Quarta, 18 Setembro 2019
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Um homem foi preso na ação e um revólver calibre 38, com cinco munições, apreendido (Foto: Divulgação 10º BPM)

Na manhã desta terça-feira (27), um homem foi preso suspeito de portar um revólver calibre 38, com cinco munições, em sua residência, localizada na Rua Belarmino Costa, no bairro Morro do Gama, em Barra do Piraí. De acordo com os policiais do 10º BPM, a arma seria proveniente do tráfico de drogas da localidade.

Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar recebeu uma denúncia de que Matheus de Freitas Barbosa, de 25 anos, estaria escondendo em sua casa uma arma de fogo que pertenceria ao tráfico do bairro. Os agentes entraram na residência com a autorização da mãe do suspeito, que estava deitado em seu quarto. Em cima de seu guarda roupa, os policiais encontraram o revólver municiado e deram voz de prisão a Matheus.

Na 88ª Delegacia de Polícia Civil de Barra do Piraí, o rapaz permanece preso e seus pais estiveram no local como testemunhas.

Após operação, realizada na Rua 07, PM apreende maconha, crack e cocaína com o menor (Foto: Divulgação 10º BPM)

Na tarde do último domingo (25), um menor foi apreendido com 26.7 gramas de entorpecentes, em uma operação realizada pela Polícia Militar no distrito da Califórnia, em Barra do Piraí. A ação ocorreu por volta das 15h30, na Rua 07.

De acordo com o boletim de ocorrência, após denúncia anônima de tráfico na localidade, policiais do 10º BPM realizaram um cerco a uma residência, apontada como ponto de venda de drogas. O adolescente tentou fugir, porém, os agentes foram eficazes e conseguiram prender o jovem.

Com ele, seis invólucros de maconha (um total de 9,5 gramas), 65 pinos de cocaína (16,3 g), oito pedras de crack (0,9 g) e R$ 179 em espécie, foram apreendidos.

O menor assumiu a posse do material e foi conduzido para a 88ª Delegacia de Polícia Civil de Barra do Piraí, onde o caso foi registrado. Ele será encaminhado para uma instituição especializada em receber menores infratores.

Daniel da Silva Seabra, vulgo “Smith”, e Leandro Barbosa, conhecido como “Tocha”, foram encaminhados para a 88ª DP em uma operação da PM no distrito (Foto: Divulgação 10º BPM)

Na tarde desta segunda-feira (26), Daniel da Silva Seabra, conhecido como “Smith”, de 21 anos, e Leandro Barbosa, popular “Tocha”, 29, foram presos em flagrante suspeitos de tráfico de drogas no distrito de Ipiabas. As prisões foram efetuadas por volta das 15h, na Rua Elza de Freitas Tinoco, além da apreensão de maconha e cocaína com os suspeitos.

Segundo o boletim de ocorrência, uma operação foi realizada pela Polícia Militar, após denúncias anônimas indicarem tráfico intenso na localidade. Após horas de observação, os agentes perceberam dois menores de idade, em atitude suspeita, adentrando um imóvel conhecido por ser antiga casa de outro traficante.

Após saírem da casa, a dupla de adolescentes foi abordada pelos policiais. Com um deles, um invólucro de maconha, com 6,4 gramas, foi apreendido. Ele revelou que Daniel “Smith” teria o abastecido com o entorpecente. Horas depois, Daniel saiu da residência e foi preso. Com ele, R$ 1700 reais foram apreendidos. Dinheiro esse que, segundo o suspeito, conseguiu através da venda de um terreno.

Na mesma operação, Leandro Barbosa foi preso, após passar próximo aos policiais na mesma rua. Por ter antecedentes criminais, ele foi abordado e com ele, 10 pinos de cocaína, foram apreendidos. Ao todo, após perícia, foi constatado que se tratava de 11,2 gramas da droga.

Os quatro envolvidos foram encaminhados para a 88ª Delegacia de Polícia de Barra do Piraí. Os dois menores foram enquadrados como usuários e liberados. Daniel e Leandro permaneceram presos e responderão por tráfico de drogas.

Christiane de Oliveira Laport, mãe da menina, e Carlos Rhamon Manoel Ferreira, padrasto, respondem por ocultação de cadáver e abandono de incapaz. Nesta terça-feira (27), julgamento foi adiado para o dia 25 de setembro de 2019 (Foto: Reprodução)

Na manhã desta terça-feira (27), Christiane de Oliveira Laport e seu namorado Carlos Rhamon Manoel Ferreira, mãe e padrasto de Júlia Laport, de 10 anos, iriam a júri popular acusados de ocultação de cadáver. Porém, julgamento foi adiado para setembro por decisão 2ª Vara de Justiça de Barra do Piraí.

A menina foi encontrada morta em uma mala, encontrada no terreno do padrasto, no distrito de Ipiabas, em Barra do Piraí. Segundo o Ministério Público, Christiane também responde por abandono de incapaz, por ter deixado diversas vezes a filha sozinha em casa.

A criança, que tinha Síndrome de West, doença grave que ocasiona epilepsia de difícil controle e deficiência mental grave, morreu em julho de 2018. Segundo as investigações, inicialmente o cadáver foi ocultado no armário da residência e depois, levado pelo casal em uma mala que foi abandonada em um terreno.

Adiado: julgamento de mãe e padrasto de Júlia Laport será em setembro 

Atualizado às 15h45, de 27/08/19 

A 2ª Vara de Justiça de Barra do Piraí remarcou para o dia 25 de setembro o julgamento de Christiane de Oliveira Laport e de seu namorado Carlos Rhamon Manoel Ferreira, mãe e padrasto da menina Júlia Laport, de 10 anos, que foi encontrada morta dentro de uma mala abandonada em janeiro deste ano em um terreno baldio, pertencente ao padrasto, no distrito de Ipiabas.

Segundo nota oficial, a Justiça adiou o julgamento por conta da impossibilidade de algumas testemunhas comparecerem ao Fórum de Barra do Piraí, na manhã desta terça-feira (27). Christiane, de 29 anos, é acusada de ocultação de cadáver e abandono de incapaz, e aguarda o julgamento presa, em uma unidade prisional feminina localizada na capital Fluminense. Enquanto isso, Carlos Rhamon, de 22 anos, cumpre medidas cautelares em liberdade.

Após liberação, sepultamento de Júlia Laport foi realizado nessa segunda-feira 

Por volta das 14h desta segunda-feira (26), Júlia Laport foi enterrada no Cemitério Santa Rosa, no Centro de Barra do Piraí, após seu pai, Anderson Caldeira Quintanilha, de 32 anos, conseguir na Justiça a autorização para a mudança da certidão de óbito, já que a menina tinha sido registrada como indigente. Após sete meses, Anderson conseguiu a mudança através da ajuda da Defensoria Pública.

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Foto: Reprodução

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