Sábado, 16 Fevereiro 2019
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Nessa madrugada, a Polícia Rodoviária Federal apreendeu mais de 370 quilos de cocaína em uma fiscalização, na BR-393, a Rodovia Lúcio Meira, em Barra do Piraí.

Segundo o registro de ocorrência, após abordagem durante uma fiscalização, o veículo suspeito fugiu em alta velocidade. Após perseguição, o condutor perdeu o controle do carro e bateu próximo a linha férrea.

No veículo, foram encontrados aproximadamente 375 kg de cocaína. Uma pessoa fugiu e o motorista, de 31 anos, se recusou a dar informações sobre o destino da droga e foi preso.

O caso foi registrado na Polícia Federal de Volta Redonda e o suspeito indiciado por tráfico de drogas.

Foto: Divulgação PRF

A Secretaria de Estado de Polícia Militar vai experimentar novas tecnologias para reforçar a segurança no estado do Rio de Janeiro. Entre as iniciativas está a implantação do programa de reconhecimento facial e de placas de veículos, que começará a ser testado no Carnaval deste ano, em Copacabana.

Resultado de uma parceria entre as secretarias de Polícia Militar e de Polícia Civil, Detran, Prefeitura do Rio de Janeiro e a Oi, o programa foi concebido a partir de um software desenvolvido pela empresa de telefonia. Se aprovado, o projeto piloto, sem ônus para o Estado, servirá de base para o termo de referência de uma futura licitação, com a possibilidade de participação de outras empresas.

Utilizando de forma integrada as câmeras instaladas em Copacabana, o sistema consiste no envio de informações online para uma central, que ficará instalada no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC). As imagens faciais e das placas dos veículos serão analisadas por operadores que utilizarão os bancos de dados da Polícia Civil e do Detran. A gestão operacional do sistema ficará restrita ao Estado, que terá o controle do banco de dados. O suporte da Oi será apenas na tecnologia oferecida.

"Em uma blitz ou mesmo em um bloco de Carnaval, podemos detectar de forma imediata a presença de um criminoso ou de um carro roubado", explicou o secretário de Polícia Militar, coronel Rogério Figueredo de Lacerda, ressaltando que o programa será implantado praticamente a custo zero para o Governo do Estado.

Registros de ocorrências

A Secretaria de Polícia Militar também planeja implantar os registros de ocorrências de baixo potencial ofensivo. Nos casos de menores gravidades, como pequenos furtos e desentendimento entre vizinhos, os policiais militares não precisarão mais conduzir os envolvidos à delegacia e ficar à espera do registro. Eles enviarão o registro através de uma plataforma digital, que estará interligada ao sistema da Polícia Civil e do batalhão da área. O projeto-piloto acontecerá na Ilha do Governador.

Os PMs que participarão do projeto-piloto estão sendo treinados na Academia de Polícia Civil. Em menos de 30 minutos, o registro de ocorrência estará concluído e os policiais militares, liberados para o patrulhamento das ruas. Atualmente, um registro de ocorrência, independentemente da gravidade do fato, é feito em duas horas.

"Estudos mostram que 68% das ocorrências são de baixo potencial ofensivo ou as chamadas assistenciais. Esse projeto vai dinamizar o policiamento e será replicado em todo o estado, na medida em que passarmos a dominar todo o sistema", afirmou o coronel.

O delegado da 88ª Delegacia de Polícia Civil de Barra do Piraí, Wellington Vieira, ouviu o depoimento da mulher, suspeita de matar a própria filha e esconder seus restos mortais em uma mala encontrada nessa segunda-feira (21), em um terreno que pertence ao seu namorado, no distrito de Ipiabas.

No depoimento, a suspeita disse que sua filha, de 11 anos, amanheceu morta em julho. Então, juntamente com seu namorado, ela decidiu colocar o corpo em uma mala e abandonar no terreno. Já o delegado suspeita dessa versão, já que a morte da menina não foi comunicada a ninguém. Ainda hoje, a mulher deve passar por outro interrogatório.

O casal se entregou ontem (23), no fim da tarde, após tentar fugir para São Gonçalo, por medo de linchamento. Eles seguem presos temporariamente por 30 dias. Um exame de DNA foi realizado na ossada encontrada e o resultado deve ser divulgado em até dois meses.

