Domingo, 15 Dezembro 2019
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Casagrande voltou a falar sobre Neymar após o pai do craque rebater uma opinião do comentarista, que chamou o atacante de mimado. Durante o "Troca de Passes" desta sexta-feira, Casão disse que não leu o comentário de Neymar pai e que também não há uma perseguição ao jogador do PSG e da seleção brasileira.

- Meu trabalho é honesto, sou imparcial, não persigo ninguém. Não falei nada demais, falei aquilo que eu penso e as pessoas podem pensar diferente. Não li nada (sobre comentário do Neymar pai). Estou com 55 anos e só faço coisas que me deixa feliz, não vou em busca da tristeza. Críticas tanto positivas quanto negativas eu já afastei da minha vida, porque é inevitável que você fique chateado com uma crítica negativa.

Casagrande explicou o comentário desta semana em que chama Neymar de mimado. Ele disse se referir ao comportamento do craque dentro de campo e não ao que ele faz fora dos gramados.

- Não falei nada sobre o comportamento dele fora de campo. Nem me importo com o que ele faz fora de campo. Eu fiz várias coisas. O mimado que falei é dentro de campo. Nunca falei que ele não é sério, que não treina. Não fiz uma crítica ao comportamento como profissional. Não critiquei sua forma física. O comportamento mimado dentro de campo é muito claro. Quando recebe falta dá risadinha. Quando comete, não aceita. Levou um cartão amarelo contra o Real em 15 minutos de jogo. Nenhum atacante levou.

Fevereiro tem sido muito bom para Miguel Borja. Nos três jogos do mês, o atacante colombiano do Palmeiras balançou a rede quatro vezes, duas delas na última quinta-feira, contra o Linense. A boa fase tem gerado comparações divertidas.
A primeira delas veio no meio de semana. Quando o Real Madrid derrotou o Paris Saint-Germain de virada na Liga dos Campeões, Cristiano Ronaldo fez dois dos três gols da equipe espanhola, mas antes disso desperdiçou uma grande chance cara a cara com o goleiro. Chance semelhante à que o palmeirense, dias antes, aproveitou diante do Mirassol.
Não demorou para que torcedores fizessem uma comparação que não deixa dúvida: Borja tomou melhor decisão do que o português, eleito mais uma vez o melhor jogador do mundo no ano passado.

O clássico entre São Paulo e Santos, neste domingo, às 17h, no Morumbi, pelo Paulistão, também será questão de família. Dos Vieira de Oliveira, no caso. Raí, tio, e Gustavo, sobrinho, são os principais responsáveis pelo futebol de São Paulo e Santos, respectivamente. O duelo agita os bastidores entre os parentes.
Contratados no início do ano, eles tentam superar as perdas de protagonistas e a impaciência das torcidas, mas não deixam que a necessidade de vitória afete o carinho familiar.
O doutor Sócrates, falecido em 2011, foi o elo. Irmão de Raí e pai de Gustavo. Tio e sobrinho sempre foram próximos. É um traço de toda a família, aliás, que muitas vezes se junta nos finais de ano em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.
– É mesmo uma situação curiosa e rara. Mas, para mim, não tão nova. Sou um dos maiores ídolos do Tricolor e tenho meu irmão, pai do Gustavo, como grande ídolo do Corinthians. Fico feliz em ver mais um membro da família valorizado em sua profissão. Mas espero ser vitorioso na minha nova função, como fui como jogador. Para isso terei que vencer batalhas contra o clube dele – afirmou Raí, via assessoria de imprensa do São Paulo.

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