Terça, 28 Junho 2022

Justiça nega liminar apresentada pela CSN sobre depósito de escória em Volta Redonda

A Justiça negou nesta segunda-feira (17) o pedido de suspensão da liminar que determina critérios para que a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e a empresa Harsco operem o depósito de escória que fica na Rodovia Lúcio Meira, no bairro Brasilândia, em Volta Redonda.

O Tribunal Regional Federal da 2ª região manteve a determinação das empresas só depositarem o equivalente ao volume retirado no mês anterior, ou seja, se não houver retirada, não poderá ser despejado mais material. A denúncia do excesso de escória que chegava a 20 metros de altura foi feita em junho pelo Ministério Público Federal e do Rio de Janeiro.

Com a nova recomendação, as montanhas devem ser reduzidas para apenas quatro metros de altura. O MP também questiona se há risco de contaminação do solo, do ar e do Rio Paraíba do Sul. As duas empresas têm um prazo de 120 dias para tomar as medidas necessárias e atender as recomendações. O Instituto Estadual do Ambiente (Inea), deverá fiscalizar o cumprimento das determinações judiciais.

Em nota, a Harsco disse que ainda avalia quais serão os próximos passos depois dessa decisão do Tribunal Regional Federal e a CSN ainda não se pronunciou sobre a determinação do TRF.

Informações: G1

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