Foto: Divulgação Polícia Civil

Atualização: 24/01/2019 – 11h

Casal suspeito de ocultar cadáver depõe novamente na 88ª DP de Barra do Piraí

A mãe e o padrasto da menina Júlia, de 11 anos, que estava desaparecida, prestaram ontem (23) novos depoimentos para o delegado da 88ª Delegacia de Polícia Civil de Barra do Piraí, Wellington Vieira, que estuda o caso. O conteúdo da conversa não foi revelado para não atrapalhar as investigações.

O delegado declarou que pretende ouvir ainda hoje (24) mais testemunhas, incluindo familiares dos suspeitos. O casal será transferido nesta tarde para a penitenciária pública de Volta Redonda, onde ficará preso preventivamente por 30 dias. Eles passaram a ser procurados após uma mala com uma ossada ser encontrada nessa segunda-feira (21) no terreno da família do padrasto, no distrito de Ipiabas.

Nesta segunda-feira (21), o corpo de uma menina de 11 anos foi encontrado esquartejado em uma mala abandonada, em um terreno no distrito de Ipiabas, em Barra do Piraí. De acordo com a Polícia Civil, a sua família registrou seu desaparecimento no último sábado (19) na 88ª DP.

Segundo o depoimento da família, a menina era especial. A investigação aponta para um casal, ainda não identificado, suspeito de assassinar e esquartejar a jovem.

O Boletim de Ocorrência foi feito por uma tia, nesse fim de semana, e segundo os exames dos peritos, é provável que a menina, que morava com sua mãe e o padrasto, tenha sido assassinada há, pelo menos, 6 meses.

Mais informações em breve.

ATUALIZAÇÃO 22/01/19 - 9h30 

A 88ª Delegacia de Polícia Civil de Barra do Piraí declarou, através de seu delegado Wellington Vieira, que está à procura da mãe da menina Júlia, de 11 anos, encontrada ontem (21) esquartejada em uma mala, no terreno do distrito de Ipiabas, em Barra do Piraí.

De acordo com as investigações, tudo aponta a mãe como a responsável por ocultar o cadáver de sua própria filha. A expectativa é que, ainda hoje, a perícia dê um laudo com a causa da morte. Testemunhas serão ouvidas.

ATUALIZAÇÃO 22/01/19 – 14h45 

As primeiras informações passadas pela Polícia Civil indicavam que a ossada encontrada em Ipiabas seria de Julia, porém, a perícia ainda não confirmou. Os policiais escalreceram que só com exame de DNA para confirmar a identificação, o que já está sendo providenciado.

O delegado da 88ª DP, Wellington Vieira, declarou que existe sim a possibilidade da ossada ser da menina de 11 anos, que está desaparecida há 6 meses. A sua mãe, de 28 anos, e o seu padrasto, de 20, são considerados foragidos.

ATUALIZAÇÕES 22/01/19 – 17h35 

Informações do jornalista Jeff Castro, divulgadas no site Papagoiaba, dão conta de que há a possibilidade da menina Júlia, de 11 anos, ter sido assassinada em julho do ano passado, um mês antes de uma medida protetiva, supostamente, obtida na Justiça pela mãe para afastar a desconfiança do pai biológico, que em dezembro pediu ajuda de uma tia para descobrir porque ele não conseguia contato com a filha.

Os peritos seguem examinando a ossada encontrada ontem (21), em uma mala enterrada em um terreno em Ipiabas, distrito de Barra do Piraí, para confirmar a identidade da vítima. Apesar de ainda não oficial, a probabilidade, de acordo com a Polícia Civil, é de que os restos mortais sejam mesmo de Julia.

ATUALIZAÇÃO 23/01/19 – 9h15 

A mãe e o padrasto da menina Julia, de 11 anos, desaparecida há seis meses, foram presos preventivamente ontem (22), no fim da tarde, em Barra do Piraí. A mulher, de 28 anos e o seu namorado, de 20, passaram a ser procurados após uma mala com uma ossada ter sido encontrada nessa segunda-feira (21), atrás de um terreno da família do padrasto, em Ipiabas. Os dois são os principais suspeitos pela ocultação do cadáver, que ainda passa por perícia para confirmação da identidade, porém, a Polícia Civil já declarou que é bem provável que seja da menina.

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Fotos: Divulgação/Polícia Civil

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