Quinta, 02 Abril 2020

Informe-se sobre os procedimentos básicos para evitar o contágio com o Covid-19. Ainda não há vacina contra o vírus e a prevenção é a melhor maneira de combater a doença (Foto: Saúde do RJ)

Descoberto no dia 31 de dezembro de 2019 após casos registrados na China, o coronavírus (Covid-19) chegou ao Brasil e a Organização Mundial de Saúde (OMS) estabeleceu métodos de prevenção para evitar a transmissão do novo vírus. O novo Covid-19 faz parte de uma grande família viral que ataca seres humanos e animais. Os primeiros tipos foram detectados na década de 1960.

As infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderadas, porém, alguns coronavírus podem causar doenças graves como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars), identificada em 2002 e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers), identificada em 2012. Conheça as dicas que visam a sua proteção.

*Lavar as mãos até a metade do pulso, esfregando também as partes internas das unhas

*Usar álcool 70% para limpar as mãos antes de encostar em áreas como olhos, nariz e boca

*Tossir ou espirrar levando ao rosto à parte interna do cotovelo

*Evitar multidões

*Usar máscara caso apresente sintomas

*Evitar tocar nariz, olhos e boca antes de limpar as mãos

*Manter a distância de um metro de pessoas espirrando ou tossindo

*Limpar com álcool objetos tocados frequentemente

*Evitar cumprimentar com beijos no rosto, apertando as mãos ou abraçando

*Evitar sair de casa, caso apresente algum sintoma da gripe

*Utilizar lenço descartável quando estiver com nariz escorrendo

*Se informar sobre os métodos de prevenção e passar informações corretas

Além dessas recomendações, confira os métodos de prevenção para os locais públicos e de aglomerações, como usuários da academia e outra áreas com uso compartilhado de equipamentos:

*Limpe os equipamentos e os colchonetes com álcool 70%

*Evite exercícios com muito contato entre os alunos

*Evite os horários de mais aglomeração

*Não vá para locais públicos se estiver com os sintomas

Como ele é transmitido?

A transmissão do novo coronavírus pode ocorrer de pessoa para pessoa, de forma continuada. O contágio costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como saliva, espirro, tosse, catarro. Também pode ocorrer por contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão ou contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguidos de contato com a boca, nariz ou olhos.

O grau de transmissão do novo coronavírus é menor do que o vírus da gripe e por isso apresenta menor risco de circulação e disseminação. Pode ficar incubado por duas semanas, período em que aparecem os primeiros sintomas desde a infecção.

Como é o diagnóstico?

O diagnóstico do novo coronavírus é feito a partir da indicação de caso suspeito nos serviços de saúde, quando é coletada uma amostra de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro). As análises ocorrem no Laboratório Central de Saúde Pública do Estado, (Lacen/RS) e na Fiocruz (RJ).

Quais são os sintomas?

Os sinais e sintomas clínicos do novo coronavírus são semelhantes aos da gripe ou resfriado. Em casos mais graves, podem ser iguais à pneumonia, com infecção do trato respiratório inferior. Geralmente o paciente apresenta febre, tosse e dificuldade para respirar.

Como é o tratamento?

Basicamente, o tratamento é repouso e consumo de bastante água. Também é indicado o uso de medicamento para dor e febre, como antitérmicos e analgésicos.

É aconselhável o uso de umidificador no quarto ou tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garanta e tosse. Assim que os primeiros sintomas surgirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar diagnóstico e iniciar o tratamento.

Os casos graves devem ser encaminhados a um Hospital de Referência para isolamento e tratamento. Os casos leves devem ser acompanhados pela Atenção Primária em Saúde (APS) e instituídas medidas de precaução domiciliar.

Como é definido um caso suspeito?

Pessoas que tenham retornado nos últimos 14 dias, dos países apontados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com circulação do vírus e que tenham apresentado febre, tosse e dificuldade respiratória.

A relação atual dos países com transmissão pode ser conferido no Informe Epidemiológico que é atualizado periodicamente com dados obtidos pelo Ministério da Saúde.

Situação 1 - VIAJANTE:

Pessoa que apresente febre e pelo menos um dos sinais ou sintomas respiratórios (tosse, dificuldade para respirar, escarro, congestão nasal, entre outros) E com histórico de viagem para país com transmissão sustentada OU área com transmissão local nos últimos 14 dias;

Situação 2 - CONTATO PRÓXIMO:

Pessoa que apresente febre OU pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, escarro, congestão nasal, entre outros) E histórico de contato com caso suspeito ou confirmado para COVID-19, nos últimos 14 dias.

Situação 3 - CONTATO DOMICILIAR:

Pessoa que manteve contato domiciliar com caso confirmado por COVID-19 nos últimos 14 dias E que apresente febre OU pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, escarro, congestão nasal, entre outros).

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