Sábado, 25 Mai 2019
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O presidente do Voltaço, advogado Flávio Horta, foi afastado do cargo por período de 30 dias pelo Conselho Deliberativo do clube, que decidirá nas urnas, no próximo dia 8 de dezembro, quem serão seus novos dirigentes.

De acordo com o site Diário do Vale, a sede do clube amanheceu hoje (29) cercada por segurança. A medida teria o objetivo de evitar que o vice-presidente do Clube, Gabriel Torturela, tomasse posse hoje, depois que o Conselho Deliberativo do Volta Redonda solicitou na noite de ontem (28), o afastamento por 30 dias do presidente Flávio Horta.

A medida foi tomada por conta da denúncia de irregularidade nas contas reprovadas pelo Conselho Fiscal do Clube. Gabriel Tortutella disputa a eleição para a nova diretoria do Voltaço. Funcionou como relator do processo, o conselheiro Ilder Alves que apresentou a proposta de afastamento de Horta por 30 dias, além da posse imediata de Gabriel Tortutella, como presidente interino.

Torturela será mantido no cargo até que se apure denúncias enviadas para o Ministério Público sobre uma farta documentação contra o atual presidente que teria cometido irregularidades fiscais, financeiras e eleitoral.  O Conselho deliberativo optou pelo pedido afastamento baseado no artigo 24 do estatuto do clube e foi aprovado por unanimidade. Segundo Ilder Alves não se trata de impedimento ou cassação do mandato e sim de afastamento temporário para não atrapalhar as investigações.

O presidente Flávio Horta vai aguardar a notificação do Conselho deliberativo, mas já disse assim que tomar ciência vai recorrer da decisão imediatamente.

O presidente Flávio Horta, conhecido como Flávio Pardal, é cunhado do governador Luiz Fernando Pezão (MDB), preso na manhã de hoje pela Polícia Federal, na sede do governo do Estado do Rio de Janeiro.

Informações Papagoiaba e Diário do Vale

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) teve tese acolhida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que negou pedido de habeas corpus impetrado em favor de Ryan Steven Lochte, nadador norte-americano denunciado por falsa comunicação de crime durante as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. A decisão do STF foi no sentido do que havia sido sustentado pela Assessoria de Recursos Constitucionais Criminais (ARC Criminal/MPRJ) perante o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Na decisão, publicada no dia 22 de novembro, o ministro Luís Roberto Barroso, do STF, afirmou não ter verificado ilegalidade que autorize o trancamento da referida ação penal. Segundo Barroso, o acórdão do STJ está alinhado com a jurisprudência do STF no sentido de que o arquivamento da ação, via habeas corpus, só é possível quando forem comprovadas, de plano, a atipicidade da conduta, a extinção da punibilidade ou a ausência de justa causa – o que não é o caso.

A denúncia do MPRJ narra que, em 14 de agosto de 2016, o atleta comunicou, por meio da imprensa, a ocorrência de falso delito de roubo qualificado em um posto de gasolina na Barra da Tijuca, zona Oeste do Rio. Na ocasião, Ryan Lochte estava acompanhado por outros atletas olímpicos e todos acabaram envolvidos em confronto com guardas da segurança por conta de vandalismo causado por eles, que encontravam-se alcoolizados. Assim, a falsa notícia inventada pelos atletas provocou a atuação da Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (DEAT), com a instauração de inquérito policial. Posteriormente, houve a reiteração da falsa comunicação em depoimento prestado pelo nadador diretamente aos policiais, dando continuidade indevida à investigação.

 

Vale lembrar que a defesa do atleta havia impetrado habeas corpus no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e obteve o trancamento da ação penal. Em seguida, o STJ acolheu o recurso especial interposto pela Assessoria de Recursos Constitucionais do MPRJ, determinando o prosseguimento da ação penal. Já no STF, a defesa do atleta fez novo pedido de habeas corpus, este que acaba de ser negado, sustentado na suposta ausência de justa causa para a ação sob a alegação de que a conduta praticada por Lochte não configuraria o delito previsto no artigo 340 do Código Penal, tendo em vista que a autoridade policial começou as investigações de ofício a partir de notícias de jornal, sem que seu cliente tivesse, formalmente, comunicado ocorrência alguma.

 

Em sua decisão, Luís Roberto Barroso cita trecho da decisão do STJ no qual afirma não haver dúvida de que a instauração do inquérito policial pela DEAT ocorreu exclusivamente em razão da ação do acusado, que provocou a atuação da autoridade policial ao comunicar a ocorrência do falso delito de roubo qualificado através da imprensa. “Fundamental ressaltar que, tendo a oportunidade de se retratar das declarações dadas à rede estrangeira de televisão, ao prestar esclarecimentos pessoalmente à autoridade policial, o recorrido houve por bem reiterar a falsa comunicação criminosa”, afirmou o relator, mantendo, portanto, o prosseguimento da ação penal.

No dia 17 de novembro, aconteceu o Campeonato Estadual de Kickboxing, na cidade de São Gonçalo. Barra do Piraí foi representada pelos atletas da academia Braga Gym Escola de Kickboxing e Boxe, do professor Carlos Bruno Garcia Braga. Entre os alunos, dois trouxeram medalhas: Leonardo de Oliveira, morador do bairro Caixa d'Água Velha, campeão estadual de Kickboxing na modalidade Full Contact, e José Carlos Samuel, vice-campeão na modalidade K1 Rules. A Braga Gym Escola de Kickboxing e Bofe fica na rua da Estação, 17, Centro de Barra do Pirai.

Diretor de futebol do Fluminense, Paulo Angioni falou nesta sexta-feira (16) sobre a cobrança dos jogadores pelo pagamento dos salários atrasados, noticiada pelo UOL Esporte. O dirigente viu naturalidade na questão e afirmou que a diretoria tricolor busca uma solução para as pendências de quatro meses nos direitos de imagem e dois na carteira de trabalho. A cúpula do futebol espera conseguir pagar uma parte dos atrasados até a próxima segunda-feira, mas a insatisfação é evidente e tensiona o ambiente em um momento decisivo da temporada.

A informação é do portal UOL

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