Domingo, 12 Julho 2020
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Agentes da Guarda Ambiental de Barra Mansa conduziram na tarde de terça-feira, para a 90ª DP, um homem acusado de danos ao meio ambiente. Na unidade foi lavrado termo circunstanciado pela prática de despejo de resíduos de obras em via pública. A denúncia anônima foi feita diretamente na Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. A informação é da assessoria de imprensa da prefeitura de Barra Mansa. 

De acordo com informações, o homem, de 59 anos de idade, estava jogando entulho de obras às margens da Rua Gina Stornelli, próximo a Estrada Governador Chagas Freitas, no bairro Colônia Santo Antônio. Ao ser abordado, confirmou a infração ambiental e ainda disse que estava recebendo pela ação.

Na delegacia, o acusado foi enquadrado na Lei Federal 9.605/98. Na esfera administrativa, com base na Lei Municipal 3.049/98, ele será multado em valor ainda a ser estipulado pela Secretaria de Meio Ambiente, terá que remover os resíduos das obras despejados inadequadamente na via pública, além de promover ação de compensação ambiental, que será determinada nos próximos dias.

Segundo a PM, ele tentou resistir à prisão, após ser flagrado tentando comercializar os entorpecentes na localidade (Foto: 10º BPM)

Na tarde desta terça-feira (02), um suspeito de tráfico foi preso na Rua Cristiano Ottoni, em Barra do Piraí. Segundo a Polícia Militar, 23 pinos de cocaína e R$ 45,00 em espécie foram apreendidos com o suspeito.

De acordo com o boletim de ocorrência, o rapaz foi flagrado, por volta das 15h30, tentando comercializar próximo a um veículo cinza abandonado na localidade. Percebendo a aproximação dos policiais, o suspeito jogou um “objeto preto”, segundo os policiais, na laje de uma residência próxima. Dentro desse objeto foram encontradas as drogas.

O suspeito ainda tentou resistir à prisão, de acordo com os agentes, mas foi detido em flagrante e encaminhado para a 88ª Delegacia de Polícia Civil de Barra do Piraí, onde permanece preso.

O Senado aprovou hoje (3) um Projeto de Lei (PL) que define como essenciais os serviços de prevenção e combate à violência doméstica. Dessa forma, não podem ser suspensos em virtude da pandemia do novo coronavírus. A lei inclui em seu texto todo serviço e atividade relacionados à violência contra a mulher, idosos, crianças ou adolescentes. O texto retorna para a Câmara por ter sido alterado pelos senadores. A informação é da Agência Brasil.

De acordo com o projeto, o poder público deverá oferecer, enquanto durar o estado de emergência, residências temporárias, em casas-abrigo ou casas de acolhimento, para mulheres, adolescentes e crianças em situação de violência doméstica e familiar. Da mesma forma, o atendimento psicológico e, quando necessário, apoio pedagógico para crianças e adolescentes, também deverá ser oferecido.

“[…] em tempos de crises sanitárias e humanitárias, os conflitos sociais são potencializados, expondo a população mais vulnerável a níveis inaceitáveis de violência, principalmente a praticada no âmbito doméstico e familiar. Nesse cenário, mostra-se fundamental que serviços de atendimento às mulheres previstos na Lei Maria da Penha não sejam descontinuados”, disse a relatora do projeto, Rose de Freitas (Podemos-ES), em seu parecer.

O projeto determina ainda que devem ser repassadas às autoridades em até 48 horas as denúncias de violência doméstica feitas através da Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (Ligue 180) e do serviço de proteção de crianças e adolescentes com foco em violência sexual (Disque 100). Além disso, enquanto durar o estado de calamidade, as penas pela prática de violência doméstica previstas em lei devem ser aplicadas em dobro.

O PL original é de autoria da deputada Maria do Rosário (PT-RS), com co-autoria de outras 22 deputadas da bancada feminina. Ao longo da sessão, senadoras também defenderam o projeto. Simone Tebet (MDB-MS) foi uma delas. “[o projeto] tem o apoio de toda a bancada feminina [...]. Essa convivência de 24 horas, infelizmente, de confinamento não tem feito bem nesse aspecto às famílias brasileiras. O número de denúncias tem aumentado, mas principalmente o número de feminicídios – matar uma mulher em razão de ser mulher”.

Após ser alvo de um possível ataque de vandalismo, no último domingo (31), a Estação de Tratamento de Água (ETA) do Getúlio Vargas sofreu algumas alterações no funcionamento. De acordo com o Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Barra Mansa (Saae-BM), para não faltar o abastecimento, foi instalado uma ligação ‘by-pass’, que consiste em distribuir a água sem passar pela caixa. Desde segunda-feira (1º), equipes de manutenção da autarquia estão na localidade fazendo a reconstituição do local. A informação é da assessoria de imprensa da prefeitura de Barra Mansa.

Segundo o diretor executivo do Saae-BM, Fanuel Fernando, o reservatório sofria vandalismo constantemente. “Por inúmeras vezes tivemos que fazer intervenções no local e isso nos atrapalha no desenvolvimento dos nossos serviços, pois temos que reparar algo que já estava em plena funcionalidade. Há 30 dias caiu uma laje do reservatório, improvisamos telhas de alumínio e encomendamos uma nova laje, neste domingo, caíram as telhas e pelos vestígios desconfiamos de uma possível sabotagem”, adiantou.

Por conta dos indícios de vandalismo encontrados na ETA, Fanuel disse que será feito um registro de ocorrência na Delegacia de Polícia do município. “Vamos agilizar para voltar com a funcionalidade do reservatório. Desde já garanto que não vai faltar água no bairro, mas pedimos para que a população economize enquanto não sanamos os estragos”, finalizou o diretor.

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