Quinta, 22 Abril 2021
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Uma fase principal com 12 participantes. Todos se enfrentando em turno único no sistema de pontos corridos. E os quatro primeiros avançando às fases decisivas. A semifinal e a final serão decididas em dois jogos. Essa é a nova fórmula do Campeonato Estadual de Futebol para as duas próximas temporadas. O modelo foi aprovado por unanimidade pelos clubes presentes na sede da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), na tarde desta segunda-feira (28). A informação é da Agência Brasil.

O título da tradicional Taça Guanabara vai ficar com o time que fizer mais pontos nas 11 rodadas iniciais. A Taça Rio será disputada entre os times que ficarem de 5º ao 8º lugar. Antes da fase principal, o torneio terá uma etapa preliminar prevista para começar em 16 de janeiro e seguir até 25 de fevereiro. Cabofriense, Friburguense, Americano, América, Nova Iguaçu e Sampaio Correa vão brigar pela única vaga para a etapa principal.

A Corte Arbitral do Esporte (CAS, sigla em inglês) manteve nesta segunda-feira (21) a punição de dois anos de suspensão por doping aplicada à judoca Rafaela Silva. A brasileira foi flagrada em exame realizado em agosto do ano passado, durante os Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru), e recorreu à instância máxima para tentar reduzir a pena, sem sucesso. Medalhista de ouro nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, ela está fora da Olimpíada de Tóquio (Japão) em 2021. A informação é da Agência Brasil.

Além de perder os Jogos do ano que vem, Rafaela teve cassadas as medalhas de bronze conquistadas (individual e por equipes) no Mundial de Judô do ano passado. Os resultados no Grand Slam de Brasília e no Pan de Lima já haviam sido desconsiderados quando a suspensão à judoca foi aplicada.

Rafaela testou positivo para fenoterol, um broncodilatador utilizado para tratamento de doenças respiratórias. Em setembro do ano passado, a judoca afirmou que a contaminação pode ter ocorrido acidentalmente, em brincadeira com uma criança que fazia uso da substância.

Em março, o gestor de Alto Rendimento da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Ney Wilson, disse à Agência Brasil que confiava na revisão da punição, entendendo ser exagerada. Um mês antes, o nadador Gabriel Santos foi absolvido pelo CAS após ter sido flagrado em um exame antidoping realizado em São Paulo com a substância clostebol (agente anabólico). A Corte entendeu que Gabriel não teve culpa ou negligência pela contaminação. O atleta afirmou que teria usado uma toalha ou peça de roupa do irmão, cujo creme pós-barba continha a substância.

O julgamento de Rafaela foi realizado em 10 de setembro, por videoconferência. Segundo nota do CAS, a defesa dela solicitou que “nenhuma culpa ou negligência fosse atribuída [...] com fundamento de que ela foi acidentalmente contaminada com a substância proibida pelo contato com a colega de quarto durante o Pan ou [no contato] com torcedores”. O argumento não foi aceito.

Sem Rafaela, o Brasil pode não ter uma substituta na categoria até 57 quilos. Classificam-se direto para os Jogos os 18 atletas mais bem colocados por categoria, sendo um por país. Ou seja, se uma mesma nação tiver dois judocas no top-18, o que vier na sequência no ranking olímpico (se for de nacionalidade diferente dos que estão à frente) fica com a vaga.

Atualmente, a segunda melhor brasileira na categoria é Ketelyn Nascimento, de 21 anos e 43ª do mundo, cerca de mil pontos atrás da chinesa Tongjuan Lu, hoje é dona da última vaga olímpica na categoria. Outra possibilidade de classificação é por meio de uma cota continental, uma espécie de repescagem para 100 atletas fora da classificação direta. O Brasil tem direito a uma dessas cotas. No momento, a vaga seria de Eduardo Barbosa, número um do país e 29º do mundo na categoria até 73 quilos.

O Brasil esteve representado nas 14 categorias do judô olímpico nas duas últimas edições. A modalidade é a que mais rendeu medalhas ao país. São 22, sendo quatro de ouro (Rafaela Silva, Sarah Menezes, Aurélio Miguel e Rogério Sampaio), três pratas e 15 de bronze.

