesta sexta-feira na Copa São Paulo de Futebol Júnior. O primeiro compromisso é contra o Paraná, em jogo marcado para as 17h15, no Canindé. Atento às qualidades do adversário, o técnico Neto Colucci sabe das dificuldades de enfrentar logo de cara uma equipe de nome no futebol nacional, mas garante que entrará em campo com a mentalidade para buscar os três pontos.

— Estudamos bastante o Paraná, que tem uma equipe inteligente e que impõe uma marcação muito forte, intensa. Porém, não vamos fugir das nossas características e vamos entrar em campo para jogar o nosso jogo e buscar um bom resultado. Vamos tentar em alguns momentos impor o nosso ritmo para desacelerar o deles. Para isso, elaboramos algumas estratégias para neutralizarmos os pontos fortes do Paraná e procurar explorar os pontos fracos deles – destacou o treinador, que treinou o Pérolas Negras na terceira divisão do Carioca em 2018.

Esta será a quarta participação do Voltaço na Copinha. Nas duas primeiras, foi eliminado logo na primeira fase. A melhor campanha foi feita no ano passado, quando chegou de forma inédita à segunda fase da competição.

Para este ano, o elenco foi formado por pratas da casa que subiram recentemente de categoria, entre eles atletas que conquistaram a Taça Rio Sub-17 em 2018. O grupo é completado por jogadores que disputaram a Copinha no ano passado, além de alguns reforços.

— O Volta Redonda chega com uma safra que já vem sendo trabalhada há quatro anos. Conseguimos formar uma equipe com um equilíbrio bom, guerreira e com uma qualidade técnica muito boa. Acredito que vamos conseguir fazer uma boa campanha e brigar pela classificação - disse Neto Colucci.

O Volta Redonda está no grupo 32, junto com Paraná, Portuguesa-SP e Santo André. Os próximos jogos serão na segunda-feira, contra a Lusa, e na quinta-feira, contra o Santo André.

Informações do Globoesporte.com 

Foto: Divulgação VRFC

O Royal Sport Club foi campeão da Copa Ouro de Volta Redonda desse ano na categoria juvenil, até 17 anos. A final da competição foi realizada no último sábado (8), no estádio Raulino de Oliveira, contra o Atlético Real, de Barra Mansa, e a equipe barrense venceu nos pênaltis por 7 a 6, após empate no tempo normal de 1 a 1.

Na primeira etapa, o Royal abriu o placar com o artilheiro Ramon César, porém, não muito tempo depois o Atlético empatou. Na decisão por pênaltis, o goleiro Igor brilhou ao pegar três cobranças, garantindo o título da categoria sub-17.

O treinador da equipe, o jovem Tonimar Ferreira, ex-treinador do sub-20 e auxiliar técnico do Esporte Clube Rio-São Paulo, equipe profissional que está mandando seus jogos em Barra Mansa, parabenizou seus atletas através de suas redes sociais  e declarou que o trabalho foi feito de forma muito correta, organizada e que, por isso, tudo deu certo.

Foto: Reprodução Facebook

O presidente do Voltaço, advogado Flávio Horta, foi afastado do cargo por período de 30 dias pelo Conselho Deliberativo do clube, que decidirá nas urnas, no próximo dia 8 de dezembro, quem serão seus novos dirigentes.

De acordo com o site Diário do Vale, a sede do clube amanheceu hoje (29) cercada por segurança. A medida teria o objetivo de evitar que o vice-presidente do Clube, Gabriel Torturela, tomasse posse hoje, depois que o Conselho Deliberativo do Volta Redonda solicitou na noite de ontem (28), o afastamento por 30 dias do presidente Flávio Horta.

A medida foi tomada por conta da denúncia de irregularidade nas contas reprovadas pelo Conselho Fiscal do Clube. Gabriel Tortutella disputa a eleição para a nova diretoria do Voltaço. Funcionou como relator do processo, o conselheiro Ilder Alves que apresentou a proposta de afastamento de Horta por 30 dias, além da posse imediata de Gabriel Tortutella, como presidente interino.

