Domingo, 12 Julho 2020
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De acordo com página no facebook, família de Celso Pereira (foto) identificou o corpo, encontrado na tarde desta sexta, 03, na altura do bairro Vargem Grande (Foto: Reprodução)

Na tarde desta sexta-feira (03), um corpo foi encontrado no Rio Piraí, na altura do bairro Maracanã, na passagem do rio próximo a quadra da localidade, em Barra do Piraí.

De acordo com a página no facebook Barra Alerta, um familiar de Celso Pereira identificou o corpo, ainda no local onde ele foi encontrado. Celso estava desaparecido desde o último dia 30 de junho, quando saiu de moto e não voltou mais. Ela tinha sido visto pela última vez no bairro Roseira, horas após ter saído de casa.

O caso foi registrado na 88ª Delegacia de Polícia Civil de Barra do Piraí, onde será investigado.

Matéria Atualizada às 16h22, de 03/07/2020.

Operações de Segurança na Venezuela mataram pelo menos 1,3 mil pessoas nos primeiros cinco meses de 2020, informou o Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas para os Direitos Humanos nessa quinta-feira (2). A informação é da Agência Brasil.

A alta comissária Michelle Bachelet, que apresentou, em Genebra, relatório de 17 páginas sobre a Venezuela, disse que está "preocupada com os altos números de mortes de jovens pelas forças de segurança", referindo-se a pessoas que teriam morrido enquanto resistiam às autoridades.

Os dados oficiais da Venezuela mostram 6,7 mil homicídios em 2019 e 1,36 entre janeiro e maio deste ano.

Os dados "não incluem as mortes violentas no contexto de operações de segurança, classificadas como 'resistência à autoridade'", afirmou a ex-presidente do Chile.

Das mortes em operações de segurança em 2020, pelo menos 432 foram atribuídas à unidade das Forças Policiais Especiais (Faes), 366 à polícia investigativa conhecida como CICPC, 136 à Guarda Nacional e 124 à polícia do estado de Zulia, diz o relatório.

Jorge Valero, embaixador venezuelano na ONU e em outras organizações internacionais em Genebra, disse que o relatório é baseado em "questionamentos infundados", com o objetivo de "abastecer a agenda de agressão que se desdobra contra a Venezuela".

Bebê, ainda com o cordão umbilical, foi encontrado em um matagal ao lado da Rodovia do Contorno, no bairro Jardim Valença. Ele foi encaminhado ao Hospital Maternidade e passa bem.

No fim da manhã desta terça-feira, um recém-nascido foi encontrado próximo à ciclovia da Rodovia do Contorno, no bairro Jardim Valença, em Valença, por um ciclista que passava pelo trecho.

De acordo com a Polícia Militar, o bebê é um menino e estava enrolado em uma toalha, no meio do mato, próximo à obra de um hospital particular. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado para socorrer a criança, que ainda estava com o cordão umbilical. Segundo os socorristas que a atenderam, ela tinha escoriações, mas passa bem.

O bebê foi encaminhado para o Hospital Maternidade Escola, onde segue internado. O caso foi registrado na delegacia de Valença como abandono de incapaz e será investigado.

A polícia de Hong Kong prendeu pelo menos 53 pessoas nesse domingo (28), após tumulto durante protesto relativamente pacífico contra a nova legislação de segurança nacional a ser implementada pelo governo chinês. A informação é da Agência Brasil.

A polícia antiprotestos estava presente quando várias centenas de pessoas se locomoveram de Jordan para Mong Kok, no distrito de Kowloon, realizando o que estava previsto para ser um "protesto silencioso" contra a lei de segurança.

No entanto, palavras de ordens foram dirigidas à polícia e o tumulto irrompeu em Mong Kok, levando os agentes a usar spray de pimenta para controlar parte da multidão.

A polícia de Hong Kong disse no facebook que 53 pessoas foram presas e acusadas de reunião ilegal, acrescentando que anteriormente alguns manifestantes tentaram bloquear ruas.

A nova lei de segurança nacional preocupa ativistas pró-democracia em Hong Kong e alguns governos estrangeiros. Para eles, Pequim está corroendo ainda mais a autonomia prometida quando a Grã-Bretanha devolveu o território à China em 1997.

"Os governos querem calar nossas bocas e nos expulsar", afirmou o manifestante, Roy Chan, de 44 anos. "Precisamos permanecer de pé e derrubar todos aqueles que privam a liberdade das pessoas de Hong Kong".

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