Às 21h desta terça-feira (22), Brooklyn Nets e Golden State Warriors iniciam mais uma temporada fora do comum na NBA (liga de basquete profissional dos Estados Unidos). Se a última (2019-2020) foi a mais longa, levando quase um ano completo para ser concluída, a de agora começa com o menor tempo de preparação. Foram apenas 72 dias, pouco menos de dois meses e meio, desde a derradeira partida das finais entre Lakers e Heat. Esse intervalo costuma durar o dobro do tempo. Como o mundo inteiro ainda se vê às voltas com os protocolos de combate ao novo coronavírus (covid-19), a liga teve novamente que se desdobrar para encontrar uma forma de realizar a temporada, depois de recorrer a um resort no complexo esportivo da Disney, na Flórida, para fechar a temporada anterior. Dessa vez os desafios parecem bem mais complicados. A informação é da Agência Brasil.

Na chamada bolha criada no resort, atletas e staff de 22 times foram isolados num ambiente praticamente inacessível a outras pessoas e que acabava com a necessidade de deslocamentos para os jogos. Depois de alguns casos positivos da doença assim que os jogadores chegaram à Disney, a competição foi até o fim sem maiores transtornos, com os atletas em sua imensa maioria acatando as regras e o número de casos estagnado em zero por muito tempo.

Desta vez, a NBA fugiu do modelo, pelo pesadelo de logística que representaria colocar todos os 30 times para a disputa de uma temporada completa ao invés de uma mera reta final. Além disso, quem esteve na bolha, distante da família por até quatro meses, provavelmente não gostaria de passar por essa experiência novamente tão cedo. Assim como na retomada de 2019-2020, o dinheiro falou mais alto. Cálculos mostraram que a liga, os times e jogadores poderiam ter perdas da ordem de US$ 500 milhões se, ao invés de iniciarem a nova temporada próximo do Natal, a disputa começasse apenas em meados de janeiro. A data logo foi aprovada.

Desde então, as franquias estão em uma corrida contra o tempo para se preparar da forma que foi possível. Em questão de algumas semanas, os times escolheram seus novatos no draft, contrataram novos jogadores e começaram a pré-temporada. Isso tudo parece ínfimo diante do grande adversário para uma temporada bem-sucedida, que continua sendo o vírus.

A liga teve que fazer uma série de adaptações para tentar amenizar o impacto que a doença pode causar no funcionamento da engrenagem. O primeiro a ser afetado foi o calendário. Cada time vai fazer dez jogos a menos do que o costume (72 ao invés de 82). A NBA tentou agrupar partidas por local para minimizar o número de viagens que cada time fará, mesmo considerando que as equipes costumam viajar em voos fretados. O calendário foi dividido em duas partes e somente a primeira foi divulgada. Ela vai até 4 de março, quando acontecerá uma pausa, antes da retomada uma semana depois.

O atacante polonês Robert Lewandowski conquistou nesta quinta-feira (17) o prêmio Fifa The Best, de melhor jogador do mundo, em cerimônia virtual realizada pela Fifa. Ele deixou para trás na disputa o craque argentino Lionel Messi e o português Cristiano Ronaldo. A informação é da Agência Brasil.

A cerimônia, promovida pela entidade máxima do futebol, prestou várias homenagens aos ex-jogadores Diego Maradona e Paolo Rossi, que faleceram no decorrer deste ano.

Melhores do mundo A conquista do atacante do Bayern de Munique acontece após mais uma temporada repleta de gols e de conquistas. Para superar os badalados Messi e Cristiano Ronaldo, Lewandowski marcou 59 gols na última temporada (somando os tentos por seu clube e sua seleção), e foi peça fundamental em uma temporada perfeita da equipe de Munique, que culminou com a conquista da última edição da Liga dos Campeões.

Entre as mulheres a honraria coube à lateral Lucy Bronze (Manchester City), um dos destaques da seleção de seu país. Ela venceu na disputa a dinamarquesa Pernille Harder (Chelsea) e a francesa Wendie Renard (Lyon).

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