Torturela será mantido no cargo até que se apure denúncias enviadas para o Ministério Público sobre uma farta documentação contra o atual presidente que teria cometido irregularidades fiscais, financeiras e eleitoral.  O Conselho deliberativo optou pelo pedido afastamento baseado no artigo 24 do estatuto do clube e foi aprovado por unanimidade. Segundo Ilder Alves não se trata de impedimento ou cassação do mandato e sim de afastamento temporário para não atrapalhar as investigações.

O presidente Flávio Horta vai aguardar a notificação do Conselho deliberativo, mas já disse assim que tomar ciência vai recorrer da decisão imediatamente.

O presidente Flávio Horta, conhecido como Flávio Pardal, é cunhado do governador Luiz Fernando Pezão (MDB), preso na manhã de hoje pela Polícia Federal, na sede do governo do Estado do Rio de Janeiro.

Informações Papagoiaba e Diário do Vale

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) teve tese acolhida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que negou pedido de habeas corpus impetrado em favor de Ryan Steven Lochte, nadador norte-americano denunciado por falsa comunicação de crime durante as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. A decisão do STF foi no sentido do que havia sido sustentado pela Assessoria de Recursos Constitucionais Criminais (ARC Criminal/MPRJ) perante o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Na decisão, publicada no dia 22 de novembro, o ministro Luís Roberto Barroso, do STF, afirmou não ter verificado ilegalidade que autorize o trancamento da referida ação penal. Segundo Barroso, o acórdão do STJ está alinhado com a jurisprudência do STF no sentido de que o arquivamento da ação, via habeas corpus, só é possível quando forem comprovadas, de plano, a atipicidade da conduta, a extinção da punibilidade ou a ausência de justa causa – o que não é o caso.

A denúncia do MPRJ narra que, em 14 de agosto de 2016, o atleta comunicou, por meio da imprensa, a ocorrência de falso delito de roubo qualificado em um posto de gasolina na Barra da Tijuca, zona Oeste do Rio. Na ocasião, Ryan Lochte estava acompanhado por outros atletas olímpicos e todos acabaram envolvidos em confronto com guardas da segurança por conta de vandalismo causado por eles, que encontravam-se alcoolizados. Assim, a falsa notícia inventada pelos atletas provocou a atuação da Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (DEAT), com a instauração de inquérito policial. Posteriormente, houve a reiteração da falsa comunicação em depoimento prestado pelo nadador diretamente aos policiais, dando continuidade indevida à investigação.

 

Vale lembrar que a defesa do atleta havia impetrado habeas corpus no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e obteve o trancamento da ação penal. Em seguida, o STJ acolheu o recurso especial interposto pela Assessoria de Recursos Constitucionais do MPRJ, determinando o prosseguimento da ação penal. Já no STF, a defesa do atleta fez novo pedido de habeas corpus, este que acaba de ser negado, sustentado na suposta ausência de justa causa para a ação sob a alegação de que a conduta praticada por Lochte não configuraria o delito previsto no artigo 340 do Código Penal, tendo em vista que a autoridade policial começou as investigações de ofício a partir de notícias de jornal, sem que seu cliente tivesse, formalmente, comunicado ocorrência alguma.

 

Em sua decisão, Luís Roberto Barroso cita trecho da decisão do STJ no qual afirma não haver dúvida de que a instauração do inquérito policial pela DEAT ocorreu exclusivamente em razão da ação do acusado, que provocou a atuação da autoridade policial ao comunicar a ocorrência do falso delito de roubo qualificado através da imprensa. “Fundamental ressaltar que, tendo a oportunidade de se retratar das declarações dadas à rede estrangeira de televisão, ao prestar esclarecimentos pessoalmente à autoridade policial, o recorrido houve por bem reiterar a falsa comunicação criminosa”, afirmou o relator, mantendo, portanto, o prosseguimento da ação penal.

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